Justiça determina que administradora de condomínio deve ter registro em CRA

A fiscalização do Sistema Conselhos Federal e Regionais de Administração (CFA/CRAs) não para. Imbuídos na missão de proteger a sociedade dos maus profissionais, os fiscais não têm poupado esforços para fazer valer a Lei n.º 4.769/1965. Um dos exemplos mais recentes vem do CRA do Espírito Santo. Em uma ação fiscalizatória, o regional autuou e multou uma pessoa jurídica que presta serviço de administração condominial por ausência de registro no CRA. Contudo, a empresa não acatou a determinação do CRA-ES: além de não fazer o registro, impetrou mandado de segurança contra o presidente do regional com o intuito de tornar sem validade e eficácia a autuação, sustar o pagamento da multa e que fosse reconhecido a não relação jurídica entre a empresa e o CRA. Na ocasião, ela alegou que administração de condomínio não é relativa à Administração e a exigência do CRA-ES não teria embasamento legal. Não foi esse o entendimento do juiz Guilherme Alves que analisou o caso. Na época, o magistrado deferiu parte do pedido liminar suspendendo os efeitos da autuação e da multa. Mas, após analisar as informações que o CRA-ES prestou, ele decidiu pelo não provimento do mandado de segurança e revogou a decisão anterior, que deferiu a liminar por entender que as atividades em questão são privativas da área de Administração. “Revendo o entendimento adotado na decisão proferida, verifico, a partir da leitura do dispositivo supracitado, que as atividades precípuas do impetrante enquadram-se naquelas dispostas na normativa vigente”, disse o magistrado. Empresa apelou ao TRF2 Insatisfeita com a decisão, a empresa recorreu no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). Porém, prevaleceu a aplicação da Lei: ao analisar a questão, a 8ª turma especializada do tribunal negou, por unanimidade, o seu provimento. Em um trecho do acórdão, assinado pelo desembargador federal e relator do caso, Marcelo Pereira da Silva, a turma de desembargadores justifica a decisão. “Constatada que a sociedade tem como atividade básica a prestação de serviços afetos, especificamente, a profissão de administrador, na forma da Lei n.º 4.769/1995 e do Decreto n.º 61.934/1967, torna-se impositiva a sua inscrição perante o Conselho Regional de Administração, bem como sua sujeição à fiscalização devida”, afirmou. Para o presidente do CRA-ES, Maurílio José Martins Inês, essa é uma vitória importante para a fiscalização do regional e do Sistema CFA/CRAs. “É a consolidação do segmento empresarial de Administração de Condomínios como área de atuação exclusiva da Administração, garantindo a gestão profissionalizada dos serviços”, disse o administrador. O diretor de Fiscalização e Registro do CFA, Carlos Alberto Ferreira Júnior, também celebra a decisão judicial a favor do CRA. “O judiciário, repetidamente, tem decidido a favor da lei e dos profissionais e empresas da Administração. Administração de condomínio é campo da Administração e para exercer essa atividade, tem que ter registro no Conselho Regional de Administração. Se não tem registro, é ilegal o exercício e o proprietário ou inquilino tem que denunciar os clandestinos. Ou seja: o seu patrimônio está correndo um sério risco”, alertou o conselheiro. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
Se o seu plano é empreender, se conheça primeiro

Autoconhecimento! Essa foi a palavra-chave do webinar sobre Empreendedorismo Feminino, realizado na última terça-feira (27) pela Comissão ADM Mulher, do Conselho Federal de Administração (CFA). As convidadas foram a cofundadora da Sonata Brasil, Soraia Schutel, e a administradora e fundadora do Instituto FloresSer, Ana Paula Bohn. A mediação ficou a cargo da administradora, coordenadora da Comissão ADM Mulher e diretora da Câmara de Formação Profissional do CFA, Cláudia Stadtlober. Cada vez mais as mulheres estão ocupando espaços importantes no ambiente empresarial nacional. Soraia falou um pouco desse cenário, explicou como se deu a revolução feminina no Brasil e trouxe referências que a inspiram. A empreendedora também explicou porque o autoconhecimento é essencial nesse caminho. “Mulheres são intuitivamente conectadas com um propósito. Uma mulher não se move se ela não está conectada com isso”, disse. No dia 5 de outubro comemorou-se o Dia do Empreendedorismo em homenagem ao Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. No Brasil, segundo um levantamento do Sebrae, existem cerca de 52 milhões de pessoas que possuem negócio próprio. Analisando o cenário ordinário de oportunidades na vida da mulher, Ana Paula trouxe exemplos pessoais para o debate e enfatizou que para empreender com sucesso é muito importante gostar do que se faz e saber gerir. “Muitas vezes, pela pessoa entrar no empreendedorismo a partir da necessidade, normalmente ela não busca conhecimento voltado à gestão. Então, a tendência dessas instituições fecharem é muito grande e, além de fecharem, trazer problemas com esse fechamento”, explicou. Confira como foi esse bate-papo: Elisa Ventura Assessoria de Comunicação CFA
Conselhão cria duas comissões para otimizar os trabalhos

