WEBINAR – Fórum digital de Administração do Paraná – Tema: Tecnologística Terrestre e Aérea.

Participações e mediações: ***Adm. Sérgio Lobo – Presidente CRA-PR ***Adm. Ailton Dörl – Vice Presidente CRA-PR *** Adm. José Luiz Nicolelis – Diretor de eventos CRA-PR ***Eng. Ferrucio Kochinski – Diretor Técnico IEP. Debatedores: ***Adriano Guardiano – Gestor de vendas FRETEFY TECNOLOGIA *** Samuel Salomão – Founder e Cpo SPEEDBIRD AERO
WEBINAR – Fórum digital de Administração do Paraná – Tema: Finanças, Investimento e Inovação.

Participações e mediações: ***Adm. Sérgio Lobo – Presidente CRA-PR ***Adm. Ailton Dörl – Vice Presidente CRA-PR *** Adm. José Luiz Nicolelis – Diretor de eventos CRA-PR. Debatedores: ***Izoulet Cortes Filho – Membro do Comitê de gestão da inovação e tecnologia CRA-PR *** Luciene Oliveira Dorl – Agente de investimentos CVM
Saiba quem são as pessoas que trabalham para a Administração Pública

Nesta segunda-feira, 16, boa parte dos municípios brasileiros acordou com novos prefeitos e vereadores. Eles foram eleitos no último domingo, em um dos pleitos mais concorridos da história. Contudo, os eleitores de 57 cidades – entre as quais 18 são capitais – irão novamente às urnas para definir seus chefes do Executivo no segundo turno. Com a mudança de prefeitos e representantes no legislativo, surge também a promessa de novas vagas no serviço público, que poderão ser preenchidas por meio de concursos públicos. Quem deseja fazer carreira nessa área precisa saber, contudo, que há outras formas de entrar nesse segmento sem, necessariamente, fazer uma prova. Afinal, poucas pessoas sabem qual é a diferença entre agente político, agente público, servidor público e empregado público. Renato Lacerda é administrador, servidor público federal e professor. Para ajudar os profissionais e estudantes de Administração a esclarecer essas diferenças, o Conselho Federal de Administração (CFA) foi atrás de quem entende do assunto. Segundo o administrador, analista de Gestão Pública do Ministério Público da União (MPU) e professor de Administração Geral e Pública de Gestão de Pessoas do GranCursos Online, Renato Lacerda, em geral as pessoas tendem a confundir muito os termos. “Elas consideram que estes sejam termos sinônimos, mas é importante ressaltar que não são”, explica o servidor público federal. Ele ensina que agente público é o gênero e, para isso, ele menciona o artigo 2º da Lei de Improbidade Administrativa, que é a Lei n.º 8.429, de 1992: “Agente público, para os efeitos desta lei, é todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas entidades mencionadas no artigo anterior.” “Portanto, como podemos perceber, o conceito de agente público abrange, inclusive, particulares que atuam em nome da administração pública. Ou, ainda, por exemplo, dos mesários que trabalharam no processo eleitoral. Ainda que eles não recebam, eles são considerados agentes público”, explica Renato. Espécies de agentes públicos Agente público é o gênero e abarca várias espécies. Uma delas é a do servidor público. “Ele é um agente administrativo que ocupa um cargo efetivo. Este cargo é aquele em que a pessoa é aprovada por meio de concurso público, que pode ser de provas ou provas e títulos. Ou, ainda, o ocupante de cargo em comissão, que é de livre nomeação e exoneração. Eles são regidos por estatutos. Em âmbito federal, por exemplo, o estatuto do servidor civil é a Lei n.º 8.112, de 1990. Estes servidores, além de serem agentes administrativos, são sempre remunerados. No caso dos concursados, estes gozam de estabilidade após um período e passam por estágio probatório”, explica. Outra espécie é o funcionário público. De acordo com Renato, este é um termo em desuso. “Ele equivale ao agente público, só que não é mais usual. As novas leis não assim tratam. Ele figura hoje, somente, no Código Penal, porque é muito antigo, data de 1940”, orienta. Tem, ainda, o empregado público. Esta espécie de agente público não é regida por um estatuto e, sim, pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e ocupa, portanto, um emprego público. Renato diz que, em geral, esses empregados integram os quadros das estatais, que são entidade da administração indireta – empresas públicas e sociedades de economia mista. “Eles também fazem concurso público, mas eles não gozam de estabilidade, ainda que a sua demissão seja precedida de procedimento administrativo próprio com certas garantias”, comenta, ressaltando outras diferenças. “Ao contrário dos estatutários, os empregados públicos fazem jus a seguro desemprego, FGTS e demais garantias constitucionais que são atribuídas aos trabalhadores em geral do regime celetista”, explica. Por fim, o agente político é aquele investido em cargo público por meio de eleição, nomeação ou designação. Renato conta que a competência dele vem da própria Constituição. Quem são exemplos disso? “Os chefes do Poder Executivo em geral, os membros do Poder Legislativo, do Judiciário e do Ministério Público, dos Tribunais de Contas, os ministros de Estado e os secretários das unidades da federação. É importante dizer que eles não se sujeitam ao processo administrativo disciplinar que é próprio dos servidores públicos estatutários, pois eles têm regime próprio de responsabilização”, responde o professor. Há, ainda, os agentes delegados, que são particulares que têm a responsabilidade de exercer uma atividade específica. É o caso de empresas contratadas para fazerem, por exemplo, uma obra. Já os agentes honoríficos são profissionais não contratados pela administração públicas, mas exercem, temporariamente, uma função para o Estado. É o caso dos mesários, de membros do tribunal do júri, entre outros. A outra espécie de agente público é a do agente credenciado. Eles são pessoas que representam o Estado em alguma circunstância. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
Justiça reconhece a importância do registro para ADMs que atuam com RH

A Lei n.º 4.769 de 1965, que regulamenta a profissão de administrador, define, entre outras coisas, os campos privativos da Administração. Um deles é a área de Recursos Humanos, mas ainda há profissionais que tentam atuar nesse campo da Administração sem registro profissional. Foi o caso de um administrador que solicitou, junto ao Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro (CRA-RJ), o cancelamento da sua inscrição no regional. Na ocasião, ele alegou que o cargo e as atividades que exerce não exigem o registro em CRA. Considerando as atribuições da função em que ele atua – supervisor de RH -, o CRA-RJ indeferiu o pedido administrativamente. Inconformado, o administrador ingressou com demanda judicial requerendo o cancelamento do registro. Esse não é o primeiro cargo na área de Recursos Humanos que o administrador exerce. Em 2007, ele já exercia a função e, inclusive, solicitou o registro no CRA-RJ. Contudo, em 2009, o autor pleiteou o cancelamento de seu registro administrativamente, o qual não teve seguimento em decorrência de desistência. Agora, em 2020, ele voltou a requerer o fim do registro alegando que suas funções não são da área da Administração. Porém, esse não foi o entendimento da juíza do 1º Juizado Especial Federal de Volta Redonda, Mariana Preturlan. Ao analisar, minuciosamente, as atividades exercidas pelo administrador, ela afirmou: “Embora os objetivos da função de analista de RH (exercida a partir de 2007) e de supervisor de RH (exercida pelo menos até 2020) apresentem diferenças, cumpre se observar que as convergências são tanto maiores que as divergências, além do que as atribuições desta abrangem as daquela”. A magistrada disse, ainda, que “a privatividade é também percebida quando há o cotejo com a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). A pesquisa pela família de profissionais de RH (2524) revela que o supervisor de RH é apenas um nível hierárquico dentro da empresa ocupado por alguém que é analista de RH”. Portanto, ao concluir que as atividades exercidas pelo profissional são privativas de administrador, o pedido de cancelamento do registro bem como de reparação por danos morais foram julgados improcedentes pela justiça. A decisão judicial confirmou o disposto na Lei n.º 4.769/1965, a qual criou a profissão de administrador e elencou, ainda, em seu Art. 2, os seus campos de atuação. “Entre os campos de atuação do Administrador há a Administração de Recursos Humanos, campo clássico da ciência da Administração, e como previsto na legislação para atuar nas áreas de Recursos Humanos, principalmente, como supervisor ou analista de RH, necessário se faz a formação em Administração e o registro em CRA, conforme bem explanado na presente decisão”, afirmou o diretor de Fiscalização e Registro do CFA, Carlos Alberto Ferreira Júnior. Jurisprudência O CFA, por meio da Câmara de Fiscalização e Registro, divulga no site as jurisprudências com as decisões judiciais favoráveis à profissão. O interessado pode se cadastrar e receber decisões de interesse do Sistema CFA/CRAs, como “Consultoria e Assessoria em Gestão Empresarial”, “Administração de Condomínios”, “Embaraço a Fiscalização/Sonegação de Informações e Documentos”, “Cargos Pertinentes ao Administrador”, entre outras. Clique aqui e confira. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
Case PUCPR de Aprendizagem por Competências – ADM

