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Atendendo ao Decreto Municipal n. 520/2021, com o objetivo de reduzir o risco de contágio aos nossos colaboradores e visitantes, o CRA-PR terá suas atividades presenciais suspensas enquanto vigorar o decreto. Aproveite para conhecer nossos serviços online ou entre em contato pelo e-mail cra-pr@cra-pr.org.br ou pelo telefone (41) 3311-5555.   Continue contando com o CRA-PR. Até breve!

CRA-PR recebe novos registrados em webinar de boas-vindas

“Bem-vindo ao CRA”, no próximo dia 3 de março, vai abranger registrados dos meses de fevereiro deste ano mais outubro e novembro do ano passado O Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA-PR) realiza, no próximo dia 3 de março, a webinar “Bem-vindo ao CRA”, encontro de boas-vindas com registrados do mês de fevereiro deste ano mais os de novembro e outubro do ano passado. Administradores, tecnólogos e empresas serão recebidos em um evento virtual, devido à pandemia do novo coronavírus, em que serão apresentados aos objetivos e prerrogativas legais do Conselho. O encontro vai tratar também da obrigatoriedade do registro para o exercício da profissão dentro da legislação e os benefícios   pelo conselho aos profissionais da administração. Com a soma de registrados de três meses, a expectativa é que o encontro reúna cerca de 200 pessoas. Em fevereiro, o CRA-PR promoveu um encontro virtual de boas-vindas aos registrados do mês de janeiro e dezembro de 2020. O encontro passa a fazer parte do calendário fixo de eventos do CRA-PR, sempre na primeira quarta-feira de cada mês, às 8h30. “A ideia é estar mais próximo de nossos registrados, para apresentar e valorizar as ações do Conselho junto aos profissionais e empresas”, explica do adm. Sérgio Lobo, presidente do CRA-PR. “Ao nos aproximarmos dos novos registrados, melhoramos cada vez mais o relacionamento e a interação da entidade com esse público”, acrescenta. Além da presença do presidente do CRA-PR, o encontro vai contar também com as palestras da vice-presidente e conselheira, adm. Roselis Mazzuchetti, do diretor de eventos, adm. José Luiz Nicolelis, e do supervisor do setor de eventos, adm. Júlio Coelho. “Nossa intenção é criar sempre uma oportunidade de desejar nossas boas-vindas aos novos registrados e falar sobre o que temos de mais importante para oferecer aos profissionais da administração em parcerias e como entidade que regula a profissão”, complementa Nicolelis.

CRA-PR realiza webinar sobre mídias sociais para profissionais da administração

Objetivo é transmitir as melhores práticas no uso da tecnologia para a oferta de produtos e serviços e obter resultados positivos   O Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA-PR) realiza, no dia 25 de fevereiro, webinar sobre o uso de mídias sociais. A intenção é oferecer aos profissionais da administração conhecimento para o uso adequado das mídias digitais que lhes permita oferecer serviços e produtos, entendendo a tecnologia como ferramenta fundamental para o bom exercício da profissão. O programa é parte das iniciativas previstas no orçamento de 2021 para a realização de interações mensais com registrados e profissionais da administração.   “Vamos discutir com quem entende as melhores práticas no uso das mídias sociais, de modo que a gente possa trazer para os registrados, colegas da administração e tecnólogos o que podemos fazer com as redes, e deste modo mandar um recado maior para nossa classe”, resume o presidente do CRA-PR, o adm. Sérgio Pereira Lobo.   Para tratar do tema com os participantes, o CRA convidou Fernanda Musardo, especialista em mídias digitais e negócios na internet, palestrante e professora. Entre as empresas nas quais atuou estão Telefônica-Vivo, Grupo Marista, GRPCom, Rádio Banda B, Grupo Marista e Universidade Positivo. Ela fará uma apresentação sobre o assunto e estará disponível para responder as perguntas dos participantes. A programação vai contar ainda com as participações da adm. Joice Fabrício, coordenadora da Câmara da Mulher do CRA-PR, que também reúne conhecimentos na área da comunicação, e de Ricardo Voigt, jornalista e sócio-diretor da V3com, nova agência responsável pela comunicação do Conselho.   “Entendemos que o administrador não pode mais conviver sem o conhecimento em mídias sociais”, explica o adm. José Luiz Nicolelis, diretor de Eventos do CRA-PR. “Os administradores precisam dominar essa habilidade para fazer melhores ofertas de seus produtos, e utilizar as redes com mais assertividade para oferecer conhecimento”, acrescenta.   Transmitido pelo YouTube a partir das 19h, o evento será aberto a registrados e a demais interessados em entender melhor os novos caminhos sinalizados pelas mídias sociais. A duração é de aproximadamente 60 minutos.

Nova política de privacidade do WhatsApp: o que mudou ?

O WhatsApp voltou a ser o centro das atenções ao atualizar recentemente sua política de privacidade. Desde o início do ano, os usuários estão sendo notificados para aceitarem ou não as novas regras; os que não aceitarem terão a conta bloqueada. Toda a polêmica gira em torno do monitoramento e compartilhamento dos dados pessoais dos usuários, que estão migrando em massa para outros aplicativos, como o Signal e o Telegram, para preservarem sua privacidade. A certeza que se tem em meio a esse rebuliço é que as pessoas estão cada vez mais cientes de que os dados pessoais são tão importantes quanto qualquer outro ativo. É preciso lembrar, porém, que o “Zap” é apenas um entre os milhares de aplicativos e sistemas com os quais interagimos diariamente. Primeiramente, deve-se entender o que as novas regras do mensageiro explicitam. Basicamente, o que ocorrerá é uma maior integração e compartilhamento de dados entre o WhatsApp e outras ferramentas e empresas do Facebook. Contudo, é importante ressaltar que o conteúdo das conversas não será acessado – nem mesmo pela própria empresa – já que oaplicativo utiliza criptografia ponta a ponta entre os usuários. Na prática, o compartilhamento será de dados periféricos – o que não quer dizer que não sejam importantes, pois o são – que vão dos números dos contatos com quem se interage ao horário e a localização em que interagem. Vale ressaltar ainda que o fato de a atualização ser recente não significa que a captação de dados o é, conforme o diretor da ferramenta, Will Cathcart, em comunicado aos usuários “Nós atualizamos nossas políticas para sermos transparentes e melhor descrevermos ferramentas opcionais de pessoas para negócios”. As políticas anteriores já previam o compartilhamento, que já ocorria entre as plataformas desde 2016. Agora, no entanto, ele é compulsório, e conta com atualizações para prever integração com novas ferramentas e soluções. Mais: grande parte das novidades afeta quem utiliza comercialmente as ferramentas, de forma que o Facebook possa ser contratado e utilizado como canal para centralizar, armazenar e responder aos clientes, além de possibilitar pagamentos via ferramentas da plataforma.Não menos importante, no que se refere à LGPD (lei que rege o tratamento de dados e reserva ao titular o seu controle), a mudança deve ser mais bem estudada. O principal ponto a ser esclarecido se refere ao compartilhamento dos dados entre as plataformas – que carece de mais transparência nas finalidades e em como o uso é feito – e o controle que o usuário deveria ter em relação ao consentimento para determinados usos completos ou parciais. Assim, apesar de a nova política apresentar certa coercitividade no aceite total dos termos de privacidade ou no abandono da plataforma, e isso gerar certa sensação de atrito com a LGPD, é preciso ter cautela nos julgamentos, buscando alinhar as questões técnicas às regras jurídicas, e aguardar mais esclarecimentos das empresas para, então, definir se de fato violam os direitos e obrigações previstos na legislação. Vale também uma leitura aprofundada da nova política do WhatsApp para não cair em fake news e não ser sabotado por opiniões sem profundidade técnica É preciso acompanhar as verificações e pareceres de órgãos oficiais. Além disso, deve-se ficar alerta para o fato de que tanto o app de mensagens quanto o Facebook são apenas duas das várias ferramentas utilizadas e que, após instaladas, podem ter acesso aos mais variados tipos de dados possuídos e armazenados. Então, o conselho é dar a mesma atenção para as políticas praticadas por todos os outros aplicativos e buscar fontes técnicas que realizem análises confiáveis, para não tapar o sol da privacidade com uma peneira. Abaixo seguem as perguntas mais frequentes em relação ao tema. O que acontece se eu não aceitar a nova política? Aqueles que não aceitarem a nova política de privacidade serão proibidos de utilizar o aplicativo. Anteriormente, a data limite estava marcada para o dia 08/02/2021, mas após intimações de órgãos brasileiros cobrando esclarecimentos sobre as novas regras e a repercussão negativa gerada ao redor do tema, o WhatsApp postergou a data-limite para que o usuário aceite a nova política e a remarcou para o dia 15/05/2021. Dessa forma, a empresa utilizará o tempo extra para explicar melhor os novos termos e dar as respostas necessárias às autoridades. Que informações serão compartilhadas com o Facebook? O seu número de telefone; o número de telefone dos seus contatos; seu status do WhatsApp; o modelo do seu celular; o sistema operacional do seu celular; quanto tempo você fica no WhatsApp e quais horários de uso; quantas transações financeiras você realiza no WhatsApp e quanto você gasta nelas – vale ressaltar que isso vale apenas para as ferramentas integradas ao WhatsApp (como WhatsApp pay e Facebook pay) e não outros aplicativos financeiros do celular. O Facebook e o WhatsApp terão acesso ao conteúdo das conversas? Não. As conversas no WhatsApp são protegidas por criptografia assimétrica de ponta a ponta. Isso quer dizer que o conteúdo da comunicação só pode ser visualizado pelos dois extremos. Criptografia é um conjunto de técnicas que transformam um texto legível em ilegível;o texto só retorna ao estado original no destinatário que detém a chave capaz de desfazer o processo. Criptografia assimétrica: é como se cada usuário tivesse duas chaves, uma pública e uma privada. A chave privada é exclusiva de cada usuário e a chave pública é compartilhada com os demais, de tal forma que, quando se envia uma mensagem, o emissor protege a mensagem com a chave pública que recebeu do destinatário. Dessa forma, a mensagem sai protegida. Na outra ponta, só o destinatário que detém sua própria chave privada consegue ler mensagens protegidas por sua chave pública, ou seja, minha chave privada é a única que abre o que foi protegido com a chave pública que compartilhei. Como as chaves ficam armazenadas nas pontas (com os usuários) os servidores não têm acesso ao texto de modo inteligível. Esse é o mesmo método utilizado por aplicativos como Telegram e Signal. Como os dados compartilhados podem