Nesta quinta-feira foi realizada a 71ª reunião ordinária do Fórum dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas, o Conselhão. Foi a primeira vez que o grupo se reuniu presencialmente no Conselho Federal de Administração (CFA), em Brasília, depois do início da pandemia no Brasil. Na pauta estavam as decisões judiciais das execuções judiciais das dívidas ativas, movidas pelos conselhos fiscalizadores de profissões, que ocuparam boa parte das discussões. “O tema mais polêmico realmente foi essa questão. Criamos uma comissão para tratar desse assunto. Ela será integrada pelo jurídico de seis conselhos profissionais e vai elaborar uma proposta e apresentar ao Conselhão para que depois os presidentes possam deliberar”, explicou o coordenador do Fórum e presidente do CFA, Mauro Kreuz. A comissão será composta pelos Conselhos Federais de Administração (CFA); Contabilidade (CFC); Educação Física (Confef), Fonoaudiologia (CFFa); Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito) e Economia (Cofecon). Os projetos de leis que afetam os conselhos fiscalizadores de profissões apresentados ao Congresso Nacional antes e durante a pandemia, como a PEC n.º 108, que dispõe sobre a natureza jurídica dos conselhos profissionais, e a PEC n.º 302, da Reforma Administrativa, também foram objeto de discussão dos presentes. Outro resultado da reunião de hoje foi a criação de uma comissão que mapeará todas as ações dessas autarquias em direção à sociedade, no sentido de tornar conhecido os trabalho dessas instituições. O objetivo é comunicar a identidade das mesmas, o que fazem em prol do país e como o estaria o cenário brasileiro sem esses conselhos. Integram essa comissão os Conselhos Federais de Administração (CFA); de Contabilidade (CFC); e o de Relações Públicas (Conrerp). “A comissão vai trabalhar para melhorarmos a nossa comunicação com a comunidade externa. Com a sociedade, com os profissionais registrados, com a Câmara dos Deputados, Senado Federal, Tribunal de Contas da União, com o Judiciário, em especial, para que eles mudem a percepção que têm, e que é equivocada, sobre a importância e o papel dos conselhos profissionais junto à sociedade brasileira”, afirmou Kreuz. A próxima reunião do Conselhão deve ser realizada em novembro. Elisa Ventura Assessoria de Comunicação CFA
Rádio ADM alcança 90,7 milhões de ouvintes em um mês

A frequência azul do rádio pode ser acessada virtualmente em qualquer hora e lugar Os índices de audiência da Rádio ADM têm gerado bons resultados e posicionado a rádio on-line do Sistema CFA/CRAs entre as melhores do país quando se trata de conselhos de classe. A plataforma de notícias não deixa a desejar no quesito informação e credibilidade, e já alcançou mais de 90 milhões de ouvintes somente entre 11 de setembro a 10 de outubro deste ano. Neste período foram produzidos 73 boletins de notícia – distribuídos em áudios para rádios convencionais de 1.033 emissoras de 25 Estados, 836 municípios e do Distrito Federal. Com programas voltados ao público profissional, entretenimento e informação, a Rádio tem levado cada vez mais assuntos com temas de interesse da Administração, do Brasil e do mundo em reportagens especiais, entrevistas, podcasts e transmissões ao vivo, que geraram quase 150 horas de programação na mídia espontânea. Assuntos como a retomada de empregos e a crescente abertura de lojas virtuais no país, além de temas voltados aos profissionais de Administração, estágios, deficiência do mercado de trabalho e, também, o Sistema CFA/CRAs foram alguns dos destaques apresentados pelos jornalistas Rodrigo Nunes e Adriana Mesquita. As entrevistas e participações na Rádio contaram com especialistas, gestores e representantes da Administração – tanto do Conselho Federal, quanto dos Regionais. Sintonize na Frequência Azul do Rádio e fique por dentro das tendências e ações desenvolvidas no mercado de trabalho. É fácil, rápido e pode ser acessada a qualquer hora e lugar. Paulo Melo Assessoria de Comunicação CFA
Confira o resultado das Eleições 2020 do Sistema CFA/CRAs