Coordenadores de cursos de administração em ação. Case PUCPR de Aprendizagem por Competências – ADM
Modalidades são distintas, mas ainda causam confusão entre os brasileiros

Realidade atual em todo o mundo, o trabalho remoto ganhou nova importância durante a pandemia de Covid-19. Impossibilitados, inicialmente, de exercer suas funções em modo presencial, funcionários foram deslocados a trabalharem de forma remota, como único recurso para desenvolverem suas atividades. Sem treinamento prévio e, por vezes, sem diretrizes organizacionais que disciplinassem as metodologias de trabalho, o novo cenário surpreendeu instituições e colaboradores, devido ao imediatismo dos fatos. Em meio à crise sanitária, a tecnologia e os meios de comunicação municiaram as empresas a não terem suas atividades paralisadas em sua totalidade. Embora pareçam termos semelhantes, para a mesma finalidade, teletrabalho e home office possuem diferenças legais, segundo a administradora e pesquisadora em Gestão Estratégica de Pessoas, Patricia Whebber. Segundo ela, o teletrabalho se caracteriza pela prestação de serviços fora das dependências da organização, com uso de recursos de tecnologia da informação: podendo ser realizado em casa, em escritórios compartilhados ou em local externo ao ambiente da empresa. “Já o home office é uma modalidade de teletrabalho, cujas atividades são desenvolvidas na residência do colaborador. Seu conceito-chave é a flexibilidade, deste modo, o foco do trabalho está nos resultados e não no controle do comportamento do colaborador”, explica Patricia. Tendências De acordo com o doutor em administração e pesquisador, Ronald Pires, há pontos que precisam ser estabelecidos antes de implementar programas de teletrabalho nas empresas, tais como a necessidade de definição de metas, prazos e entregas. Além disso, é necessário redefinir o controle de frequência e excluir da modalidade as atividades tipicamente presenciais, tais como atendimento público interno ou externo. Ele diz que modalidades de trabalho existentes antes da pandemia já apresentam intensificação de atividades a distância. Nesse contexto, aspectos da nova ordem econômica que se formou — fomentada pelos avanços tecnológicos e suas diferentes ótimas — não retrocederão, ao contrário, devem proporcionar o aumento da nova tendência. “O uso da web para fazer negócios e as distintas diferentes de trabalhar serão uma constante de hoje em diante. Tem havido um câmbio de ocupações, com profissões que estão em extinção, outras surgindo e um terceiro grupo sofrendo, cada vez mais, novas mutações”, analisa Pires. Já no caso do serviço público, Patricia acredita que existe perspectiva de modernização das relações de trabalho, caso haja cultura de resultados, alicerçada na flexibilidade e na autonomia das realizações do trabalho. Corretamente empregada, a nova modalidade traria ao Estado maior redução de custos, melhoria da produtividade e mais qualidade de vida aos servidores. “Uma nova tendência será o trabalho híbrido, momentos ou situações em que as atribuições serão realizadas nas dependências físicas da empresa. Ou também atividades que serão realizadas remotamente”, diz. Leia o restante dessa matéria, clicando aqui. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA
Homem é condenado por apresentar diploma falso de administrador

A juíza Maria Isabel do Prado, da 5ª Vara Criminal Federal de São Paulo, condenou uma pessoa* a três anos de reclusão, em regime fechado, e ao pagamento de multa por apresentar diploma falso de graduação em Administração. Ele foi descoberto após requerer o registro profissional no Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP). Na ocasião, o regional desconfiou do diploma, supostamente expedido pela Universidade de Guarulhos, que ele apresentou junto a documentação exigida para a obtenção do registro. A fiscalização do CRA decidiu, então, entrar em contato com a instituição de ensino e recebeu a informação de que o rapaz não havia concluído o curso naquele local. O regional denunciou o caso aos órgãos responsáveis e o Ministério Público Federal ajuizou ação penal imputando ao acusado a prática do crime tipificado no Art. 304 do Código Penal. Nos autos do processo, a juíza, ao analisar as circunstâncias judiciais do caso, concluiu majorar a pena do réu. Para tal, ela considerou a culpabilidade e a personalidade do acusado. “Verifico que a culpabilidade do acusado afastou-se do grau normal de reprovabilidade adequada ao tipo, sendo sua conduta merecedora de elevada censura, revelada a audácia de usar documentos falsos para requerimento de inscrição perante conselho profissional, de modo que fixo a pena-base acima do mínimo legal para o crime praticado nos presentes autos”, justificou. A magistrada ressaltou que o acusado “preferiu se utilizar de meio mais “fácil” (e inidôneo) para obter seu registro no CRA, sendo que poderia ter cursado Administração para exercer a profissão, sem a necessidade de ludibriar o órgão, o que revela personalidade inclinada para a prática de atos ilícitos”. Segundo o diretor de Fiscalização e Registro do CFA, os conselhos profissionais, como o Sistema CFA/CRAs, não existem apenas para fiscalizar e disciplinar o exercício da profissão. “Primordialmente, como missão mais importante, é proteger a sociedade dos maus profissionais e dos leigos. Existem pessoas e quadrilhas especializadas em falsificação de documentos tentado dar a pessoas e empresas uma qualificação e poder que elas não têm”, disse, reforçando que, só podem exercer a profissão de administrador aqueles profissionais ou empresas que tenham o conhecimento, a formação e, principalmente, o registro profissional para atuar legalmente. “Imagina você fazer um tratamento dentário com um falso dentista que tem o diploma falsificado. A pessoa não tem formação para fazer aquilo. Óbvio que aquilo vai prejudicar não só a pessoa, mas toda a sociedade e até o patrimônio dessas pessoas”, exemplificou o diretor. Ele pediu, ainda, que as pessoas denunciem casos de empresas e profissionais que estejam exercendo funções de administração sem o registro em CRA. “Façam a denúncia no site do CFA ou do CRA e ajude-nos a proteger a sociedade de maus profissionais”, pediu, comemorando a recente vitória do Sistema CFA/CRAs no caso do diploma falso. “Parabenizo a nossa equipe de fiscalização por estar sempre atenta e protegendo o cidadão brasileiro”, afirmou. Jurisprudência O CFA, por meio da Câmara de Fiscalização e Registro, divulga no site as jurisprudências com as decisões judiciais favoráveis à profissão. O interessado pode se cadastrar e receber decisões de interesse do Sistema CFA/CRAs, como “Consultoria e Assessoria em Gestão Empresarial”, “Administração de Condomínios”, “Embaraço a Fiscalização/Sonegação de Informações e Documentos”, “Cargos Pertinentes ao Administrador”, entre outras. Clique aqui e confira. *O CFA não divulgará o nome do acusado. Outros detalhes podem ser consultados nos autos do processo n.º 0003834-58.2009.4.03.6181. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Imprensa CFA
Especialistas falam sobre mecanismos anticrise e onde está o verdadeiro inimigo