Save the date

Coffee break e rodada de negócios em comemoração ao Dia da Mulher

WEBINAR: Bem-vindo ao CRA-PR

Legenda: Sejam bem-vindos, novos registrados. Para aproveitar ao máximo a nossa relação, assista ao webinar de boas-vindas do CRA-PR e conheça nossa estrutura, formas de atuação, convênios vigentes e outros temas atuais e vitais para a boa administração. Não perca! Nosso encontro virtual acontece nesta quarta-feira (03/02), às 8h30. Para participar, entre em contato com a gente!

Fiscalização do CRA-DF vence batalha judicial

A fiscalização do Sistema Conselhos Federal e Regionais de Administração (CFA/CRAs) começou o ano com uma vitória no campo jurídico. Mais uma vez, uma empresa tentou eximir-se da obrigatoriedade de ter registro de pessoa jurídica em CRA. Contudo, a justiça federal, pautada na Lei 4.769/65, julgou improcedente a ação movida pela instituição. O caso aconteceu na capital federal em 2019. Naquele ano, a empresa em questão recorreu a justiça por estar inconformada com a exigência de registro no Conselho Regional de Administração do Distrito Federal (CRA-DF). Na ocasião, ela alegou que não exercia atividades típicas da administração e, por isso, pleiteou em caráter de urgência que seu CNPJ não fosse inscrito no cadastro de dívida ativa devido ao não pagamento das anuidades. Ao julgar o pedido, a juíza da 4ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal (TRF-1), Raquel Soares Chiarelli, afirmou que, ao analisar o pedido da empresa, percebeu que “as principais atividades desenvolvidas elencam as atividades típicas do profissional de Administração, o que revela a ausência da verossimilhança das alegações formuladas”. Sendo assim, a magistrada negou o pedido de tutela de urgência feito pela organização e a ação continuou em curso. Após a apresentação de contestação pelo regional e de réplica pela parte autora, o processo foi concluso para sentença. Na decisão, o juiz federal Itagiba Catta Preta Neto, disse que as atividades da empresa desenvolvidas estão passíveis de registro em CRA. Nesse sentido, ele concluiu: “A atuação da parte autora em organização e administração de eventos, bem como consultoria, conforme indicado, são passíveis de registro junto ao Conselho de Administração, nos termos da Lei nº 4.769/1965, que descreve as atividades exercidas pelo Técnico de Administração.”. Com a decisão, a exigência de registro no CRA-DF foi mantida. Para o diretor de Fiscalização e Registro do CFA, Carlos Alberto Ferreira Júnior, a vitória do CRA-DF reforça, mais uma vez, que a Fiscalização do Sistema CFA/CRAs atua fortemente na defesa da sociedade cobrando o registro em CRA das empresas e dos profissionais que desempenham atividades de Administração. “O judiciário, repetidamente, tem decidido a favor da lei e dos profissionais e empresas da Administração. Se não tem registro, é ilegal o exercício”, alertou o conselheiro. O CFA, por meio da Câmara de Fiscalização e Registro, divulga no site as jurisprudências com as decisões judiciais favoráveis à profissão. O interessado pode se cadastrar e receber decisões de interesse do Sistema CFA/CRAs, como “Consultoria e Assessoria em Gestão Empresarial”, “Administração de Condomínios”, “Embaraço a Fiscalização/Sonegação de Informações e Documentos”, “Cargos Pertinentes ao Administrador”, entre outras. Clique aqui e confira. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Imprensa CFA

B2B e B2C são poderosos recursos para CRM e Fidelização

O relacionamento entre empresas (B2B), e entre organizações e consumidores (B2C) tem sido cada vez mais utilizado pelo mercado como diferencial estratégico. Em tempos de pandemia e isolamento social, fazer a lição de casa e manter próximos aqueles que impactam o negócio — tais como o cliente final, fornecedores e demais stakeholders —, é questão de sobrevivência e pode resultar em aumento de lucro e mercado, ou em crise e falência. Pesquisa realizada pelo LinkedIn, entre dezembro de 2019 e abril de 2020, com profissionais de vendas e compradores B2B, no Brasil e no exterior, identificou o fortalecimento de relacionamentos como fundamental para manter o crescimento das empresas. Para 63% dos profissionais de vendas, a confiança foi fundamental para fechar negócios. Embora as formas de relacionamento sejam diferentes no B2B (business to business) e no B2C (sigla para Business to Consumer), a relação criada entre compradores (consumidor) e vendedores (fornecedor) tem sido similares. Em ambas, o atendimento de necessidades aparece em primeiro lugar e, na sequência, a fidelização e retenção de clientes, segundo o site Agendor, especializado em CRM (marketing de relacionamento) para o público B2B. De acordo com a professora e pesquisadora do ‘Centro de Estudos e Pesquisas em Administração’ (CEPA), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Daniela Brauner, independente da forma de conexão entre compradores e vendedores, ambos precisam se sentir beneficiados, do contrário, o relacionamento não será duradouro. Mesmo pequenos detalhes podem ser decisivos no arremate final, por isso o diálogo deve ser constante e demonstrar relação de equilíbrio. Para facilitar a negociação, ela diz que a disponibilidade de informações e a comunicação atuam de forma positiva, em diferentes níveis, na agregação de valor. Além de favorecer a busca por orçamentos mais amplos, e proporcionar verificação de detalhes sobre os produtos e serviços, o canal também funciona como ponte entre as partes e influencia a imagem que organização terá junto ao seu interlocutor. “No B2B, a reputação é gerada por vários pontos, tais como a venda em si — ou seja, do relacionamento com o comprador — e do impacto no consumidor final do outro negócio, atua como processo de cadeia. Deste modo, é fundamental administrar as formas de contato e gerenciar a imagem da organização junto ao consumidor final”, ressalta. Diferencial Outro fator que se tornou diferencial para a gestão do relacionamento B2B ou B2C é a logística. Ela imprime competitividade em diferentes setores e processos empresariais, tais como trazer rapidez aos processos de produção das indústrias (entrega de insumos), e apresentar celeridade e consequente aumento de satisfação do consumidor final (PJ ou PF). Ao analisar desafios impostos pela logística, Brauner destaca as empresas mais eficientes no segmento utilizam processos que tornam competitivos o preço da entrega — mais baratos, para todas as localidades. A tecnologia da Logística 4.0 (ultraconectada e com máxima eficiência redução de custos) seria utilizada para conectar os interessados, no processo de compra e venda, e acelerar a comunicação, armazenamento e entrega. “Em tempos de valorização da experiência de compra, um ponto chave é proporcionar ao consumidor entrega ágil, e com melhor custo e qualidade possível, independente da localização geográfica do fornecedor. Para fazer isso, novos processos de modernização tecnológica, planejamento e treinamento devem ser implementados ao longo de toda a cadeia de suprimentos”, ressalta. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA Leia o restante desta matéria clicando aqui, e também conheça a Revista RBA.