Dia movimentado e de extrema importância para os profissionais de Administração, já que nesta quarta-feira (28) foi eleito um terço do corpo de conselheiros regionais e federais, conforme rege a Resolução Normativa CFA n.º 567. Os representantes da Administração – escolhidos democraticamente – tomarão posse em janeiro do próximo ano com mandato de quatro anos. A votação realizada – exclusivamente – pela internet – por meio do site votaadministrador.org.br, aconteceu entre 0h e 22h, pelo horário de Brasília. Entre o período estimado para a votação – não houve nenhuma intercorrência. Ao todo, 29.421 eleitores participaram das eleições. “Trabalhamos duro para que as eleições acontecessem com a maior credibilidade e eficiência. O trabalho não é individual, mas de todos os eleitores que participam deste momento de escolha dos representantes da Administração nos estados. É um momento único e que nos permite gerar bons frutos nos próximos anos”, afirmou o coordenador da Comissão Permanente Eleitoral do Conselho Federal de Administração (CPE/CFA), Hércules Falcão. Resultado Neste ano, as eleições escolheram conselheiros regionais para todos os estados e o Distrito Federal, além de federais para Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina e vaga especial para Tocantins. Os resultados das chapas vencedoras foram transmitidos ao vivo, a partir das 22h30, pelo canal CFAPlay, no Youtube, e poderão ser acessados neste link. Auditoria Participaram do processo de análise e resultado das eleições, o coordenador da CPE/CFA, Hércules Falcão; o vice-coordenador, Marcos Kalebbe; o membro José Carlos de Souza; o auditor, William de Almeida; e o operador do sistema eleitoral, Felipe Arruda. Tanto o período da votação, quanto a plataforma utilizada para as eleições – foram auditados pela empresa The Perfect Link – que emitiu, via sistema, o procedimento obrigatório preliminar aos processos de votação, apuração e totalização eletrônica. A confiabilidade do processo eletrônico eleitoral do Sistema CFA/CRAs é atestada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Paulo Melo Assessoria de Comunicação CFA
“Mulheres do RH” traz histórias inspiradoras de grandes profissionais