Após seis meses de pandemia, e ainda sem a definição de uma vacina ou cura para a Covid-19, profissionais da Administração já cogitam o prolongamento da crise sanitária e econômica. Com o planejamento para 2021 em vista, empresários já pensam em possíveis novas ondas de contágio e se perguntam como reagir ao cenário econômico do próximo ano, sobretudo, para as organizações já combalidas pelas perdas financeiras. Segundo o administrador e pesquisador, Gabriel Martins, o redirecionamento de negócios é condição essencial não apenas para sobreviver diante da intempérie, como também para obter lucro. Ele ressalta que é preciso observar o comportamento do consumidor, durante e após a crise, pois será indicativo de saturação ou surgimento de novas necessidades. Martins também destaca a necessidade de conhecer novos canais de vendas e investir em diversificação de escoamento. No quesito inovação, ele frisa que as mudanças das necessidades percebidas pelo cliente podem ser indícios do que vem pela frente. “Aqueles que tiveram fechamento parcial podem aproveitar esse tempo para reformular suas estratégias, lançar novos produtos ou novas modalidades de serviços. O empresário não pode deixar de atender a demanda atual, na forma que o mercado deseja e precisa”, avalia. Vetores de negócio Para superar a crise, o administrador enfatiza a importância de gerir os principais ‘vetores de negócios’, enumerados pela pesquisadora em finanças corporativas, Ruth Bender, autora do livro “Corporate Financial Strategy”. Segundo ela, entre os principais vetores a serem considerados, a qualquer tempo, estão o controle dos crescimentos de vendas e das margens de lucro — além de esperar o amadurecimento de estratégias e diferenciais competitivos. Bender destaca que é preciso calcular as alíquotas (taxa percentual de quanto um tributo incide sobre o objeto taxado), e definir de forma exata o capital de giro, além de investi-lo corretamente. Também alerta sobre a importância de investir em ativos de longo prazo e ter claro o custo de capital (valor que a empresa precisa obter de lucro para que o negócio se pague). “É necessário administrar os riscos, sobretudo, para aumentar o retorno posterior mesmo durante a pandemia. Nesse processo é importante, também, administrar bem o capital intelectual — de onde surgem as tecnologias —, as competências e o Goodwill (potencial de bens e negócios gerarem lucros)”, analisa Martins. Flexibilidade Para o economista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Carlos Alberto Ramos, a palavra do momento é ‘flexibilidade’. Ele dá como exemplo o caso de novas contratações e diz que o mais prudente é apelar para horas extras: deste modo não haverá novos encargos trabalhistas, caso o empresário seja obrigado a desligar novos colaboradores contratados. De acordo com Ramos, além de reduzir custos (de acordo com os diferentes cenários), é preciso conservar a liquidez e evitar empreendimentos que não possam ser revertidos ou ajustados de forma rápida. Ressalta, ainda, a importância de dominar novas tecnologias, pois o cenário está propenso ao crescimento da influência e do poder dos novos aparatos sobre os negócios. “Sem dúvida, em qualquer cenário possível, no futuro, a tendência à utilização de ferramentas tecnológicas será aprofundada. Por isso, aquele que não dominar ferramentas e processos movidos pela computação não é e nem será competitivo”, sentencia. Concorrência 24h Para o administrador e empresário Carlos Oshiro a pandemia trouxe uma ruptura sistemática entre o que chamou de ‘Velha (Economia)’ e ‘Nova Economia’. A primeira era pautada em grandes investimentos, sobretudo, em marketing e publicidade, bem como em previsibilidade de cenários de médio e longo prazo. Já na ‘Nova Economia’, a condição essencial para sobreviver é lidar com o inesperado, bem como investir e dominar tecnologias, sobretudo as disruptivas. Técnicas e ferramentas de marketing e publicidade, digitais, podem ser aproveitadas para obter o mesmo resultado conseguido no passado, por grandes e caras campanhas. Outro divisor de águas, apontados por Oshiro, é a internacionalização da economia. Ele ressalta que muitos empresários acreditam que a crise em seus negócios tem a ver apenas com a pandemia: pensam que na volta à normalidade sanitária voltarão a crescer, mas se esquecem do fator concorrencial externo. “Na realidade, não é mais a crise. Existem, hoje, vários concorrentes ao redor do mundo, que ele não sabe onde estão. Talvez até seja uma empresa comandada por jovens de 18 a 24 anos que estão vendendo 24h por dia (on-line) e estão tomando clientes, mas ele não percebe, pois só abre durante as dez horas comerciais”, enfatiza. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA
Pesquisadoras falam de suas trajetórias profissionais no universo científico

Em tempos de Covid-19, a importância da ciência ficou ainda mais em evidência. Afinal, é por meio dela que a doença é estudada e vacinas estão sendo testadas. No Brasil, contudo, os cientistas enfrentam enormes dificuldades ligadas à falta de incentivo. Ainda sim, o país tem muitos pesquisadores e alguns, inclusive, mesmo com todas as adversidades, estão debruçados para compreender melhor o novo coronavírus. Um desses profissionais é a cientista Jaqueline Goes de Jesus. Ela foi convidada, no último dia 5, para compor uma uma equipe de pesquisadores da Organização das Nações Unidas (ONU) após ter sequenciado os primeiros genomas do novo coronavírus na América Latina. Outra cientista brasileira também ganhou destaque recentemente: é a pesquisadora sênior de saúde global do Conselho de Relações Exteriores dos EUA, Luciana Borio. Ela fará parte do conselho consultivo para o combate à Covid-19 na gestão do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden. Mas, afinal, o que essas mulheres têm em comum? Ambas dedicam a vida à pesquisa científica, uma área que, culturalmente, sempre foi dominada por homens. Para mudar esse cenário, o III Fórum das Mulheres da Administração promoverá um dia dedicado ao tema “Mulheres na Ciência”. O evento, realizado pela Comissão Especial ADM Mulher do Conselho Federal de Administração (CFA), acontecerá de 24 a 26 de novembro, por meio do canal CFAPlay. Em 2020, Márcia foi eleita uma das 20 mulheres mais poderosas do Brasil em pela revista Forbes. Uma das convidadas para falar do assunto é a professora Titular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e diretora da Academia Brasileira de Ciências, Márcia Barbosa. Ela conta que ainda é muito baixa a participação feminina no universo científico. “As mulheres são no mundo somente 30% das cientistas. Se restringirmos ciências exatas, este número cai para entre 10% a 20%. Dentro deste quadro ruim, subir na carreira é o grande obstáculo. Só para dar uma ideia, na Academia Brasileira de Ciências (o que seria equivalente a ser conselheiro de uma empresa), as mulheres são 16%. O fato de o percentual de mulheres diminuir à medida em que se sobe na carreira é um dos grandes problemas”, explica. Márcia é graduada, mestre e doutora em Física. Ela era minoria em um curso dominado por homens e foi preciso superar muitos desafios. “Percebi que era o elefante na sala quando entrei em aula e era uma das oito mulheres em oitenta alunos na minha graduação. Olhei em volta e não via mulheres liderando. Física é apaixonante! Portanto, segui apesar dos obstáculos de ser ignorada, subestimada e ultrajada. Enfrentei o menu de Gaslighting, Mansplaining, Manterrupting, Bropriating, mas tinha colegas e companheiras que me apoiavam no caminho”, relembra a cientista. Sobre o futuro das mulheres na ciência, Márcia é otimista. “O mundo está mudando. As jovens hoje têm uma enorme consciência do problema. A minha geração naturalizava. Eu tenho esperança, pois a luta de quem veio antes de mim e da minha geração está pavimentando o caminho para a equidade”, afirma. Ciência e maternidade Quem também estará no III Fórum das Mulheres da Administração é a neurocientista, doutora em Fisiologia e professora associada na Universidade Federal do Pampa (Unipampa), campus Uruguaiana-RS, Pâmela Billig Mello Carpes. Como Márcia, ela também precisou superar muitos obstáculos. Pâmela Billig: neurocientista e mãe. O interesse em ser cientista nasceu quando cursava Fisioterapia. Contudo, ao final da graduação, Pâmela ficou grávida e seguir com o planos de fazer mestrado e doutorado, títulos essenciais para a carreira científica, foi um desafio. “Tive dificuldades em encontrar um orientador que considerasse possível conciliar a ciência com a maternidade. Depois que encontrei, fiz mestrado e doutorado em quatro anos e então me tornei professora na Universidade Federal do Pampa, iniciando meu próprio grupo de pesquisa. Na Unipampa encontrei oportunidades e espaço para crescimento de desenvolvimento das minhas pesquisas, de tal forma que gradativamente fui sendo reconhecida pelos meus pares”, conta a cientista. Esse reconhecimento rendeu, por sinal, alguns prêmios como o Prêmio para Mulheres na Ciência, da L’Oreal em parceria com a Unesco e a Academia Brasileira de Ciências, que ela ganhou em 2017 por um projeto que buscou entender melhor como o cuidado, ou a falta dele, nos primeiros anos de vida da criança impacta o cérebro e o desenvolvimento das suas funções. Em 2018, ela trabalhou no Escritório de Educação da Unesco, em Genebra, e hoje é bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Pesquisa. Pâmela diz que as mulheres já enfrentaram – e ainda enfrentam – muitos desafios na ciência. “As poucas mulheres que conseguiam fazer ciência muitas vezes não tinham seu trabalho reconhecido. Rosalind Franklin é um bom exemplo. Ela teve um papel fundamental na descoberta da estrutura do DNA e isso só foi reconhecido muito recentemente. O mérito foi para uma dupla de cientistas homens que, inclusive, se apropriou do trabalho da cientista”, aponta. Hoje, o cenário do universo feminino no meio científico é outro. “Atualmente é muito mais fácil para as mulheres ingressarem na ciência, mas isso não garante ausência de desafios. Eles são outros. A progressão na carreira é mais lenta, a maternidade tem um grande impacto, há muitos relatos de assédio no ambiente acadêmico-científico, etc”, pontua Pâmela. Para ajudar outras mulheres e mães cientistas ela passou a fazer parte do grupo Parent in Science. “Tenho muito orgulho de fazer parte deste movimento. Ele trouxe à tona o tema parentalidade e ciência e fez com que olhássemos para as mães cientistas com olhos mais inclusivos. Somos muitas e várias vezes achamos que estamos sós. Tivemos muitos avanços nestes últimos três a quatro anos. Realizamos eventos e discussões com agências de fomento, conseguimos incluir na análise do currículo de editais de agências de fomento à pesquisa e de algumas universidades a consideração da maternidade na análise do currículo de cientistas mães, compartilhamos diretrizes para ambientes acadêmicos mais inclusivos, divulgamos dados acerca do impacto da maternidade e paternidade na produtividade das/dos cientistas, inclusive durante a pandemia, entre outros”, cita. Pâmela diz, ainda, que há muitos desafios e
Revolução 5.0 chegou ao Brasil e já divide o cenário com sua antecessora