Certificados profissionais ganham destaque no mercado de trabalho

Para profissionais de Administração, a opção é o Programa de Certificação Profissional do Sistema CFA/CRAs O início de ano é o momento propício para repensar a carreira, fazer um balanço e projetar os próximos passos profissionais. Em um mercado cada vez mais competitivo e com as mudanças em grande escala proporcionadas pela pandemia do coronavírus, esse planejamento tornou-se ainda mais essencial. Diante desse cenário, ter um diploma de graduação no currículo já não é mais suficiente para conquistar uma recolocação. Quem busca um diferencial, a resposta pode estar nas certificações profissionais. Mas o que elas são? Segundo a diretora de Formação Profissional do Conselho Federal de Administração (CFA), Claúdia Stadtlober, elas são avaliações que aferem a habilidade do profissional em determinada área do conhecimento. Elas são bastante conhecidas na área de tecnologia, mas é cada vez maior a busca desse tipo de qualificação em outras carreiras. “Pensando nisso, o CFA criou, há cinco anos, o Programa de Certificação Profissional do Sistema CFA/CRAs. Ele visa  distinguir profissionais regularmente inscritos em Conselho Regional de Administração, mediante comprovação de suas competências nos campos da Administração por meio da aplicação de prova.”, explica a conselheira. A avaliação é feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A instituição de ensino parceira do projeto é responsável por elaborar e aplicar o teste. Considerado de altíssimo nível, o exame é composto de questões objetivas com diferentes níveis de complexidade. Na ocasião, são cobrados assuntos relacionados à área do qual o profissional quer o certificado. Atualmente, o Programa certifica profissionais de Administração nas seguintes áreas: Administração e Seleção de Pessoal; Administração de Materiais/Logística; Administração Financeira; Administração Mercadológica (Marketing)/Administração de Vendas; Administração da Produção. Para Claúdia, a certificação é um selo de qualidade conferido aos profissionais de administração. “É uma maneira do administrador se destacar no mercado e, principalmente, chamar a atenção para o seu currículo e mostrar que, realmente, é um profissional habilitado e qualificado para atuar naquela área. Além disso, é a chancela do seu conselho de classe para aquela área da gestão onde você tem expertise no seu trabalho. Isso mostra o seu diferencial para competitividade profissional, principalmente”, diz. As inscrições para o Programa de Certificação Profissional do Sistema CFA/CRAs estão abertas e podem ser feitas no site certificacao.cfa.org.br . As provas são aplicadas em polos/unidades da FGV espalhadas por todo o país. Por conta da pandemia da Covid-19, o Programa reduziu a taxa de inscrição em 30%. A medida visa atender aqueles profissionais de administração que estão sofrendo os impactos econômicos da crise e oportunizar a eles o acesso a qualificação profissional de alto nível.   Saiba mais O que: Programa de Certificação Profissional do Sistema CFA/CRAs Público: Administradores registrados em CRA e adimplentes Valor: R$ 350,00 Inscrições e edital: certifcacao.cfa.org.br   Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA

Oportunidade: Marinha abre vagas para profissionais de Administração

Se você está procurando oportunidade de emprego, fique atento às vagas oferecidas pelo processo seletivo do Serviço Militar Voluntário de Oficiais da Marinha. As vagas contemplam à área de administração para os seguintes estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Amazonas, Sergipe, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal. Rendimentos  As vagas oferecem salários entre R$9.948 e R$13.611. Administradores e administradoras entre 18 e 40 anos, até 31 de dezembro do ano da incorporação, poderão se inscrever pelo site da Marinha. (link aqui) No edital estão especificados outros requisitos de participação. As inscrições devem ser realizadas até o dia 31 de janeiro. Paulo Melo Assessoria de Comunicação CFA

Modelo de negócio cresce, mesmo durante a pandemia

Simplicidade de gerenciamento é um de seus principais diferenciais Abrir uma franquia pode ser um bom negócio para quem deseja iniciar uma empresa, nos próximos meses, ou apenas investir e aumentar seu capital. Mesmo com a pandemia, o setor deve crescer 8% em 2020, segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Apesar da queda econômica, em função do isolamento social, o setor cresce de forma contínua nos últimos anos, de acordo com a ABF. Em 2017, gerou R$ 163,31 bilhões, e no ano seguinte (2018), R$ 174,84 bilhões. E o crescimento não parou por aí: em 2019 o segmento produziu R$ 186,75 bilhões — aumento de 6,8% em relação ao ano anterior. Para o administrador Emerson Kühl, as oportunidades de ganhos ainda estão em alta durante o isolamento social. Impulsionado pelas mudanças econômicas, tecnológicas e sociais — além da mais recente delas, a pandemia —, segundo o administrador, o mercado mudou e tornou o cenário mais complexo. Nem por isso, é momento de desistir do empreendedorismo e de gerar riquezas, na visão de Kühl. Antes de entrar no universo das franquias, ele ressalta, no entanto, que o empresário deve ter claro sobre como funciona a categoria. De acordo com o “Portal do Franchising” (site mantido pela ABF), franquia é um negócio em que o modelo de operação é cópia de outra empresa e é transferido a outro ponto comercial — com autorização daquele que o criou e que é proprietário dos direitos de uso. A empresa dona da concessão é chamada de franqueadora; já aquela que paga para utilizar a marca, bem como seu modelo de funcionamento, é chamada de franqueada. Todo o processo de permissão, e regras de uso, é condicionado por meio de contrato entre as partes. A menos que haja particularidades permitidas pelo acordo, a franqueada é uma cópia idêntica da empresa franqueadora. Um exemplo conhecido são as lanchonetes da rede McDonald’s, cujas lojas espalhadas pelo Brasil pertencem a franqueados (em sua maioria) e não diretamente à empresa multinacional, com sede nos Estados Unidos. Lição em dia Segundo Emerson Kühl, o empreendedor deve ter conhecimento e domínio completo sobre a ‘Circular de Oferta de Franquia’. É o documento em que estão contidas informações e referências que servem de parâmetro para balizar a decisão sobre a busca da franquia ideal. Outra dica dada pelo administrador é descobrir, antes de fechar negócio, informações sobre a franqueadora, junto a franqueados ativos e ex-franqueados. Ele explica que as referências de boas práticas podem definir se o negócio é viável ou se é melhor escolher outra instituição para adotar o modelo empresarial. “Além disso, é fundamental buscar especialistas no assunto para saber detalhes sobre a propriedade intelectual. É imprescindível conhecer as particularidades da franqueada, junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), como, por exemplo, se a marca, a patente ou outro ativo intangível está em condições legais de funcionamento”, pondera. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA

CRA-PR empossa nova diretoria para o biênio 2021/2022

O Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA-PR) deu posse aos novos conselheiros, em plenária realizada no dia 12 de janeiro e elegeu a nova diretoria executiva para o biênio 2021/2022.  A entidade reelegeu como presidente o adm. Sergio Pereira Lobo, elegeu a adm. Roselis Mazuchetti como vice-presidente e também diretora de formação profissional. A plenária apresentou também a composição das coordenadorias, comissões e câmaras que vão atuar no Conselho nos próximos dois anos. A retomada gradual de eventos presenciais a partir da vacinação contra a Covid-19 e o desejo de contribuir para incrementar a formação do profissional da Administração que atenda às novas demandas do mercado atual, estão entre as missões designadas para o biênio. Uma das maneiras de auxiliar na melhoria do ensino da Administração é sugerir às instituições de ensino superior a melhoria nos cursos e a participação mais efetiva de profissionais em atuação no mercado. “Vamos sugerir que dentro das disciplinas profissionalizantes, as escolas levem junto dos professores, CEOs e executivos em atuação no mercado. Esse profissional vai poder participar de momentos da grade curricular. Por exemplo, em 60 horas aula, ele pode atuar em 10% desse tempo e levar aos alunos o que o mercado procura em cada área específica”, explica o presidente reeleito, o adm. Sergio Pereira Lobo. Outra meta já estabelecida é a realização de uma pesquisa no estado do Paraná semelhante à que o Conselho Federal de Administração (CFA) realiza a cada dois anos com alunos, professores, gestores de instituições de educação e empresários ligados ao campo da Administração para também identificar as necessidades do mercado e de que modo as escolas podem preparar melhor o profissional para o futuro. “A nossa pesquisa vai orientar as escolas para que elas se preparem com as novas diretrizes curriculares aprovadas pelo Ministério da Educação, para formar o que o mercado precisa regionalmente. Porque o que o mercado em Cascavel precisa, por exemplo, pode não ser o mesmo que o mercado do litoral procura”, detalha Lobo. Confira abaixo a composição da diretoria, coordenadorias, comissões e câmaras do CRA-PR para o biênio já em vigor: Presidência – Adm. Sérgio Pereira Lobo Vice-Presidência – Admª Roselis N. Mazzuchetti Diretoria de Administração e Finanças (DAF) – Adm. Júlio Cesar Segantini (Diretor) Diretoria de Fiscalização (DIF) – Adm. Sérgio Francisco Pedroso (Diretor); Diretoria de Formação Profissional (DFP) – Admª Roselis Natalina Mazzuchetti (Diretora); Adm. Sérgio Kazuo Tsuru (Diretor Adjunto) Diretoria de Eventos (DIE) Adm. José Luiz Nicolelis  Diretoria de Comunicação e Marketing (DCM) – Adm. Edson Antonio Miura (Diretor) Admª Joiceli dos Santos Fabricio (Diretora Adjunta); Adm. Julio Cesar Cristoffer Vieira(Membro) COORDENADORIAS Coordenadoria de Informática – Adm. Ailton Renato Dörl (Coordenador) Coordenadoria dos Delegados – Adm. Fabrizio Meller da Silva (Coordenador) COMISSÕES Comissão de Tomada de Contas – CTC – Adm. Julio Cezar Bernardelli (Coordenador); Adm. Roselis N. Mazzuchetti (Membro): Adm. Luiz Tadeu Sottomaior de Oliveira(Membro) Comissão de  Licitação – CLC – Adm. Sérgio Francisco Pedroso (Coordenador); Adm. José Luiz Rodrigues Leal (Colaborador) e Adm. Lilian da Mata Medeiros (Colaboradora) Comissão Permanente de Ética e Disciplina – CPED – Titular Adm. Júlio Cesar Segantini (Coordenador); Suplente Adm. Sérgio Francisco Pedroso; Titular Adm. Valdemar José Cequinel; Suplente Julio Cezar Bernardelli; Titular Ailton Renato Dörl; Suplente Adm. Luiz Tadeu Sottomaior de Oliveira Comissão Permanente Eleitoral – CPE/CRA-PR – Adm. Júlio Cesar Segantini (Coordenador); Adm. Sérgio Francisco Pedroso (Membro) e Adm. Valdemar José Cequinel (Membro) CÂMARAS Câmara de Gestão da Saúde – CGS – Adm. Marcelo Iwersen (Coordenador) Câmara de Gestão Pública – CGP – Adm. Leônidas Lopes de Camargo (Coordenador); Adm. Liz Dayane Paludetto Rodrigues(Membro); Adm. Anderson Luiz Michelin (Membro); Adm. Fabrízio Meller da Silva (Membro) e Adm. Welington dos Santos Frandji (Membro) Câmara do Novo Profissional de Administração – CNPA – Adm. José Luiz Nicolelis (Coordenador); Adm. Sérgio Ditkun (Membro) e Adm Júlio Cesar Cristoffer Vieira (Membro) Câmara de Perícias – CPE – Adm. Marcello Crispiniano Padula (Coordenador) e Adm. José Luiz Nicolelis (Membro) Câmara da Mulher Administradora – CMA – Admª Joiceli dos Santos Fabricio (Coordenadora); Admª Nanci Terezinha Benghi (Membro) e Admª Maria das Graças Ferreira de Campos Zurlo (Membro) Câmara de Gestão da Inovação e Tecnologia – CGIT – Adm. Ailton Renato Dörl(Coordenador); Adm. Eloi Laercio Mamcasz; Adm. Izoulet Lima Moreira Cortes Filho e Paulo Roberto Coimbra de Manuel (Membros) Câmara de Gestão de Condomínios – CGC – Admª Márcia Regina Telles Neller (Coordenadora) e Adm. Marcello Crispiniano Padula (Membro)

Secretaria de Justiça realiza processo seletivo com vagas para profissionais de administração

Inscrições serão abertas na próxima segunda-feira (25), às 9h; edital completo está disponível no site do órgão A Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho divulgou edital do Processo Seletivo Simplificado (PSS) para a função de Supervisor do Setor voltado a profissionais da administração. As inscrições estarão disponíveis no site do órgão das 9h do dia 25 de janeiro (segunda-feira) e até as 17h do dia 27 (quarta-feira). Ao todo, serão ofertadas duas vagas com expediente de 40 horas semanais e salário-base de R$ 3.730,42. Entre as atribuições da função, estão atividades e serviços vinculados aos programas do Sistema Público de Trabalho, Emprego e Renda. A classificação provisória será divulgada no dia 29 de janeiro (sexta-feira) também no site da Secretaria. A classificação final será publicada até dia 5 de fevereiro, após o período de recursos. Para conferir o edital completo, acesse http://www.justica.pr.gov.br/.     .

NOTA DE FALECIMENTO – Adm. Moises Bortolotto

É com pesar que comunicamos o falecimento do ex-presidente do Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA-PR), nosso querido companheiro Adm. Moises Bortolotto, vítima da Covid-19 na manhã desta quinta-feira (14). Bortolotto liderou com grande sabedoria nosso estimado Conselho e foi responsável por inúmeras realizações de sucesso, entre os anos 1987 e 1988. Ele tinha 71 anos e deixa esposa e filhos. Nossos sentimentos de pesar e solidariedade à família. Adm. Sergio Pereira Lobo Presidente do CRA-PR

ANUIDADE 2021 – CRA/PR

ATUALIZE SEU CADASTRO E PAGUE SUA ANUIDADE (serviços online aqui) Pessoa Física                                                                                                                            Pessoa Jurídica                                                                                 >> Pague Aqui <<                                                                                                Em defesa do profissional de Administração, o Sistema CFA/CRAs decidiu prorrogar a data de vencimento da anuidade de 2021 para dia 31 de maio de 2021, como forma de amenizar os efeitos econômicos causados pela pandemia de Covid-19. Informamos que a quitação da anuidade de 2021 não quita débitos anteriores que por ventura possam existir. Qualquer dúvida estamos à disposição pelos e-mails angela@cra-pr.org.br ou mari@cra-pr.org.br ou ainda silvanamg@cra-pr.org.br.S

Desejamos a todos um Feliz Ano Novo, e em breve nos reencontraremos!

Apesar das dificuldades, em 2020 estivemos juntos e superamos os diversos obstáculos que impactaram todo o mundo. Certamente foi um tempo de muito aprendizado e que nos fortalecerá ainda mais para este ano. Desejamos a todos um Feliz Ano Novo, e em breve nos reencontraremos! . #administração #profissionais #inovação #negócios #cra #crapr #souadm #adm #administrador #administradora

Fim de Ano CRA-PR

Estamos chegando ao fim de 2020, e esse é um momento para refletirmos e renovarmos nossas expectativas e perspectivas para 2021! Assista o vídeo do CRA-PR com a mensagem do nosso presidente!  