Reunindo 31 histórias de importantes executivas de Recursos Humanos do país, a obra produzida pela Editora Leader será lançada no dia 29 de outubro em todo o Brasil A Editora Leader se prepara para lançar, no dia 29 de outubro, às 19h, em seu canal do YouTube, mais uma obra focada no profissionalismo de grandes mulheres do mundo corporativo. Desta vez, sob título de “Mulheres do RH”, a publicação busca contar a história e a evolução da área de Recursos Humanos no país, além de trazer a biografia de suas coautoras. Na prática, o livro buscou apresentar cases diferenciados, que foram capazes de promover mudanças consideráveis na área de Recursos Humanos (RH) de inúmeras organizações brasileiras. A abordagem, a partir da ótica de 31 executivas, dialoga com experiências reais e fomentam a importância da construção de uma carreira com base na competência, resiliência, dedicação e perseverança. Andréia Roma é coordenadora geral do projeto e CEO da Editora Leader. “Trabalhamos com um grupo seleto de coautoras de diferentes origens, formações e experiências. No ‘Mulheres do RH’, teremos a presença do olhar feminino oriundo de setores variados, como varejo, indústria e serviços, mostrando a importância da mulher na área de gestão de pessoas”, conta Andréia Roma, coordenadora geral do projeto e CEO da Editora Leader. A obra contou também com a coordenação de Tania Moura, vice-presidente da Associação Brasileira dos Profissionais de RH e Executive Advisor da Synfiny Adivisors. “Recursos Humanos é, mais do que nunca, uma área estratégica e essencial, independentemente do nome que receba. Este livro é uma pequena amostra do poder do feminino e da alma das mulheres, que têm construído a evolução da história de gestão de pessoas no Brasil”, diz Moura. Sofia Esteves, presidente do Conselho do Grupo Cia de Talentos e comentarista de Carreira, na GloboNews, convidada como prefaciadora, conta a importância do “Mulheres do RH” em trazer uma diversidade completa, com executivas que atuam no Brasil, Europa e Estados Unidos: “Cada convidada acrescenta ao conteúdo sua escalada profissional até atingir o topo, seja em consultorias, em multinacionais, em empresas familiares, e dessa maneira alcançamos a representatividade das empresas através da coautoria”, conta. Tania Moura é vice-presidente da Associação Brasileira dos Profissionais de RH e Executive Advisor da Synfiny Adivisors. O material será vendido em todo o Brasil e poderá ser adquirido fisicamente nas livrarias Saraiva, Cultura, Travessa, Livraria da Vila, Martins Fontes, Livrarias Curitiba. Virtualmente, poderá ser comprado nos sites Submarino, Americanas, Shoptime, Extra, Casas Bahia, Ponto Frio e Amazon. Série Mulheres – Projeto idealizado pela Editora Leader, em abrangência nacional, ao Selo Série Mulheres que chegou ao mercado apresentando relatos de mulheres do mundo corporativo e de outras áreas, com o objetivo de inspirar muitas outras a buscarem o sucesso em suas carreiras e profissões, em seus segmentos de atuação. O trabalho é pioneiro, portanto, todos os títulos lançados por meio desta série são de propriedade intelectual da Leader, ou seja, não há, no Brasil, nenhum livro com título igual aos que foram lançados nesta Série. A primeira publicação foi o livro Mulheres do Marketing e, a segunda, Mulheres Antes e Depois dos 50. Para compor o projeto, Mulheres do RH será lançado no dia 30 de outubro. Profissionais que integram o livro “Mulheres do RH” Ana Costa, Andréa B. Cruz, Camille Holmer, Cida Garcia, Cidinha Fonseca, Cláudia F. C. Pereira Lopes, Cláudia Leal de Barros, Daviane Chemin, Emanoelli Falcão, Fabiane Prado, Franciane Bousfield, Glaucimar Peticov, Ingrid Perdigão, Juliana Mota, Kelen Reis, Letícia Dias, Lilian Sousa, Luciana Pavam Ezequiel, Magda Damasceno, Marília Gonçalvez de Oliveira, Marisa Salgado, Patrícia Bueno, Patrícia Rosado, Renata Lanzana, Rita Sbragia, Simone Albuquerque, Soemi Santana Pinheiro, Suzana Kubric, Tatiana Villefort, Yuri Gabriela Pezutto e Tania Moura; Simone Albuquerque, Soemi Santana Pinheiro, Suzana Kubric, Tatiana Villefort, Yuri Gabriela Pezutto e Tania Moura; SERVIÇO: Ficha técnica Título: Mulheres do RH Lançamento: 29 de outubro de 2020, pelo canal do YouTube da Editora Leader (https://www.youtube.com/channel/UCDPsCPwgDk6VkGCbYSTuVgg), às 19h Editora: Editora Leader ISBN: 978-85-5474-088-7 Páginas: 368 Formato: 22,8 x 15,4 cm Preço: R$ 79,90 Vendas virtuais: Submarino, Americanas, Shoptime, Extra, Casas Bahia, Ponto Frio e Amazon Vendas físicas: Saraiva, Cultura, Travessa, Livraria da Vila, Martins Fontes, Livrarias Curitiba Site: https://editoraleader.com.br Facebook: https://facebook.com/editoraleader Instagram: https://instagram.com/editoraleader Fonte: Assessoria de Imprensa Editora Leader
Documento publicado no DOU traz os valores das anuidades 2021