É quase impossível não pensar nos fenômenos econômicos e sociais que moldarão o futuro dos brasileiros nos próximos anos. E não é apenas em razão da pandemia, mas sim em virtude da Quarta e Quinta Revoluções Industriais, que já aconteciam no restante do mundo, mas ainda engatinham no Brasil. Há exato um ano, na edição 132 da RBA (setembro/outubro), o tema de capa foi a Quarta Revolução Industrial (Revolução 4.0). Na época, ainda pouco conhecido no Brasil, o fenômeno foi abordado em razão de sua importância e de sua chegada, ainda que a passos lentos, no cenário nacional. Por outro lado, em diferentes partes do mundo, a Revolução 4.0 já estava em tal grau de amadurecimento que levou o ‘Fórum Econômico Mundial’, no início deste ano, a tratar as transformações socioeconômicas atuais como efeitos da Quinta Revolução Industrial (ou Revolução 5.0). A rapidez com que os fatos se sucederam fez com que um movimento tecnológico-industrial substituísse o outro, em menos de oito anos (2011 a 2019). Segundo a administradora e professora da Universidade de Brasília (UnB), Débora Barem, a Revolução 4.0 foi um desdobramento natural das revoluções que a precederam, em razão das lógicas econômicas existentes anteriormente, mas agora acrescidas do fenômeno digital e disruptivo da atualidade. Construídos com base em Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e automação, em geral, as máquinas ganharam capacidade de pensar, executar funções e tomar decisões sem a necessidade de comandos humanos. Já a Quinta Revolução Industrial aparece, na visão da pesquisadora, como resposta ao futuro da população mundial, sobretudo, diante do quadro de envelhecimento, na maior parte dos países. O dilema gira em torno sobre o que será feito de bilhões de trabalhadores, mundo afora, caso sejam substituídos por máquinas a qualquer instante. “A Revolução 5.0 expressa a preocupação existente sobre as consequências sociais do novo fenômeno. Há milhares de países que vivem momentos completamente distintos, em relação ao contexto tecnológico e econômico atual, com isso aumentam ainda mais as desigualdades”, diz a professora. Funcionamento Do ponto de vista técnico, o engenheiro e professor da faculdade de engenharia da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Marcelo Segatto, esclarece que na Revolução 5.0 as máquinas passam a trabalhar de modo cooperativo com os humanos. Deste modo, segundo ele, haverá maior exigência das máquinas nos quesitos compreensão de gestos, fala e até das alterações de humor dos seres humanos. Ao fazer análise sobre adaptação do Brasil ao novo cenário, Segatto alerta, no entanto, sobre a necessidade de repensar o modelo pedagógico vigente, tendo em vista o contexto tecnológico nacional e as tendências mundiais. Ele ressalta que as habilidades necessárias para acompanhar a Quarta e Quinta Revoluções surtirão efeito, apenas, se for equilibrado déficit educacional da população brasileira e criada cultura de que ciência é parte da natureza e do dia a dia das pessoas. “A quinta revolução não chegará ao Brasil, enquanto não vivermos a Revolução 4.0. O trabalhador desse novo quadro que se desenha deverá ser um profissional mais qualificado, e isso exigirá mais tempo de formação e mudança nos processos de profissionalização”, analisa. Visão do mercado A principal novidade da Revolução 5.0 será promover benefícios tangíveis, não apenas para os negócios ou governos, mas também agir a favor das pessoas, na visão do especialista em transformação digital, Enio Klein. Entre os efeitos gerados, ele aposta, ainda, na busca de mais agilidade, produtividade e aumento de receita, em virtude da redução dos custos de produção e processos. Segundo Klein, a Quinta Revolução Industrial está alinhada com os “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, previstos na agenda da Organização das Nações Unidas (ONU), para 2030. Em teoria, embora exista a possibilidade de ser implementado em qualquer lugar, ele avalia que o Brasil ainda não está preparado para nenhuma das duas revoluções industriais. “O que vemos são ilhas de desenvolvimento extremamente avançadas e bolsões de atraso gigantescos. Assim como temos desigualdades sociais, temos também desigualdades organizacionais”, avalia. Na opinião do também empresário, Fernando Taliberti, a Revolução 5.0 une a capacidade humana às potencialidades da máquina, por meio de dispositivos e tecnologias capazes de provocar novos paradigmas de evolução. Embora o Brasil ainda esteja atrás de outros países, em termos de educação e tecnologia, ele é otimista em relação às qualificações do país em relação ao futuro. “O brasileiro tem uma característica que pode ajudar bastante nesse novo contexto. Nossa pluralidade cultural, criativa e flexibilidade estão entre as características humanas que diferenciam justamente a Quarta da Quinta Revolução Industrial”, sentencia. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA
Inscrições abertas: XIX EPEAD reúne estudantes de administração de 13 a 15 de novembro

19a edição do tradicional encontro irá promover apresentações de trabalhos, hackaton, minicursos e encontros paralelos Ocorre dos dias 13 a 15 de novembro, em forma online, o XIX EPEAD (Encontro Paranaense de Estudantes de Administração) com o tema “A transformação digital como guia da disrupção nas organizações”. O evento é uma realização do Conselho Paranaense de Administração do Paraná (CRA-PR) e da Business School da Universidade Positivo (UP) e tem como objetivo possibilitar que estudantes de administração possam trocar experiências acerca de temáticas relevantes e atuais, além de ampliar a formação acadêmica. Na programação do evento estão minicursos, hackaton, apresentação de trabalhos acadêmicos, além do ECPAD (Encontro Paranaense dos Coordenadores e Professores de Administração). O evento está com inscrições abertas em https://www.epead2020.com.br/inscri%C3%A7%C3%B5es Para participar das palestras de abertura e de fechamento gratuitas, basta acessar o link: https://www.epead2020.com.br/eventos/palestra-magna
Pesquisa revela que maioria quer continuar trabalhando em casa

Que 2020 foi um ano difícil em todos os sentidos, ninguém tem mais dúvidas. A Covid-19 alterou o ritmo mundial, mudou planos e sacudiu a vida de todas as pessoas não só na vida social e econômica mas, sobretudo, na saúde mental. Para entender melhor o assunto, o Conselho Federal de Administração (CFA) promoveu, na última quinta-feira, 5, a live “Saúde mental na pandemia”. Participou do evento a pesquisadora na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FIA e FEA/USP) e sócia na Farol de Carreira, Sylvia Hartmann. Tão logo a pandemia começou, as empresas tiveram que se adaptar e, em razão do isolamento e do distanciamento social, aquelas que não atuavam em atividades essenciais tiveram que dispensar os funcionários para o chamado home office. Na live, Sylvia deu detalhes de uma pesquisa da FIA, divulgada recentemente, que revelou detalhes dessa modalidade de trabalho. “Esse foi um assunto que sempre me interessou e, com a pandemia, surgiu a possibilidade de realizar um levantamento relâmpago sobre isso. E a ideia foi trazer algumas respostas, pois é um tema que afetou a vida de muitas pessoas”, disse. De acordo com o levantamento, dos 1.295 que responderam a pesquisa, 73% sentem que o trabalho em home office proporciona maior satisfação; 70% gostariam de continuar trabalhando nessa modalidade após a pandemia; e 64% consideram que sua produtividade em casa é maior ou igual a da atividade presencial. “A gente falou com pessoas que não trabalhavam em casa antes da pandemia. Eram trabalhadores, que iam para o escritório e, de repente, passaram por mudanças drásticas e que, apesar de todos os desafios, a maioria gostaria de continuar trabalhando em casa após a pandemia”, explicou. Mas, e onde entra a saúde mental nesse cenário? Segundo a pesquisa, 67% das pessoas que participaram do levantamento sentem que seu trabalho em home office é compatível com os cuidados da própria saúde mental; 63% afirmam que trabalhar em casa é compatível com os cuidados com sua saúde física. Além disso, 76% afirmaram que o home office é compatível com a convivência familiar e 73% sentem que é possível conciliar o trabalho com o cuidado com a família. “O que a gente pode inferir desses números é que muitos desses profissionais que passavam muito tempo nos escritórios e em compromissos de trabalho, apesar desse conflito de ter que encaixar todas as atividades dentro de casa, passaram a ter mais tempo com as famílias e isso foi percebido por eles como um ponto positivo”, conta Sylvia. Com relação ao gerenciamento de equipes remotas, ela explica que estudos anteriores já apontavam as dificuldades das chefias em liderar profissionais a distância. A pesquisa da FIA/FEA/USP mostrou que, na atuação em home office, a maioria dos empregados contou com o suporte da chefia e 65% está satisfeita com seus chefes. Porém, há uma dificuldade maior no processo de gestão do desempenho e capacitação, pois apenas 44% dos respondentes do levantamento afirmaram receber de sua chefia avaliações de desempenho. “É muito diferente você avaliar a pessoa por horas trabalhadas, que entra às 8h e sai às 18h, por exemplo. Nem todas as empresas brasileiras estão habituadas a fazerem uma gestão por resultados e esse é um dos grandes desafios”, afirmou. A live aconteceu no canal CFAPlay. Para conferir o conteúdo na íntegra, clique aqui. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
Comunicação inteligente para pessoas e negócios