Feliz Natal, e nos vemos em 2021!

O ano está chegando ao fim, e queremos aproveitar para desejar um Feliz Natal e agradecer a cada colaborador, parceiro e registrado que esteve conosco em 2020. Certamente tivemos dificuldades, e muitas de nossas atividades tiveram que ser alteradas, mas nossa maior preocupação sempre foi atender a todos da melhor maneira possível. Desejamos que essa possa ser uma época de reunir quem amamos, agradecer pela vida e ter esperança pelo que vem pela frente. Feliz Natal, e nos vemos em 2021! #administração #profissionais #inovação #negócios #cra #crapr #souadm #adm #administrador #administradora #natal #feliznatal #merrychristmas

Salários ultrapassam os oito mil reais para jornada de 40 horas semanais

A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Paraíba está com inscrições abertas para concurso público. As oportunidades são para o provimento de vagas e a formação de cadastro de reserva em cargos de nível superior para o quadro de pessoal permanente. Para o cargo 1, de Analista em Desenvolvimento Regional, área Administração, é preciso ter diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação (bacharelado) em Administração, em Gestão Pública ou em Gestão de Políticas Públicas, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), e certidão de inclusão e de regularidade junto ao órgão fiscalizador de sua profissão, os Conselhos Regionais de Administração. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais e o salário inicial é de R$ 8.168,91. A banca escolhida para reger o certame é o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). As provas serão objetivas e discursivas  para todos os candidatos. A avaliação biopsicossocial dos candidatos que solicitarem concorrer às vagas reservadas às pessoas com deficiência e o procedimento de heteroidentificação complementar à autodeclaração dos candidatos negros serão realizados  em Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Bom Jesus da Lapa (BA), Brasília (DF), Macapá (AP), Maceió (AL), Montes Claros (MG), Natal (RN), Petrolina (PE), Recife (PE), Salvador (BA), São Luís (MA) e Teresina (PI). Além de Administração, o concurso prevê também vagas para ciências contábeis, economia, engenharia cartográfica, geografia, engenharia agronômica, engenharia ambiental, engenharia civil, engenharia de agrimensura, engenharia de pesca, engenharia elétrica, engenharia mecânica, geologia, psicologia, ciências da computação, engenharia da computação, tecnologia da informação, informática, engenharia de redes, direito, entre outros. Os interessados podem acessar o edital e se inscrever aqui. Elisa Ventura Assessoria de Comunicação CFA FacebookTwitterLinkedInWhatsAppFacebook MessengerPrintFriendly

Recesso de fim de ano do CRA-PR

O CRA-PR comunica que entrará em recesso do dia 21 a 31 de dezembro, devendo retornar às suas atividades no dia 04 de janeiro de 2021. A Diretoria e seus colaboradores desejam a todos um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

Essência do comportamento é objeto de estudo no marketing

Novo campo de estudo, neuromarketing é aposta do segmento para entender motivações do consumidor Quem nunca consumiu por impulso que atire a primeira pedra. Sabe aquele cheiro que te remete a lembrança do passado ou aquela cor que, mesmo sem você ter consciência, te leva a consumir mais? O Neuromarketing não é novidade no mundo, mas no Brasil é relativamente novo. Envolve, principalmente, neurociência e neuroeconomia; além de integrar áreas do conhecimento como marketing, antropologia, psicologia e biologia. Tem ainda como objetivo gerar maior impacto na mente das pessoas. “A emoção é a variável mais importante no processo de tomada de decisão”, explica Julian Frenk — responsável pelo desenvolvimento de projetos de pesquisas neurocientíficas, aplicados aos campos de marketing e comunicação da Nielsen, empresa global de pesquisas de mercado, com atuação no Brasil. Com a evolução do marketing, a neurociência aplicada passou a ser utilizada para saber, literalmente, o que se passa na cabeça das pessoas, quando são expostas a determinados tipos de publicidade, produtos e marcas. Ferramentas de neurociência como eletroencefalograma (EEG), Eye-Tracking e medidas de biometria ajudam a medir as reações cerebrais e físicas das pessoas, quando estimuladas por materiais de comunicação. Pesquisas em neuromarketing descobriram que peças publicitárias que utilizam apelo sexual não chamam atenção das áreas cerebrais relacionadas à memória e tomada de decisão de compra. Mas um leve cheiro de melão mantém as pessoas por mais tempo dentro das lojas, enquanto o de baunilha aumenta as vendas de roupas femininas. Nuances Cada cor tem uma influência específica no comportamento humano. Estudos mostram que ela representa 85% da razão pela qual um indivíduo compra um produto. “O consumidor não compra necessariamente de forma consciente, ele é motivado pelas memórias e emoções que ele viveu na infância. É o que chamamos de marcadores somáticos”, explica a administradora e professora universitária de gestão de marketing, Luciana Lanchote. Apesar do avanço no segmento, o Brasil engatinha frente aos EUA e países da Europa, com destaque para a Alemanha. Segundo o cofundador e diretor do Instituto Brasileiro de Neuromarketing e Neuroeconomia (IBN), Guilherme Ferris, por aqui falta desenvolvimento científico nas universidades, o que acarreta na falta de originalidade acerca do tema. “A gente não cria, não desenvolve pesquisa de forma original. Replica algo que é feito lá fora”, diz. Clique, aqui, e veja o restante da matéria. Por Elisa Ventura – Assessoria de Comunicação CFA