O Diário Oficial da União (DOU) publicou na quarta-feira, 28, a Resolução Normativa CFA n.º 588, que “dispõe sobre os valores das anuidades, taxas e multas devidas aos Conselhos Regionais de Administração e dá outras providências”. As regras divulgadas na RN entram em vigor a partir da publicação, mas seus efeitos começam a valer a partir de 1º de janeiro de 2021. Para o próximo ano, o valor da taxa anual para administrador, gestor público, bacharéis em campo conexo à Administração e mestres e doutores será de R$ 453, 01. A anuidade para tecnólogos e os diplomados em cursos sequenciais de formação específica conexos à Administração será de R$ 308,40. Já os técnicos em Administração de nível médio, o valor é R$ 225,94. As pessoas jurídicas também terão valores diferentes na anuidade 2021. O valor varia de acordo com o capital social da empresa. A RN 588 também apresenta os custos de taxas referente a outros serviços como emissão de segunda via da Carteira de Identidade Profissional e do Registro de Responsabilidade Técnica, além dos valores das multas referentes ao exercício ilegal da profissão e sonegação de informações e documentos que provoquem embaraço à fiscalização. Descontos As anuidades deverão ser pagas até 30 de março de 2021. Os Conselhos Regionais de Administração (CRAs) terão autonomia para conceder desconto de até 15% para pagamento da anuidade do exercício em cota única, até 28 de fevereiro do próximo ano. Para os recém-formados, a primeira anuidade pode ser gratuita. Contudo, caberá ao plenário do CRA conceder a isenção taxa ao interessado que solicitar registro profissional em até 60 dias após a colação de grau. Para ler a RN n.º 588 na íntegra, clique aqui. Ana Graciele Gonçalves Assessoria de Comunicação CFA
WEBINAR – Encontros MGPDI – Dia 29/10 às 17h

Benefícios da inovação e da transformação digital.
Eleições 2020 – Seja Protagonista do Futuro da Administração

Administrador(a), defina o futuro da sua profissão!
Gestoras respondem à questão em webinar do CFA

No Brasil, 59% dos empreendedores são homens, e 41% são mulheres, segundo um relatório produzido pela MindMiners. No entanto, iniciativas de liderança feminina, incluindo a atuação das mulheres em altos cargos dentro de empresas, vêm crescendo. Personalidades como Luiza Helena Trajano chamam ainda mais a atenção para as empreendedoras de sucesso. Na próxima terça-feira, 27, o Conselho Federal de Administração (CFA) vai promover mais um webinar da Comissão ADM– Mulher com o tema Empreendedorismo Feminino. As convidadas serão a empresária e cofundadora da Sonata Brasil, Soraia Schutel, e a administradora e fundadora do Instituto FloresSer, Ana Paula Bohn. O objetivo é compartilhar experiências, trocar informações e inspirar outras mulheres que desejam seguir o mesmo caminho de empreender. Parte fundamental dessa escolha é saber administrar e planejar bem. Nossas especialistas falarão, ainda, como deve ser esse processo para que haja êxito e os riscos sejam mitigados aos máximo. O bate-papo será realizado às 16h, horário de Brasília, pelo CFAPlay, e mediado pela coordenadora da Comissão ADM– MUlher, Cláudia Stadtlober. Acesse e participe! Assessoria de Comunicação CFA
Do global ao local