Notadamente a comunicação tem tido um papel de protagonista nas últimas décadas, seja pelo avanço das tecnologias digitais que promovem cada vez mais o quanto e como podemos nos comunicar na esfera organizacional e pessoal, ou ainda pela vertente que defende a comunicação empática e de forma mais natural. Softwares, redes sociais, dispositivos, aplicativos, plataformas, cada vez temos mais formas de interação com o que existe no mundo a uma velocidade jamais vista. A comunicação assumiu desde sempre um papel importante na sociedade em todos os aspectos, mas sobretudo em funções como: Liderança, vendas/negociação e aquelas que demandam muito contato humano. Considerando liderança, grande parte dos autores e pensadores do tema, como o prof. Ram Charam, a colocam como pilar essencial, tendo em vista que o líder tem papel decisivo no convencimento/engajamento de sua equipe para leva-la ao objetivo da organização, líderes que não se comunicam bem não lideram bem. No que tange a área de vendas e negociação, a comunicação é o canal indutor do processo, sem comunicação eficiente não há negócios sustentáveis. Estudos mostram que o número de pessoas que tem dificuldades em se comunicar é grande, isto se reflete na vida pessoal, na carreira e nas organizações, pois, empresas se comunicam através de pessoas, da criatividade que elas empregam, na ausência de medo em expor ideias, na segurança da argumentação e na empatia verdadeira de ser inteligente ao ponto de se espelhar com o ouvinte e assim ser mais assertivo. Comunicação inteligente caminha de mãos dadas com a empatia. Tudo começa por esse laço que deve ser estabelecido nos primeiros 2 segundos. Especialistas como Nicholas Boothman, escritor do livro: Como convencer alguém em 90 segundos, afirma que é no primeiro contato que tomamos a decisão de “fugir ou ficar”, ou seja: acreditar ou não. Diante disto, a comunicação deve ganhar ainda mais espaço e protagonismo em nossas vidas e negócios. Estamos em meio a um caos jamais visto em nossa geração, vivemos um momento de pandemia causada por um vírus chamado de COVID – 19, ou apenas NOVO CORONAVIRUS, que simplesmente fez o mundo parar. A melhor saída inicialmente se mostrou o isolamento social para conter a disseminação e assim dar tempo para que autoridades de saúde pudessem se preparar com a ampliação dos sistemas de saúde. Bem, o que isto tem haver com comunicação? Tudo! Esse caos desafiou nosso modo de se comunicar. As organizações tiveram que fechar, exceto as de necessidades básicas. Ao redor do mundo indústrias, comércios, igrejas, além de todo e qualquer evento que aglomerasse pessoas foram impactados, sendo assim, posso afirmar a você que o que se sobressai neste momento é a forma de como nos comunicamos, mantendo nossos laços sociais e de negócios. As empresas precisam se reinventar na forma de abordar o cliente. Os dispositivos tecnológicos de comunicação são forte aliados, entretanto é preciso saber que mesmo através deles temos a percepção e o sentimento de agilidade, empatia, personalização e segurança. Com certeza neste momento de crise mundial que assola a saúde e impacta economia e demais setores, a comunicação é forte aliada das pessoas, das empresas e da sociedade como um todo. Usar adequadamente os meios tecnológicos, ser empático, ágil, cordial e humano nunca foi tão importante como agora. O momento pede humanidade, solidariedade, liderança, negociação e sobretudo comunicação inteligente. Jean Matos Especialista com MBA em Gestão Estratégica de Negócios pela FGV/RJ e extensão em comunicação empresarial; Mestre em Desenvolvimento Regional e Agronegócios pela UNIOESTE/PR. Palestrante organizacional, consultor, empreendedor e professor universitário na PUC/PR.
Novos arranjos de pesquisa, inovação e gestão de projetos de P,D&I

Capacidades e espaços para a gestão da inovação – Novos arranjos de pesquisa, inovação e gestão de projetos de P,D&I.
Justiça determina que administradora de condomínio deve ter registro em CRA

A fiscalização do Sistema Conselhos Federal e Regionais de Administração (CFA/CRAs) não para. Imbuídos na missão de proteger a sociedade dos maus profissionais, os fiscais não têm poupado esforços para fazer valer a Lei n.º 4.769/1965. Um dos exemplos mais recentes vem do CRA do Espírito Santo. Em uma ação fiscalizatória, o regional autuou e multou uma pessoa jurídica que presta serviço de administração condominial por ausência de registro no CRA. Contudo, a empresa não acatou a determinação do CRA-ES: além de não fazer o registro, impetrou mandado de segurança contra o presidente do regional com o intuito de tornar sem validade e eficácia a autuação, sustar o pagamento da multa e que fosse reconhecido a não relação jurídica entre a empresa e o CRA. Na ocasião, ela alegou que administração de condomínio não é relativa à Administração e a exigência do CRA-ES não teria embasamento legal. Não foi esse o entendimento do juiz Guilherme Alves que analisou o caso. Na época, o magistrado deferiu parte do pedido liminar suspendendo os efeitos da autuação e da multa. Mas, após analisar as informações que o CRA-ES prestou, ele decidiu pelo não provimento do mandado de segurança e revogou a decisão anterior, que deferiu a liminar por entender que as atividades em questão são privativas da área de Administração. “Revendo o entendimento adotado na decisão proferida, verifico, a partir da leitura do dispositivo supracitado, que as atividades precípuas do impetrante enquadram-se naquelas dispostas na normativa vigente”, disse o magistrado. Empresa apelou ao TRF2 Insatisfeita com a decisão, a empresa recorreu no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). Porém, prevaleceu a aplicação da Lei: ao analisar a questão, a 8ª turma especializada do tribunal negou, por unanimidade, o seu provimento. Em um trecho do acórdão, assinado pelo desembargador federal e relator do caso, Marcelo Pereira da Silva, a turma de desembargadores justifica a decisão. “Constatada que a sociedade tem como atividade básica a prestação de serviços afetos, especificamente, a profissão de administrador, na forma da Lei n.º 4.769/1995 e do Decreto n.º 61.934/1967, torna-se impositiva a sua inscrição perante o Conselho Regional de Administração, bem como sua sujeição à fiscalização devida”, afirmou. Para o presidente do CRA-ES, Maurílio José Martins Inês, essa é uma vitória importante para a fiscalização do regional e do Sistema CFA/CRAs. “É a consolidação do segmento empresarial de Administração de Condomínios como área de atuação exclusiva da Administração, garantindo a gestão profissionalizada dos serviços”, disse o administrador. O diretor de Fiscalização e Registro do CFA, Carlos Alberto Ferreira Júnior, também celebra a decisão judicial a favor do CRA. “O judiciário, repetidamente, tem decidido a favor da lei e dos profissionais e empresas da Administração. Administração de condomínio é campo da Administração e para exercer essa atividade, tem que ter registro no Conselho Regional de Administração. Se não tem registro, é ilegal o exercício e o proprietário ou inquilino tem que denunciar os clandestinos. Ou seja: o seu patrimônio está correndo um sério risco”, alertou o conselheiro. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
Se o seu plano é empreender, se conheça primeiro

Autoconhecimento! Essa foi a palavra-chave do webinar sobre Empreendedorismo Feminino, realizado na última terça-feira (27) pela Comissão ADM Mulher, do Conselho Federal de Administração (CFA). As convidadas foram a cofundadora da Sonata Brasil, Soraia Schutel, e a administradora e fundadora do Instituto FloresSer, Ana Paula Bohn. A mediação ficou a cargo da administradora, coordenadora da Comissão ADM Mulher e diretora da Câmara de Formação Profissional do CFA, Cláudia Stadtlober. Cada vez mais as mulheres estão ocupando espaços importantes no ambiente empresarial nacional. Soraia falou um pouco desse cenário, explicou como se deu a revolução feminina no Brasil e trouxe referências que a inspiram. A empreendedora também explicou porque o autoconhecimento é essencial nesse caminho. “Mulheres são intuitivamente conectadas com um propósito. Uma mulher não se move se ela não está conectada com isso”, disse. No dia 5 de outubro comemorou-se o Dia do Empreendedorismo em homenagem ao Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. No Brasil, segundo um levantamento do Sebrae, existem cerca de 52 milhões de pessoas que possuem negócio próprio. Analisando o cenário ordinário de oportunidades na vida da mulher, Ana Paula trouxe exemplos pessoais para o debate e enfatizou que para empreender com sucesso é muito importante gostar do que se faz e saber gerir. “Muitas vezes, pela pessoa entrar no empreendedorismo a partir da necessidade, normalmente ela não busca conhecimento voltado à gestão. Então, a tendência dessas instituições fecharem é muito grande e, além de fecharem, trazer problemas com esse fechamento”, explicou. Confira como foi esse bate-papo: Elisa Ventura Assessoria de Comunicação CFA
Conselhão cria duas comissões para otimizar os trabalhos