Balanço de final de ano: tempo de reflexão e mudanças

Chega ao fim mais um período gerencial do Conselho Federal de Administração (CFA). A gestão do biênio 2019-2020 foi marcada por muitas lutas e desafios, mas também houve muitas vitórias. Ao vencermos as eleições do CFA, no início de 2019, rompemos com um modelo de atuação autocrática e iniciamos um novo período. Com a gestão compartilhada, eu e o vice-presidente Rogério Ramos inauguramos um novo jeito de gerenciar o CFA, focado no compartilhamento de ideias e no diálogo. Os diretores passaram a ter autonomia para desenvolver seus projetos e o presidente assumiu uma postura de coordenação e liderança. Óbvio que isso exigiu de todos uma corresponsabilidade, pois as decisões foram compartilhadas. Contudo, esse modelo também trouxe muito mais transparência e a descentralização da gestão proporcionou confiança e liberdade a todos da equipe. Quando abrimos as portas para a multiplicidade e a diversidade, empoderamos e instigamos cada célula do nosso sistema a contribuir com sua parcela, para que o êxito fosse sempre coletivo e nunca pessoal. Foi com este sentimento de apoio, união e solidariedade que demos início ao biênio 2019-2020. Não foi fácil vencer todas as barreiras que encontramos. Recebemos um CFA com um sério problema financeiro. Foi preciso ajustar as contas, adotar uma posição austera para balancear o planejamento e garantir a sobrevivência da autarquia. Tivemos que assumir uma postura firme e rígida inclusive quando foi necessário intervir no CRA-PA  que, por anos, também foi liderado por pessoas descomprometidas com a ciência da Administração. Ao final da intervenção, devolvemos para os profissionais de Administração um CRA limpo, renovado e pronto para recomeçar, desta vez, da maneira correta. Apesar das limitações econômicas, potencializamos o programa de Certificação Profissional em Administração e demos continuidade e ampliação a projetos importantes como o Índice CFA de Governança Municipal (IGM-CFA) e o Sistema CFA de Governança Planejamento e Gestão Estratégica de Serviços Municipais de Água e Esgotos (CFA-Gesae); o reforço das ações de fiscalização e a parceria importante com a Secretaria Nacional de Política sobre Drogas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senad/MJSP), que já começou a render bons frutos para o Sistema CFA/CRAs e para a Justiça; o fortalecimento das ações de comunicação que culminou, inclusive na mudança de nome da antiga Câmara de Desenvolvimento Institucional para Câmara de Comunicação e Marketing; a retomada de parceria internacionais com a Organização Latino-americana de Administração (OLA), com a Organização das Nações Unidas (ONU), com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e com a Organização Mundial de Saúde (OMS); a expansão do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) para os regionais e do portal modelo, que trouxe uma identidade única para os sites dos CRAs; entre outras iniciativas. Ao final de 2019, ainda com um orçamento apertado e sob a ameaça da Proposta de Emenda à Constituição n.º 108 de 2019, que dispõe sobre a natureza jurídica dos conselhos profissionais, decidimos pausar alguns projetos a fim de estarmos prontos para períodos muito difíceis. Contudo, não sabíamos que 2020 viria com uma pandemia. A chegada da Covid-19 nos pegou de surpresa e impôs novos desafios ao CFA. A doença provocou não apenas mortes de vidas, mas também o fim de muitas empresas e empregos. A receita do Sistema CFA/CRAs que já estava comprometida ficou ainda mais delicada. Rapidamente, solidários às vítimas da pandemia, decidimos adiar o pagamento da anuidade e o prazo para negociar débitos com os CRAs. Nossos colaboradores foram dispensados para o teletrabalho e cancelamos toda a nossa agenda de reuniões e eventos presenciais. Por falar em eventos, todos aqueles previstos para 2020 foram reagendados para o ano seguinte. Por meio de aplicativos, promovemos reuniões a distância e tomamos importantes decisões em home office. Nosso trabalho não parou nenhum segundo e continuamos focados em promover a profissão e, inclusive, foi durante esta crise que criamos um projeto que ajudou muitos pequenos negócios a enfrentar a pandemia: “Administrador e Empreendedor: unidos no fortalecimento dos negócios“. A proposta ofereceu consultorias gratuitas para microempreendedores individuais (MEIs), microempresas (MEs) e empresas de pequeno porte (EPP) que estavam enfrentando dificuldades para superar a crise. A ideia deu tão certo que entregamos a proposta para os CRAs, que passaram a executar o projeto em seus estados, cada um com suas especificidades e realidades. O fato é que não paramos. Foi preciso realizar alguns ajustes, inclusive no quadro de colaboradores do CFA, por meio de um programa de demissão voluntária, a fim de equilibrar as contas da autarquia, que ficou ainda mais sensível com a pandemia. Não foram decisões fáceis, mais foram medidas dialogadas com o plenário e com os servidores da casa, provando que a gerência compartilhada também incluiu aqueles que, independente da gestão, seguem no conselho dando apoio à presidência, à diretoria e aos demais conselheiros na execução dos projetos e ações voltadas para a profissão. Aos poucos, vamos retomando as nossas atividades presenciais, com todos os cuidados sanitários para garantir a segurança dos colaboradores e dos conselheiros federais. Chegamos ao fim de uma gestão difícil, porém não foi impossível. Enfrentamos um déficit orçamentário, ameaças do legislativo que, a cada dia, apresentava propostas de lei para enfraquecer os conselhos das profissões regulamentadas e, por fim,  uma pandemia com proporções sem precedentes. Foi preciso ousadia para enfrentar tudo isso e as nossas próprias limitações. Porém, lutamos, nos superamos, vencemos. Tornamos-nos ainda mais resilientes. E, com orgulho, entregamos este Relatório de Gestão que registra todas as ações adotadas no biênio 2019-2020. Aproveitamos a oportunidade para agradecer todos os presidentes dos CRAs, os conselheiros federais e regionais e os colaboradores do Sistema CFA/CRAs. Estamos certos de que fizemos um bom trabalho e, certamente, a próxima gestão do Conselho Federal de Administração receberá uma autarquia melhor e mais forte. Feliz Natal e um 2021 mais feliz para todos e todas! Adm. Mauro Kreuz Presidente do CFA Adm. Rogério Ramos Vice-presidente do CFA

GESTÃO DE NEGÓCIOS EM TEMPOS DE PANDEMIA, E AGORA?

Estamos passando por momentos difíceis com muito medo e insegurança devido a Pandemia da COVID-19, e com as empresas não poderia ser diferente, os impactos são grandes e imediatos. A grande maioria das regiões do país já emitiram decretos de restrição às atividades, como a determinação de fechamento de bares, academias, estabelecimentos de beleza, etc. Em outras já se sente uma enorme queda no consumo trazendo uma desaceleração da economia local, nacional e mundial. O Governo tem anunciado uma série de medidas para reduzir o impacto da pandemia para as empresas, algumas delas já editadas e em funcionamento e outras dependendo ainda de publicação e regulamentação. Dentre as medidas já anunciadas destaca-se a postergação do prazo de pagamento do FGTS por 3 meses (publicada através da MP 927 de 22/03/2020), postergação do prazo de pagamento do Simples Nacional por 3 meses (publicada através da Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional nº 152/2020), redução de 50% nas contribuições do Sistema S por 3 meses (Sistema S é o nome convencionado para chamar o conjunto de empresas de interesse de categorias profissionais como SESI, SENAI e SESC), simplificação das exigências para a contratação de crédito e dispensa de documentação (CND) para renegociação de créditos. O Governo ainda facilitou o desembaraço para os insumos e matérias primas industriais, permitiu e ainda está permitindo para as empresas que ainda não utilizaram desde recurso, a redução proporcional de salários e da jornada de trabalho em 25% ou 50%, de acordo com a regulamentação, sendo pago pelo governo o auxílio nesses percentuais sobre o valor da tabela do seguro de desemprego de acordo com o enquadramento da faixa salarial do colaborador. O Governo ainda proporcionou a possibilidade de antecipação de férias individuais e concessão de férias coletivas, o aproveitamento da antecipação de feriados e utilização de banco de horas para a compensação dos dias em que os colaboradores ficarem parados (publicada através da MP 927 de 22/03/2020). E agora? O que devemos fazer com a gestão dos negócios para enfrentar este grande desafio? Que ações estratégicas devemos tomar em nossas empresas neste momento tão turbulento?. Primeiramente é necessário seguir todas as determinações e instruções emitidas pelo governo e pelos órgãos de saúde, para que possamos contribuir na desaceleração da transmissão da doença e preservar vidas humanas. Na sequência, atenção com os custos e despesas incorridos na empresa, devemos equilibrar os custos dentro das condições de que a empresa apresenta de faturamento e reduzir as despesas no limite para o funcionamento das operações, eliminar os gastos sobressalentes e proteger o capital de giro. No segundo momento, relacionamos algumas ações emergenciais que poderão ajudar a sua empresa a passar por este momento turbulento, destacamos: acompanhar todas as alterações legais relacionadas a área fiscal e trabalhista em função das medidas emergenciais anunciadas, e de outras que poderão ajudar a sua empresa a passar por este momento difícil. Verificar quais colaboradores podem trabalhar home office (de casa), verificar os trabalhadores com férias vencidas e analisar a possibilidade de coloca-los imediatamente em férias, caso a empresa possa parar totalmente suas atividades, coloca-los em férias coletivas. Alterar turnos, horários e operações da empresa para evitar aglomerações ou grande fluxo de pessoal num mesmo local. Verificar a possibilidade postergação de pagamento de dívidas com bancos, fornecedores, etc, vários bancos já anunciaram a prorrogação e suspensão momentânea de dívidas. As empresas devem planejar o fluxo de compra de insumos pelo período de 90 dias, adequando à demanda observando o maior prazo de entrega ou escassez, projetar o fluxo de recebimentos e pagamentos pelo menos por 90 dias com base em cenários de queda de faturamento e demanda. Analisar o planejamento estratégico da empresa quando aos produtos, serviços, clientes, fornecedores, mercado e marketing. Os momentos ruins não são eternos, passaremos por este período de incertezas e inseguranças em pouco tempo, no entanto, a economia levará mais tempo para sua recuperação. Dessa forma, passado o período inicial e tomadas todas as medidas emergenciais, os empresários necessitam se dedicar mais a pensar no negócio e nas estratégias da empresa, buscando reduzir os efeitos negativos pós pandemia e aproveitar as oportunidades que venham surgir como: buscar incentivos fiscais através de regimes especiais de tributação, buscar a possibilidade de aproveitamento de créditos para redução imediata da carga tributária, analisar as operações, controle de processos e atividades visando sua adequação e otimização, desenvolver clientes, fornecedores e alianças estratégicas. Há um tempo determinado para todas as coisas, tudo passa !!!   O administrador e professor Marcelo Rodrigues é mestre em Administração, Coordenador do Curso de Administração, Coordenador de Pós Graduação, Coordenador do Ciape – Centro Integrado de Apoio a Projetos Empresariais da Universidade Paranaense, unidade de Cianorte. É presidente do Codesc – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Cianorte e Delegado Regional do CRA/PR, Seccional de Cianorte.