Érick Antonio Sígolo Professor e Coordenador: Curso de Administração Unipar – Universidade Paranaense – Unidade de Guaíra. Administrador com Especialização em Gestão Empresarial pela FGV e Mestre em Desenvolvimento Regional e Agronegócio. Delegado da seccional do CRA/PR de Guaíra. O desenvolvimento brasileiro caracterizado pela industrialização pode ser dividido em dois momentos: a década de 30 como verdadeiro marco inicial; e a década de 50 como fase de entrada de capitais externos. Assim se criou um núcleo dinâmico na economia caracterizado pela produtividade com ganhos de escala e pela tecnologia relativamente avançada, integrando novas regiões e vinculando-as à dinâmica do capital nacional e internacional. As transformações que ocorreram no Brasil e no Paraná no setor industrial e agrícola foram decorrentes desse processo, ou seja, de uma economia agrícola tradicional passamos por uma transformação industrial. Assim, a integração de uma região só pode ser compreendida com a inserção da economia local no âmbito nacional e internacional. Contudo, a base de exportação de um município, estado ou pais é denominada, principalmente, pelas atividades básicas que produzem bens e serviços vendidos fora da região — “exportados”, seja para outros países ou outras regiões. Mesmo as atividades não básicas que são produzidas para consumo e investimento interno na região decorrem do crescimento das atividades básicas. Assim, com a crise mundial causada pelo novo coronavírus, vimos essa dinâmica ser afetada com a interrupção na comercialização e entrega de produtos essenciais. Começaram a faltar insumos, medicamentos e até suprimentos necessários à subsistência do ecossistema econômico de muitos países, estados e municípios. A pandemia causada pela covid-19 escancarou a grande dependência que os países, e até o Brasil, têm em relação à China, tanto nas relações de importação como nas de exportação. A participação em percentual da China no mercado global é enorme, conforme os dados abaixo: Fonte: revista exame de 22/07/2020.(Para visualizar o gráfico clique na imagem acima) No entanto, com a interrupção do fornecimento das cadeias de abastecimento, como aconteceu agora na pandemia, muitas empresas, países, estados e regiões forçaram-se a parar suas produções. Viu-se neste momento o quanto somos dependentes do mercado externo e de alguns países, em todos os sentidos. Do fornecimento de insumos para nossa produção até a comercialização de nossos produtos. Percebe-se que o atual modelo de negócio institucionalizado ao qual pertencemos, configurado numa “Base de Exportação Global”, proporciona o poder e a renda concentrado nas mãos de uma minoria. E quando essas crises acontecem, nós somos afetados diretamente, pois uma grande parte do fornecimento de insumos para nossa produção industrial interna advém de outros países. Além disso, boa parte do que produzimos também vai para o mercado externo. Parcerias comerciais são importantes, mas podem configurar um cenário de interdependência que pode gerar grande impacto quando uma crise extrapola suas fronteiras comerciais expandindo para todo o mundo os efeitos profundos causado por ela. A dependência de poucos fornecedores, a produção doméstica restrita de insumos, os subsídios do governo e o acompanhamento limitado de estoques foram os principais problemas revelados por esta crise. O susto provocado resultou em uma reconfiguração das empresas que estão buscando diversificar o leque de produtos para se manterem vivas durante este período crítico da economia mundial, através da reformulação dos processos produtivos e de seus canais de comercialização. Como estratégia de vendas, empresas de bens essenciais como alimentos e medicamentos estão focando seus esforços na internalização, ou seja, na produção específica destinada ao mercado interno. A mudança de foco que se deu pela quarentena foi desencadeada totalmente pela paralização de empresas que tinham como um dos principais clientes o mercado externo. Além disso, grandes multinacionais brasileiras que compravam matéria prima fora para seus produtos estão começando a fabricar insumos como forma de diminuir a dependência e fornecimento desses materiais por outros países. A BASF deverá produzir pelo menos três insumos, que até então vinham da Alemanha, para suas fábricas daqui do Brasil, segundo matéria da revista Exame de 22/07/2020. Mais que rapidamente, as empresas buscam agir como forma de amenizar os impactos de tal paralização “lockdown”. A estratégia do “menos é mais” para as grandes empresas faz todo o sentido agora, pois todos estão olhando para o mercado interno como uma válvula de escape para o problema. A palavra Regionalização ganhou mais força que a palavra Internacionalização. A pandemia, com as respectivas crises sanitária e econômica, impôs necessidades nunca antes vistas. Causou efeitos colaterais danosos e extraordinários, levando os atuais modelos de gestão a uma imprevisibilidade gigantesca do futuro. Posso afirmar que os pequenos negócios sofreram ainda mais, pois como sabemos, sua rede de contatos e clientes é menor, seu caixa é limitado e, na maioria das vezes, o pequeno empreendedor não dispõe de conhecimentos e ferramentas de gestão que possam auxiliá-lo. Mas nem por isso o protagonismo da inovação, diversificação e criação de novos modelos de negócios se restringe apenas às grandes empresas. Os médios e pequenos empreendedores também possuem lugar de destaque nessa briga econômica, mostrando que “é nos piores momentos que o espírito empreendedor aflora”. A quarentena forçou os brasileiros a comprar mais pela internet — um movimento que ajudou a impulsionar e manter as vendas neste período, beneficiando varejistas e pequenos comércios. Além disso, vimos pequenos negócios se reinventarem criando as mais inusitadas demandas como, por exemplo, o aluguel de ferramentas. Visto que o isolamento social forçou as famílias a ficaram em casa. Consequentemente, começaram a realizar manutenções e pequenas reformas em seus lares. Vimos restaurantes atendendo por aplicativos de delivery, indústrias do setor de vestuário que deixaram de fabricar roupas para concentrar sua produção em equipamentos de proteção individual (EPIs) como máscaras e jalecos. Até plataformas de anúncio de roupas funcionam como outlet de luxo, onde lojas fechadas podem expor seus produtos e marcas, pois estavam impedidas de comercializar devido às regras de distanciamento social. Sabemos que dentro de uma normalidade, o desenvolvimento de produtos e serviços para diferentes públicos é fundamental para as empresas perpetuarem seus negócios, mas no meio de uma crise como a que estamos vivendo, a inovação, a
CRA-PR apoia o Outubro Rosa