Nesta quinta-feira foi realizada a 71ª reunião ordinária do Fórum dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas, o Conselhão. Foi a primeira vez que o grupo se reuniu presencialmente no Conselho Federal de Administração (CFA), em Brasília, depois do início da pandemia no Brasil. Na pauta estavam as decisões judiciais das execuções judiciais das dívidas ativas, movidas pelos conselhos fiscalizadores de profissões, que ocuparam boa parte das discussões. “O tema mais polêmico realmente foi essa questão. Criamos uma comissão para tratar desse assunto. Ela será integrada pelo jurídico de seis conselhos profissionais e vai elaborar uma proposta e apresentar ao Conselhão para que depois os presidentes possam deliberar”, explicou o coordenador do Fórum e presidente do CFA, Mauro Kreuz. A comissão será composta pelos Conselhos Federais de Administração (CFA); Contabilidade (CFC); Educação Física (Confef), Fonoaudiologia (CFFa); Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito) e Economia (Cofecon). Os projetos de leis que afetam os conselhos fiscalizadores de profissões apresentados ao Congresso Nacional antes e durante a pandemia, como a PEC n.º 108, que dispõe sobre a natureza jurídica dos conselhos profissionais, e a PEC n.º 302, da Reforma Administrativa, também foram objeto de discussão dos presentes. Outro resultado da reunião de hoje foi a criação de uma comissão que mapeará todas as ações dessas autarquias em direção à sociedade, no sentido de tornar conhecido os trabalho dessas instituições. O objetivo é comunicar a identidade das mesmas, o que fazem em prol do país e como o estaria o cenário brasileiro sem esses conselhos. Integram essa comissão os Conselhos Federais de Administração (CFA); de Contabilidade (CFC); e o de Relações Públicas (Conrerp). “A comissão vai trabalhar para melhorarmos a nossa comunicação com a comunidade externa. Com a sociedade, com os profissionais registrados, com a Câmara dos Deputados, Senado Federal, Tribunal de Contas da União, com o Judiciário, em especial, para que eles mudem a percepção que têm, e que é equivocada, sobre a importância e o papel dos conselhos profissionais junto à sociedade brasileira”, afirmou Kreuz. A próxima reunião do Conselhão deve ser realizada em novembro. Elisa Ventura Assessoria de Comunicação CFA
Rádio ADM alcança 90,7 milhões de ouvintes em um mês

A frequência azul do rádio pode ser acessada virtualmente em qualquer hora e lugar Os índices de audiência da Rádio ADM têm gerado bons resultados e posicionado a rádio on-line do Sistema CFA/CRAs entre as melhores do país quando se trata de conselhos de classe. A plataforma de notícias não deixa a desejar no quesito informação e credibilidade, e já alcançou mais de 90 milhões de ouvintes somente entre 11 de setembro a 10 de outubro deste ano. Neste período foram produzidos 73 boletins de notícia – distribuídos em áudios para rádios convencionais de 1.033 emissoras de 25 Estados, 836 municípios e do Distrito Federal. Com programas voltados ao público profissional, entretenimento e informação, a Rádio tem levado cada vez mais assuntos com temas de interesse da Administração, do Brasil e do mundo em reportagens especiais, entrevistas, podcasts e transmissões ao vivo, que geraram quase 150 horas de programação na mídia espontânea. Assuntos como a retomada de empregos e a crescente abertura de lojas virtuais no país, além de temas voltados aos profissionais de Administração, estágios, deficiência do mercado de trabalho e, também, o Sistema CFA/CRAs foram alguns dos destaques apresentados pelos jornalistas Rodrigo Nunes e Adriana Mesquita. As entrevistas e participações na Rádio contaram com especialistas, gestores e representantes da Administração – tanto do Conselho Federal, quanto dos Regionais. Sintonize na Frequência Azul do Rádio e fique por dentro das tendências e ações desenvolvidas no mercado de trabalho. É fácil, rápido e pode ser acessada a qualquer hora e lugar. Paulo Melo Assessoria de Comunicação CFA
Confira o resultado das Eleições 2020 do Sistema CFA/CRAs

Dia movimentado e de extrema importância para os profissionais de Administração, já que nesta quarta-feira (28) foi eleito um terço do corpo de conselheiros regionais e federais, conforme rege a Resolução Normativa CFA n.º 567. Os representantes da Administração – escolhidos democraticamente – tomarão posse em janeiro do próximo ano com mandato de quatro anos. A votação realizada – exclusivamente – pela internet – por meio do site votaadministrador.org.br, aconteceu entre 0h e 22h, pelo horário de Brasília. Entre o período estimado para a votação – não houve nenhuma intercorrência. Ao todo, 29.421 eleitores participaram das eleições. “Trabalhamos duro para que as eleições acontecessem com a maior credibilidade e eficiência. O trabalho não é individual, mas de todos os eleitores que participam deste momento de escolha dos representantes da Administração nos estados. É um momento único e que nos permite gerar bons frutos nos próximos anos”, afirmou o coordenador da Comissão Permanente Eleitoral do Conselho Federal de Administração (CPE/CFA), Hércules Falcão. Resultado Neste ano, as eleições escolheram conselheiros regionais para todos os estados e o Distrito Federal, além de federais para Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina e vaga especial para Tocantins. Os resultados das chapas vencedoras foram transmitidos ao vivo, a partir das 22h30, pelo canal CFAPlay, no Youtube, e poderão ser acessados neste link. Auditoria Participaram do processo de análise e resultado das eleições, o coordenador da CPE/CFA, Hércules Falcão; o vice-coordenador, Marcos Kalebbe; o membro José Carlos de Souza; o auditor, William de Almeida; e o operador do sistema eleitoral, Felipe Arruda. Tanto o período da votação, quanto a plataforma utilizada para as eleições – foram auditados pela empresa The Perfect Link – que emitiu, via sistema, o procedimento obrigatório preliminar aos processos de votação, apuração e totalização eletrônica. A confiabilidade do processo eletrônico eleitoral do Sistema CFA/CRAs é atestada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Paulo Melo Assessoria de Comunicação CFA
“Mulheres do RH” traz histórias inspiradoras de grandes profissionais