Chame o síndico! Setor cresce, mas precisa de profissionais capacitados

“Tira essa escada daí. Essa escada é prá ficar aqui fora, eu vou chamar o síndico.” A figura é tão representativa que foi mencionada pelo compositor Jorge Ben Jor, ainda em 1990, em uma alusão ao cantor Tim Maia. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas no município de São Paulo, 5 milhões de pessoas moram em mais de 30 mil complexos residenciais. Há condomínios que possuem até 37 torres, 12 mil moradores, e arrecadam mais de R$ 1 milhão, por mês, apenas com taxa condominial. “O mercado de gestão condominial cresce de forma exponencial e apresenta muitos desafios, em função do crescimento e das exigências legais e das demandas dos moradores”, afirma a administradora e consultora, Rosely Schwartz. Ela comanda o Grupo de Excelência em Administração de Condomínios (GEAC), do Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP), e é autora do livro “Revolucionando o Condomínio” (Editora Saraiva). É, também, coordenadora e docente do curso ‘Administração de Condomínios e Síndico Profissional’, da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap-SP), no formatos presencial e online. De acordo com a especialista, o setor oferece diversas oportunidades de trabalho e negócio a síndicos profissionais e administradores. Os profissionais da Administração têm tido papel cada vez mais importante no segmento. Entre as funções que podem ser exercidas na área estão desde a orientação, até o cumprimento de todas as necessidades legais, tais como: segurança contra incêndio, questões trabalhistas e tributárias; e-Social e a Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Informações Fiscais (EFD-Reinf) — que entrará em vigor, em data a ser estipulada pela Receita Federal Brasileira. Quem deseja capacitar-se na área é grande o potencial de êxito. Por vezes, o síndico-morador não possui tempo para dedicar-se à gestão, nem conhecimento ou disposição para atender às demandas. Por isso, existe a necessidade de profissionais especializados na área para suprir a necessidade do mercado. “Muitos começam como autônomos e, depois, com o aumento no número de condomínios, abrem empresas especializadas em sindicatura. Embora existam profissionais excepcionais, ainda há carência de gestores capacitados e comprometidos em atender à legislação e às expectativas dos moradores”, explica a especialista. Remuneração A média salarial varia de acordo com o número de apartamentos, de moradores e da área comum envolvida. Também depende do número de funcionários, próprios ou terceirizados, e da quantidade de horas em que o profissional deverá permanecer no condomínio ou no escritório. Embora não exista, ainda, a definição de uma tabela referencial de honorários – como ocorre com as empresas administradoras em alguns estados – o site Catho, de colocação profissional, dá uma pista de quanto um administrador de condomínios pode obter como remuneração. Segundo a publicação, na cidade de São Paulo-SP o profissional tem como média salarial de R$ 3 mil a R$ 4 mil. Formação Por ser uma área considerada nova, há quem acredite que a gestão de condomínio é simples, sem risco e de ganho fácil. Mas a incapacitação ou capacitação deficiente, para o dia dia do segmento, é um problema. As falhas mais recorrentes são o descontrole financeiro, que acarreta superfaturamento de obras, ou a utilização de recursos para finalidades diferentes das aprovadas em assembleia. Pode haver, ainda, prejuízos relacionados à infraestrutura, como a falta de limpeza das caixas d’água e ausência de vistoria na rede de gás; além do não cumprimento de obrigações trabalhistas e fiscais, o que constitui passivo que deve prejudicar todos os condôminos. É preciso, portanto, ter preparação técnica para assumir a função. “O condomínio precisa ser administrado como uma empresa, e a formação do administrador é multidisciplinar e ideal para a gestão de condomínios, que envolve várias áreas do conhecimento”, afirma Rosely. Segundo ela, para que haja maior responsabilidade e comportamento ético, no desenvolvimento das atividades de gestão condominial, o registro em CRA é fundamental. Síndico profissional De olho nesse mercado, a administradora Elis Rocha buscou especialização na área. Ela conta que no início não havia muitos cursos de formação, e a literatura sobre o assunto também era escassa. Depois de participar de eventos, seminários e cursos voltados para administração de condomínios, a gestora conheceu a pós-graduação oferecida pela Faculdade Senac, do Distrito Federal. Na especialização, ela expandiu o conhecimento para áreas como engenharia e teve aulas com professores renomados como Ronaldo Bach e Demóstenes Azevedo. “Faz diferença se preparar com os melhores”, garante. Desde 2009 atuando na área, Elis já administrou seis condomínios e possui cases de sucesso na carreira. Seu primeiro desafio aconteceu em um complexo residencial em Brasília que arrecadou taxa extra, durante 15 anos, para realizar obra com irregularidades. Na época, ela conta que enfrentou grandes desafios. “Tinha dia em que eu respirava forte e dizia ‘não vou dar conta’. Mas no fim, uma obra de quase R$ 3,5 milhões foi totalmente quitada, sem erros e sem falhas: executada com sucesso e em pleno funcionamento”, relembra Elis. Por Ana Graciele Gonçalves e Elisa Ventura – Assessoria de Comunicação CFA Leia o restante desta matéria e conheça a Revista RBA.

Os furacões ‘fintechs’ agitam o mercado brasileiro

Fenômeno atrai brasileiros que buscam praticidade, economia e inovação As fintechs, startups voltadas ao segmento financeiro, vieram para revolucionar o setor no Brasil. Resultado dos avanços tecnológicos ocorridos com a Quarta Revolução Industrial, elas já competem em pé de igualdade com as instituições tradicionais. Ávidas por um público cada vez mais numeroso, que não suporta mais burocracia ao resolver problemas — como abertura de conta e autorização para gerenciar e adquirir serviços —, as fintechs tornaram-se opção de boa parte dos brasileiros. Apenas no segmento bancário, instituições como Nubank, Banco Inter e Banco Original, juntas, já possuem mais de 20 milhões de clientes. Para o diretor executivo de ‘Tecnologia da Informação, Produtos e Operações’, do Banco Original, Raul Moreira, as necessidades dos consumidores mudaram. Por isso, instituições digitais vieram ocupar um espaço antes pouco explorado no mercado. “As pessoas buscam a digitalização e querem processos mais simples. E isso também reflete no sistema financeiro”, diz. De acordo com a Finnovation, blog que mapeia o crescimento das fintechs no Brasil, o número de startups especializadas nos mercados bancário, de pagamentos e de crédito é bem maior. No final de 2019, elas já somavam 504 empresas, com crescimento de 34% em relação ao ano anterior (377 instituições, em 2018). O setor de pagamentos é o que concentra o maior número de empresas, com 26%. Em seguida vem o setor de crédito, com 17%. Ao considerar, individualmente, cada segmento das startups financeiras, o mercado B2B (entre empresas) foi o que apresentou maior crescimento, de 48% para 61%. Parcerias No relacionamento entre instituições financeiras tradicionais (bancos e empresas de crédito) e as fintechs, nem tudo é competição — de acordo com o gerente executivo de negócios digitais, do Banco do Brasil (BB), Daniel Régis Filho. Ele conta que existem startups que procuram as instituições tradicionais para firmar parcerias. “Há muitas fintechs sendo compradas por grandes bancos, mas existem também parcerias. De um lado, os bancos procuram obter conhecimento sobre tendências digitais e sobre quem é o público que busca essas startups. De outro, as fintechs buscam aporte financeiro para financiar seus projetos e expertise sobre o mercado bancário”, revela. De acordo com o website do Nubank, o êxito das startups bancárias ocorre em razão de oferecerem “soluções financeiras inéditas, menos burocráticas, mais intuitivas e práticas” — tudo pode ser resolvido pelo smartphone. Porém, outro fator de atração são os baixos custos de manutenção da conta bancária. De acordo com o “Tarifômetro”, ferramenta de medição de taxas do Banco Inter, o brasileiro economiza, por ano, cerca de R$ 1 bilhão com taxas e tarifas bancárias, ao utilizar serviços das novas instituições financeiras. Com produtos como cartões de crédito, sem anuidade, e contas digitais gratuitas, elas também oferecem transferências interbancárias gratuitas e geração de boletos digitais (com a finalidade de depósito ou recebimento de pagamentos) sem custo para o cliente. As fintechs também estimulam seus clientes a investirem em soluções de aplicação, como a tradicional poupança e, também, em renda fixa, ações (em bolsas de valores), e previdência privada. O grande apelo comercial é, no entanto, a facilidade de o cliente resolver tudo pelo app ou site, sem ter de sair de casa. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA Leia o restante desta matéria, clicando aqui, e conheça a Revista Brasileira de Administração (RBA).