Outubro Rosa Movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, o Outubro Rosa foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, o câncer de mama é o segundo tipo mais comum, atrás apenas do de pele no Brasil. No entanto, é também o que causa mais mortes de mulheres, tendo sido a causa de 16.724 mortes femininas em 2017. Para este ano, a estimativa é que surjam mais 59.700 casos. Os sinais e sintomas mais comuns do câncer de mama são: Caroço (nódulo) endurecido, fixo e geralmente indolor. É a principal manifestação da doença, estando presente em mais de 90% dos casos; Alterações no bico do peito (mamilo); Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço; Saída espontânea de líquido de um dos mamilos; Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja. Para prevenir-se, todas as mulheres, independentemente da idade, devem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. Principalmente, porque a maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres através do autoexame. Alterações suspeitas precisam ser avaliadas pelo exame clínico das mamas e, se necessário, através de uma mamografia. Para maiores informações, acesse o site da Inca. Em breve, você terá em todas as mídias do CRA-RJ novos materiais sobre a doença, prevenção e a atual situação da saúde no Estado e no Brasil para combatê-la.
CIEE visita CRA-PR

Na última quarta-feira, 21 de outubro, profissionais do CIEE PR (Centro de Integração Empresa-Escola do Paraná) estiveram no CRA-PR para uma visita em decorrência de um pedido de informação feito pelo Conselho sobre a relação de estagiários de Administração e seus respectivos supervisores de estágio no estado. Estiveram presentes na reunião o presidente do CRA-PR Adm. Sérgio Pereira Lobo e o Diretor de Fiscalização, Adm. Sérgio Francisco Pedroso. O CIEE-PR foi representado pelo seu diretor presidente, Domingos Tarso Murta Ramalho, Vice-Presidente, Adm. Antoninho Caron e ex-conselheiro do CRA-PR, o Superintendente Paulo Cesar Leandro Mira e o Assessor Marlus Losso. Nas conversas, foi informado que as tratativas sobre o tema estão ocorrendo em âmbito nacional, diretamente com o CFA.
Publicação reúne conhecimento de diferentes áreas da profissão

Reunidos para as reuniões plenárias, presidentes, conselheiros e diretores participaram também do lançamento do livro Administração em Pauta, de autoria do administrador e diretor da Câmara de Comunicação e Marketing (CCM/CFA), Diego da Costa. A obra é resultado de uma coletânea de artigos publicados semanalmente por Diego no Jornal Correio de Sergipe e aborda conceitos técnicos e científicos da Administração; aspectos mais “práticos” e temas ligados diretamente à comunicação, ao marketing, à motivação, ao networking; e o dia a dia da Administração, com assuntos como ‘comprometimento’, carreira e administração do tempo. “Essa é a realização de um sonho. A minha perspectiva é a de deixar um legado para os profissionais de Administração, de deixar a minha contribuição mesmo para que eles possam continuar caminhando nesse aspecto de leitura e do conhecimento”, afirmou o autor. O presidente do Conselho Federal de Administração, Mauro Kreuz, parabenizou o administrador pelo feito e lembrou que é de grande importância para a Administração iniciativas desse tipo porque contribuem com a formação dos futuros profissionais, ainda em formação, além de valorizar a profissão. Um exemplar do livro foi distribuído a cada um dos participantes da reunião. Baixe a publicação aqui. Veja como foi o lançamento: Administrador Diego da Costa lança livro no CFA Assessoria de Comunicação
Organização das Nações Unidas completa 75 anos