Reunindo 31 histórias de importantes executivas de Recursos Humanos do país, a obra produzida pela Editora Leader será lançada no dia 29 de outubro em todo o Brasil A Editora Leader se prepara para lançar, no dia 29 de outubro, às 19h, em seu canal do YouTube, mais uma obra focada no profissionalismo de grandes mulheres do mundo corporativo. Desta vez, sob título de “Mulheres do RH”, a publicação busca contar a história e a evolução da área de Recursos Humanos no país, além de trazer a biografia de suas coautoras. Na prática, o livro buscou apresentar cases diferenciados, que foram capazes de promover mudanças consideráveis na área de Recursos Humanos (RH) de inúmeras organizações brasileiras. A abordagem, a partir da ótica de 31 executivas, dialoga com experiências reais e fomentam a importância da construção de uma carreira com base na competência, resiliência, dedicação e perseverança. Andréia Roma é coordenadora geral do projeto e CEO da Editora Leader. “Trabalhamos com um grupo seleto de coautoras de diferentes origens, formações e experiências. No ‘Mulheres do RH’, teremos a presença do olhar feminino oriundo de setores variados, como varejo, indústria e serviços, mostrando a importância da mulher na área de gestão de pessoas”, conta Andréia Roma, coordenadora geral do projeto e CEO da Editora Leader. A obra contou também com a coordenação de Tania Moura, vice-presidente da Associação Brasileira dos Profissionais de RH e Executive Advisor da Synfiny Adivisors. “Recursos Humanos é, mais do que nunca, uma área estratégica e essencial, independentemente do nome que receba. Este livro é uma pequena amostra do poder do feminino e da alma das mulheres, que têm construído a evolução da história de gestão de pessoas no Brasil”, diz Moura. Sofia Esteves, presidente do Conselho do Grupo Cia de Talentos e comentarista de Carreira, na GloboNews, convidada como prefaciadora, conta a importância do “Mulheres do RH” em trazer uma diversidade completa, com executivas que atuam no Brasil, Europa e Estados Unidos: “Cada convidada acrescenta ao conteúdo sua escalada profissional até atingir o topo, seja em consultorias, em multinacionais, em empresas familiares, e dessa maneira alcançamos a representatividade das empresas através da coautoria”, conta. Tania Moura é vice-presidente da Associação Brasileira dos Profissionais de RH e Executive Advisor da Synfiny Adivisors. O material será vendido em todo o Brasil e poderá ser adquirido fisicamente nas livrarias Saraiva, Cultura, Travessa, Livraria da Vila, Martins Fontes, Livrarias Curitiba. Virtualmente, poderá ser comprado nos sites Submarino, Americanas, Shoptime, Extra, Casas Bahia, Ponto Frio e Amazon. Série Mulheres – Projeto idealizado pela Editora Leader, em abrangência nacional, ao Selo Série Mulheres que chegou ao mercado apresentando relatos de mulheres do mundo corporativo e de outras áreas, com o objetivo de inspirar muitas outras a buscarem o sucesso em suas carreiras e profissões, em seus segmentos de atuação. O trabalho é pioneiro, portanto, todos os títulos lançados por meio desta série são de propriedade intelectual da Leader, ou seja, não há, no Brasil, nenhum livro com título igual aos que foram lançados nesta Série. A primeira publicação foi o livro Mulheres do Marketing e, a segunda, Mulheres Antes e Depois dos 50. Para compor o projeto, Mulheres do RH será lançado no dia 30 de outubro. Profissionais que integram o livro “Mulheres do RH” Ana Costa, Andréa B. Cruz, Camille Holmer, Cida Garcia, Cidinha Fonseca, Cláudia F. C. Pereira Lopes, Cláudia Leal de Barros, Daviane Chemin, Emanoelli Falcão, Fabiane Prado, Franciane Bousfield, Glaucimar Peticov, Ingrid Perdigão, Juliana Mota, Kelen Reis, Letícia Dias, Lilian Sousa, Luciana Pavam Ezequiel, Magda Damasceno, Marília Gonçalvez de Oliveira, Marisa Salgado, Patrícia Bueno, Patrícia Rosado, Renata Lanzana, Rita Sbragia, Simone Albuquerque, Soemi Santana Pinheiro, Suzana Kubric, Tatiana Villefort, Yuri Gabriela Pezutto e Tania Moura; Simone Albuquerque, Soemi Santana Pinheiro, Suzana Kubric, Tatiana Villefort, Yuri Gabriela Pezutto e Tania Moura; SERVIÇO: Ficha técnica Título: Mulheres do RH Lançamento: 29 de outubro de 2020, pelo canal do YouTube da Editora Leader (https://www.youtube.com/channel/UCDPsCPwgDk6VkGCbYSTuVgg), às 19h Editora: Editora Leader ISBN: 978-85-5474-088-7 Páginas: 368 Formato: 22,8 x 15,4 cm Preço: R$ 79,90 Vendas virtuais: Submarino, Americanas, Shoptime, Extra, Casas Bahia, Ponto Frio e Amazon Vendas físicas: Saraiva, Cultura, Travessa, Livraria da Vila, Martins Fontes, Livrarias Curitiba Site: https://editoraleader.com.br Facebook: https://facebook.com/editoraleader Instagram: https://instagram.com/editoraleader Fonte: Assessoria de Imprensa Editora Leader
Documento publicado no DOU traz os valores das anuidades 2021

O Diário Oficial da União (DOU) publicou na quarta-feira, 28, a Resolução Normativa CFA n.º 588, que “dispõe sobre os valores das anuidades, taxas e multas devidas aos Conselhos Regionais de Administração e dá outras providências”. As regras divulgadas na RN entram em vigor a partir da publicação, mas seus efeitos começam a valer a partir de 1º de janeiro de 2021. Para o próximo ano, o valor da taxa anual para administrador, gestor público, bacharéis em campo conexo à Administração e mestres e doutores será de R$ 453, 01. A anuidade para tecnólogos e os diplomados em cursos sequenciais de formação específica conexos à Administração será de R$ 308,40. Já os técnicos em Administração de nível médio, o valor é R$ 225,94. As pessoas jurídicas também terão valores diferentes na anuidade 2021. O valor varia de acordo com o capital social da empresa. A RN 588 também apresenta os custos de taxas referente a outros serviços como emissão de segunda via da Carteira de Identidade Profissional e do Registro de Responsabilidade Técnica, além dos valores das multas referentes ao exercício ilegal da profissão e sonegação de informações e documentos que provoquem embaraço à fiscalização. Descontos As anuidades deverão ser pagas até 30 de março de 2021. Os Conselhos Regionais de Administração (CRAs) terão autonomia para conceder desconto de até 15% para pagamento da anuidade do exercício em cota única, até 28 de fevereiro do próximo ano. Para os recém-formados, a primeira anuidade pode ser gratuita. Contudo, caberá ao plenário do CRA conceder a isenção taxa ao interessado que solicitar registro profissional em até 60 dias após a colação de grau. Para ler a RN n.º 588 na íntegra, clique aqui. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
WEBINAR – Encontros MGPDI – Dia 29/10 às 17h

Benefícios da inovação e da transformação digital.
Eleições 2020 – Seja Protagonista do Futuro da Administração

Administrador(a), defina o futuro da sua profissão!
Gestoras respondem à questão em webinar do CFA

No Brasil, 59% dos empreendedores são homens, e 41% são mulheres, segundo um relatório produzido pela MindMiners. No entanto, iniciativas de liderança feminina, incluindo a atuação das mulheres em altos cargos dentro de empresas, vêm crescendo. Personalidades como Luiza Helena Trajano chamam ainda mais a atenção para as empreendedoras de sucesso. Na próxima terça-feira, 27, o Conselho Federal de Administração (CFA) vai promover mais um webinar da Comissão ADM– Mulher com o tema Empreendedorismo Feminino. As convidadas serão a empresária e cofundadora da Sonata Brasil, Soraia Schutel, e a administradora e fundadora do Instituto FloresSer, Ana Paula Bohn. O objetivo é compartilhar experiências, trocar informações e inspirar outras mulheres que desejam seguir o mesmo caminho de empreender. Parte fundamental dessa escolha é saber administrar e planejar bem. Nossas especialistas falarão, ainda, como deve ser esse processo para que haja êxito e os riscos sejam mitigados aos máximo. O bate-papo será realizado às 16h, horário de Brasília, pelo CFAPlay, e mediado pela coordenadora da Comissão ADM– MUlher, Cláudia Stadtlober. Acesse e participe! Assessoria de Comunicação CFA
Do global ao local