O que você tem para oferecer ao novo mercado de trabalho da Revolução 4.0?

Especialistas analisam cenário e fatores para compreensão do novo contexto. Com a evolução dos dispositivos tecnológicos, não raro aparecem notícias nos meios de comunicação sobre a substituição da mão de obra humana por robôs e dispositivos eletromecânicos. Isso indica não apenas que houve evolução tecnológica sem precedentes, até o momento, como também que o contexto mudou, e com ela o mercado de trabalho. No cenário disruptivo (aquele que rompe com a realidade ou lógica vigente) surge a economia do conhecimento. O conceito não é recente, mas apresenta uma ideia surgida há pelo menos 20 anos e significa um cenário laboral onde o conhecimento  — técnico, científico, prático e de nível intermediário e avançado — é a bola da vez. Segundo o mestre em gestão de ‘Recursos Humanos e Comportamento Organizacional’, Luciano Medeiros, a ‘economia do conhecimento’ se refere à própria aplicação das potencialidades humanas ao desenvolvimento da economia e das sociedades como um todo. Marca crucial das comunidades industriais mais avançadas, o termo delimita a transição da ‘economia de produção’ para a ‘economia de serviço’, em que as habilidades intelectuais se tornam a grande fonte de valor agregado. Para Medeiros, as habilidades intelectuais são fonte de inovação — no processo de pesquisa e desenvolvimento de produtos (P&D) — e no planejamento funciona como espécie de tecnologia do conhecimento. Ele destaca que o capital intelectual já é considerado um dos principais ativos das empresas na atualidade. “Considerado a ‘riqueza invisível’ das organizações, ele é fruto dos investimentos organizacionais em capitais humano, estrutural e relacional. Todos eles são encontrados no núcleo da economia do conhecimento”, explica.  Protagonismo Segundo o administrador e pesquisador em ‘Gestão Estratégica de Pessoas’, Rodrigo Fortunato, a economia do conhecimento é o elo que interliga a Quarta e a Quinta Revoluções Industriais. Ela faria a junção da tecnologia robótica à inteligência humana. Em constante transformação, a tecnologia e a economia moldaram a cultura, o modo de vida e o cotidiano de indivíduos, em todo o planeta. Tais mudanças geraram transformações nas pessoas e organizações, porém, na visão de Fortunato, nenhuma delas é mais importante que o protagonismo em relação à própria carreira. “A participação do homem é ainda mais importante, tendo em vista o aumento da colaboração humana aos sistemas inteligentes. Juntos, buscam aumentar a produtividade e a eficiência das organizações”, analisa. Além do protagonismo, os setores de recursos humanos apostam em habilidades técnicas (hard skills) e, sobretudo, nas habilidades comportamentais (soft skills). Embora haja inovações e mudanças estruturais e disruptivas no mercado, tais habilidades sempre estarão presentes entre aqueles que ocupam uma vaga no mercado de trabalho. Leia o restante desta matéria, da RBA ed. 138, clicando aqui. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA.

Quinta geração de internet deve mudar hábito da população na web

Saiba o que já existe da tecnologia, no país, e como ela poderá mudar a sua vida Promessa de mais uma disruptividade, em curto prazo, a tecnologia da quinta geração de internet (5G) deve mudar radicalmente a relação da humanidade com tudo que é conhecido, em termos de inovação. Com o poder do 5G puro, a internet das coisas (IoT) funcionará em praticamente todos os dispositivos eletroeletrônicos, assim como em carros, casas, fábricas e cidades inteligentes, porém, sem haver sobrecarga na rede de dados. Embora já exista uma quinta geração de internet no Brasil (em modo DSS, considerado a primeira fase de implantação), o novo padrão aprovado pela organização tecnológica de telecomunicações — 3GPP (sigla de 3rd Generation Partnership Project) oferece maior rapidez e promete também melhor estabilidade do sinal. Enquanto o modelo DSS se une a outras redes (aproveita sinais de redes Wi-Fi) e oferece velocidade máxima de 400 Mbps (megabits por segundo), o novo formato aprovado pela 3GPP oferece até 20 Gbps (gigabits por segundo). Em números exatos, 1 Gbps equivale a 1024 Mbps, proporção de mil vezes de diferença. A programação dos canais de televisão e filmes via streaming, em funcionamento simultâneo com centenas de aplicações, não será, portanto, um problema, dada a velocidade e a estabilidade de sinal prometidos por seus desenvolvedores. Negócios Até o momento, as empresas Ericsson e Huawei já mencionaram intenção de participar da implantação do 5G no Brasil, com investimentos de R$ 5 bilhões. Porém, dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) calculam que serão necessários investimentos de pelo menos R$ 35 bilhões para a inovação estar em funcionamento até 2022. De acordo com o diretor de relacionamento do ‘Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação’ (IGTI), Mario Moura, a introdução da internet de quinta geração incluirá a instalação de novas antenas nas áreas urbanas e rurais, compra e instalação de novos equipamentos, bem como o desenvolvimento e de novos sistemas (hardware e software) nas empresas de telefonia. Os benefícios favorecerão o setor de construção civil — com preparação de sites (base de instalação das torres), montagem e instalação das antenas. O mercado imobiliário também poderá obter vantagem, com aluguéis de espaço para as antenas. Já o setor de tecnologia trabalhará na montagem e configuração de hardware, bem como nos setores ligados à configuração e ao desenvolvimento de novos produtos e serviços nas operadoras. “Uma vez que a nova tecnologia esteja implantada, teremos a opção de usar serviços que hoje são limitados pelo tempo de resposta e pela velocidade do modelo atual. O 5G abrirá essas portas, possibilitando, por exemplo, a adoção massiva de dispositivos de IoT (internet das coisas), com aplicações em segurança pública, veículos autônomos, cidades inteligentes, realidade aumentada, entre outras inovações”, prevê Moura. Leia o restante desta matéria, clicando aqui. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA. 

Ambiente sustentável e equilibrado: você pode ajudar

O cuidado com a saúde ambiental é requisito essencial no equilíbrio dos ecossistemas. A sobrevivência justa, igualitária e sustentável é dependente de ações sociais e o compromisso com as gerações futuras. Algumas instituições públicas e privadas já compreenderam a necessidade de adotarem projetos que visem a sustentabilidade, não apenas para agregar valor à sua marca, mas também como uma missão de projetar um futuro melhor a todos nós. Um exemplo dessa filosofia de negócios é o Programa Tesouro Verde, cujo trabalho é monetizar os bens ambientais e possibilitar sua comercialização no mercado. Ou seja, pessoas físicas e empresas podem adquirir uma cota de crédito de floresta para reparar os danos ambientais pela utilização dos métodos naturais e contribuir, efetivamente, para a conservação e renovação dos recursos. “Como administradores, nós temos o compromisso social, ambiental e financeiro em manter o meio ambiente equilibrado. Pensar em programas como esse é alavancar a sustentabilidade do nosso país e do mundo. Um tema atual, importante e necessário. É o nosso futuro que está em jogo”, disse a diretora de Estudos e Projetos Estratégicos (Cepe) do Conselho Federal de Administração (CFA) CFA e o compromisso sustentável  A autarquia já adota, defende e promove práticas organizacionais alinhadas aos dez princípios da iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), sobretudo no que diz respeito à área do meio ambiente. O Pacto Global da ONU não é um instrumento regulatório, um código de conduta obrigatório ou um fórum para policiar as políticas e práticas gerenciais. É uma iniciativa voluntária que procura fornecer diretrizes para a promoção do crescimento sustentável e da cidadania, através de lideranças corporativas comprometidas e inovadoras, onde o CFA é signatário desde 2008. Paulo Melo Assessoria de Comunicação CFA