Érick Antonio Sígolo Professor e Coordenador: Curso de Administração Unipar – Universidade Paranaense – Unidade de Guaíra. Administrador com Especialização em Gestão Empresarial pela FGV e Mestre em Desenvolvimento Regional e Agronegócio. Delegado da seccional do CRA/PR de Guaíra. O desenvolvimento brasileiro caracterizado pela industrialização pode ser dividido em dois momentos: a década de 30 como verdadeiro marco inicial; e a década de 50 como fase de entrada de capitais externos. Assim se criou um núcleo dinâmico na economia caracterizado pela produtividade com ganhos de escala e pela tecnologia relativamente avançada, integrando novas regiões e vinculando-as à dinâmica do capital nacional e internacional. As transformações que ocorreram no Brasil e no Paraná no setor industrial e agrícola foram decorrentes desse processo, ou seja, de uma economia agrícola tradicional passamos por uma transformação industrial. Assim, a integração de uma região só pode ser compreendida com a inserção da economia local no âmbito nacional e internacional. Contudo, a base de exportação de um município, estado ou pais é denominada, principalmente, pelas atividades básicas que produzem bens e serviços vendidos fora da região — “exportados”, seja para outros países ou outras regiões. Mesmo as atividades não básicas que são produzidas para consumo e investimento interno na região decorrem do crescimento das atividades básicas. Assim, com a crise mundial causada pelo novo coronavírus, vimos essa dinâmica ser afetada com a interrupção na comercialização e entrega de produtos essenciais. Começaram a faltar insumos, medicamentos e até suprimentos necessários à subsistência do ecossistema econômico de muitos países, estados e municípios. A pandemia causada pela covid-19 escancarou a grande dependência que os países, e até o Brasil, têm em relação à China, tanto nas relações de importação como nas de exportação. A participação em percentual da China no mercado global é enorme, conforme os dados abaixo: Fonte: revista exame de 22/07/2020.(Para visualizar o gráfico clique na imagem acima) No entanto, com a interrupção do fornecimento das cadeias de abastecimento, como aconteceu agora na pandemia, muitas empresas, países, estados e regiões forçaram-se a parar suas produções. Viu-se neste momento o quanto somos dependentes do mercado externo e de alguns países, em todos os sentidos. Do fornecimento de insumos para nossa produção até a comercialização de nossos produtos. Percebe-se que o atual modelo de negócio institucionalizado ao qual pertencemos, configurado numa “Base de Exportação Global”, proporciona o poder e a renda concentrado nas mãos de uma minoria. E quando essas crises acontecem, nós somos afetados diretamente, pois uma grande parte do fornecimento de insumos para nossa produção industrial interna advém de outros países. Além disso, boa parte do que produzimos também vai para o mercado externo. Parcerias comerciais são importantes, mas podem configurar um cenário de interdependência que pode gerar grande impacto quando uma crise extrapola suas fronteiras comerciais expandindo para todo o mundo os efeitos profundos causado por ela. A dependência de poucos fornecedores, a produção doméstica restrita de insumos, os subsídios do governo e o acompanhamento limitado de estoques foram os principais problemas revelados por esta crise. O susto provocado resultou em uma reconfiguração das empresas que estão buscando diversificar o leque de produtos para se manterem vivas durante este período crítico da economia mundial, através da reformulação dos processos produtivos e de seus canais de comercialização. Como estratégia de vendas, empresas de bens essenciais como alimentos e medicamentos estão focando seus esforços na internalização, ou seja, na produção específica destinada ao mercado interno. A mudança de foco que se deu pela quarentena foi desencadeada totalmente pela paralização de empresas que tinham como um dos principais clientes o mercado externo. Além disso, grandes multinacionais brasileiras que compravam matéria prima fora para seus produtos estão começando a fabricar insumos como forma de diminuir a dependência e fornecimento desses materiais por outros países. A BASF deverá produzir pelo menos três insumos, que até então vinham da Alemanha, para suas fábricas daqui do Brasil, segundo matéria da revista Exame de 22/07/2020. Mais que rapidamente, as empresas buscam agir como forma de amenizar os impactos de tal paralização “lockdown”. A estratégia do “menos é mais” para as grandes empresas faz todo o sentido agora, pois todos estão olhando para o mercado interno como uma válvula de escape para o problema. A palavra Regionalização ganhou mais força que a palavra Internacionalização. A pandemia, com as respectivas crises sanitária e econômica, impôs necessidades nunca antes vistas. Causou efeitos colaterais danosos e extraordinários, levando os atuais modelos de gestão a uma imprevisibilidade gigantesca do futuro. Posso afirmar que os pequenos negócios sofreram ainda mais, pois como sabemos, sua rede de contatos e clientes é menor, seu caixa é limitado e, na maioria das vezes, o pequeno empreendedor não dispõe de conhecimentos e ferramentas de gestão que possam auxiliá-lo. Mas nem por isso o protagonismo da inovação, diversificação e criação de novos modelos de negócios se restringe apenas às grandes empresas. Os médios e pequenos empreendedores também possuem lugar de destaque nessa briga econômica, mostrando que “é nos piores momentos que o espírito empreendedor aflora”. A quarentena forçou os brasileiros a comprar mais pela internet — um movimento que ajudou a impulsionar e manter as vendas neste período, beneficiando varejistas e pequenos comércios. Além disso, vimos pequenos negócios se reinventarem criando as mais inusitadas demandas como, por exemplo, o aluguel de ferramentas. Visto que o isolamento social forçou as famílias a ficaram em casa. Consequentemente, começaram a realizar manutenções e pequenas reformas em seus lares. Vimos restaurantes atendendo por aplicativos de delivery, indústrias do setor de vestuário que deixaram de fabricar roupas para concentrar sua produção em equipamentos de proteção individual (EPIs) como máscaras e jalecos. Até plataformas de anúncio de roupas funcionam como outlet de luxo, onde lojas fechadas podem expor seus produtos e marcas, pois estavam impedidas de comercializar devido às regras de distanciamento social. Sabemos que dentro de uma normalidade, o desenvolvimento de produtos e serviços para diferentes públicos é fundamental para as empresas perpetuarem seus negócios, mas no meio de uma crise como a que estamos vivendo, a inovação, a
CRA-PR apoia o Outubro Rosa

Outubro Rosa Movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, o Outubro Rosa foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, o câncer de mama é o segundo tipo mais comum, atrás apenas do de pele no Brasil. No entanto, é também o que causa mais mortes de mulheres, tendo sido a causa de 16.724 mortes femininas em 2017. Para este ano, a estimativa é que surjam mais 59.700 casos. Os sinais e sintomas mais comuns do câncer de mama são: Caroço (nódulo) endurecido, fixo e geralmente indolor. É a principal manifestação da doença, estando presente em mais de 90% dos casos; Alterações no bico do peito (mamilo); Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço; Saída espontânea de líquido de um dos mamilos; Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja. Para prevenir-se, todas as mulheres, independentemente da idade, devem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. Principalmente, porque a maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres através do autoexame. Alterações suspeitas precisam ser avaliadas pelo exame clínico das mamas e, se necessário, através de uma mamografia. Para maiores informações, acesse o site da Inca. Em breve, você terá em todas as mídias do CRA-RJ novos materiais sobre a doença, prevenção e a atual situação da saúde no Estado e no Brasil para combatê-la.
CIEE visita CRA-PR

Na última quarta-feira, 21 de outubro, profissionais do CIEE PR (Centro de Integração Empresa-Escola do Paraná) estiveram no CRA-PR para uma visita em decorrência de um pedido de informação feito pelo Conselho sobre a relação de estagiários de Administração e seus respectivos supervisores de estágio no estado. Estiveram presentes na reunião o presidente do CRA-PR Adm. Sérgio Pereira Lobo e o Diretor de Fiscalização, Adm. Sérgio Francisco Pedroso. O CIEE-PR foi representado pelo seu diretor presidente, Domingos Tarso Murta Ramalho, Vice-Presidente, Adm. Antoninho Caron e ex-conselheiro do CRA-PR, o Superintendente Paulo Cesar Leandro Mira e o Assessor Marlus Losso. Nas conversas, foi informado que as tratativas sobre o tema estão ocorrendo em âmbito nacional, diretamente com o CFA.
Publicação reúne conhecimento de diferentes áreas da profissão

Reunidos para as reuniões plenárias, presidentes, conselheiros e diretores participaram também do lançamento do livro Administração em Pauta, de autoria do administrador e diretor da Câmara de Comunicação e Marketing (CCM/CFA), Diego da Costa. A obra é resultado de uma coletânea de artigos publicados semanalmente por Diego no Jornal Correio de Sergipe e aborda conceitos técnicos e científicos da Administração; aspectos mais “práticos” e temas ligados diretamente à comunicação, ao marketing, à motivação, ao networking; e o dia a dia da Administração, com assuntos como ‘comprometimento’, carreira e administração do tempo. “Essa é a realização de um sonho. A minha perspectiva é a de deixar um legado para os profissionais de Administração, de deixar a minha contribuição mesmo para que eles possam continuar caminhando nesse aspecto de leitura e do conhecimento”, afirmou o autor. O presidente do Conselho Federal de Administração, Mauro Kreuz, parabenizou o administrador pelo feito e lembrou que é de grande importância para a Administração iniciativas desse tipo porque contribuem com a formação dos futuros profissionais, ainda em formação, além de valorizar a profissão. Um exemplar do livro foi distribuído a cada um dos participantes da reunião. Baixe a publicação aqui. Veja como foi o lançamento: Administrador Diego da Costa lança livro no CFA Assessoria de Comunicação
Organização das Nações Unidas completa 75 anos

A Organização das Nações Unidas (ONU) foi fundada em 1945 para substituir a antiga Liga das Nações, extinta em detrimento da Segunda Guerra Mundial. Com o fim do conflito, a Carta das Nações Unidas é assinada em 26 de junho do mesmo ano. Nascia, assim, a ONU que entrou em funcionamento no dia 24 de outubro. De acordo com o documento de fundação, os objetivos da organização são manter a paz e a segurança em todo o mundo; mediar e promover relações amistosas entre as nações; promover cooperações na resolução de problemas internacionais; e ser o centro responsável por reunir as nações em prol desses objetivos em questão. Como membro da Rede Brasil do Pacto Global, o Conselho Federal de Administração acredita que apenas a construção coletiva pode superar os desafios do nosso tempo. Diante dos impactos sociais e econômicos causados pela pandemia de Covid-19, apoia uma retomada pautada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. O dia costuma ser marcado por reuniões, debates e exposições em todo o mundo. Em 2020, uma ação coletiva usará as hashtags #UNDay, #DiadaONU e #NãoVolte em comemoração à data. A ONU A Organização das Nações Unidas se organiza em Assembleia Geral, Conselho de Segurança, Conselho Econômico e Social, Conselho de Tutela e Corte Internacional de Justiça e o Secretariado Geral. É composta, atualmente, por 193 países. O Brasil não só integra a ONU, como foi uma das 51 nações que assinaram a Carta das Nações Unidas em 1945, sendo considerado um país “fundador”. Assessoria de Comunicação CFA
Vice-prefeito de Curitiba visita CRA-PR

NOTA O vice-prefeito de Curitiba e administrador Eduardo Pimentel, visitou na segunda-feira, dia 19, as instalações da Casa do Administrador, sede do CRA-PR. Acompanhado do seu chefe de gabinete, Paulo Nauiack, Pimentel conversou com o presidente do CRA-PR, adm. Sérgio Lobo, e o vice-presidente adm. Ailton Renato Dörl, sobre os projetos do Conselho para os próximos anos. Eduardo Pimentel é administrador formado pela Universidade Positivo e tem larga experiência em gestão de empresas privadas e também em funções públicas, como, por exemplo, secretário municipal de obras, cargo que acumulou juntamente com a vice-prefeitura ao longo do mandato.