A Organização das Nações Unidas (ONU) foi fundada em 1945 para substituir a antiga Liga das Nações, extinta em detrimento da Segunda Guerra Mundial. Com o fim do conflito, a Carta das Nações Unidas é assinada em 26 de junho do mesmo ano. Nascia, assim, a ONU que entrou em funcionamento no dia 24 de outubro. De acordo com o documento de fundação, os objetivos da organização são manter a paz e a segurança em todo o mundo; mediar e promover relações amistosas entre as nações; promover cooperações na resolução de problemas internacionais; e ser o centro responsável por reunir as nações em prol desses objetivos em questão. Como membro da Rede Brasil do Pacto Global, o Conselho Federal de Administração acredita que apenas a construção coletiva pode superar os desafios do nosso tempo. Diante dos impactos sociais e econômicos causados pela pandemia de Covid-19, apoia uma retomada pautada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. O dia costuma ser marcado por reuniões, debates e exposições em todo o mundo. Em 2020, uma ação coletiva usará as hashtags #UNDay, #DiadaONU e #NãoVolte em comemoração à data. A ONU A Organização das Nações Unidas se organiza em Assembleia Geral, Conselho de Segurança, Conselho Econômico e Social, Conselho de Tutela e Corte Internacional de Justiça e o Secretariado Geral. É composta, atualmente, por 193 países. O Brasil não só integra a ONU, como foi uma das 51 nações que assinaram a Carta das Nações Unidas em 1945, sendo considerado um país “fundador”. Assessoria de Comunicação CFA
Vice-prefeito de Curitiba visita CRA-PR

NOTA O vice-prefeito de Curitiba e administrador Eduardo Pimentel, visitou na segunda-feira, dia 19, as instalações da Casa do Administrador, sede do CRA-PR. Acompanhado do seu chefe de gabinete, Paulo Nauiack, Pimentel conversou com o presidente do CRA-PR, adm. Sérgio Lobo, e o vice-presidente adm. Ailton Renato Dörl, sobre os projetos do Conselho para os próximos anos. Eduardo Pimentel é administrador formado pela Universidade Positivo e tem larga experiência em gestão de empresas privadas e também em funções públicas, como, por exemplo, secretário municipal de obras, cargo que acumulou juntamente com a vice-prefeitura ao longo do mandato.
Administrador(a): faça sua atualização cadastral

Administradores precisam ter seus dados cadastrais atualizados para poder participar do pleito O Conselho Federal de Administração realizará, em outubro, as eleições do Sistema CFA/CRAs, quando serão renovados 1/3 dos conselheiros federais e regionais. Para que os profissionais estejam aptos a votar, precisam atualizar seus dados cadastrais junto ao Conselho Regional de Administração (CRA) da sua jurisdição. O Conselho ressalta ainda que essa atualização é muito importante, porque dá direito ao voto e é por meio dela que se formará o colégio eleitoral, além dos profissionais ficarem em dia com suas obrigações junto ao Regional. Além disso, o voto, além de ser um dever do profissional da Administração, é um direito democrático de escolher quem vai conduzir o Conselho pelos próximos anos. Por meio dele o profissional concretiza o exercício da democracia e escolha de seus representantes. Para ser candidato, é preciso ser administrador ou tecnólogo com dois anos, no mínimo, de registro profissional em CRA, mas todos os profissionais registrados e em dia com o CRA podem votar. Para fazer a sua atualização, acesse o Serviços Online ou informe-se pelo telefone (41) 3311 5555.
O que o mercado espera do profissional do futuro

Impulsionado por mudanças tecnológicas, o mercado de trabalho tem acompanhado de forma contínua e acelerada as principais tendências socioculturais. Diante do novo cenário, as condutas profissionais deverão ser mais precisas, não apenas em forma, mas em tempo, sob pena ou risco de o cenário alterar-se antes mesmo de sua compreensão. Home Office, jornadas de trabalho flexíveis e uso contínuo de aplicativos para comunicação e execução de trabalhos já eram realidades em outros países, antes mesmo da pandemia de Covid-19. Agora são fenômenos da ‘nova economia’ (baseada em negócios criativos, escaláveis e inovadores), e alicerçadas em conhecimento’ — em que o capital intelectual tem protagonismo e se torna vantagem competitiva. Segundo o administrador e professor na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF-MG), Victor Cláudio Paradela, para se manterem relevantes, as organizações precisam ter, acima de tudo, quadro funcional adaptado às suas necessidades, em termos de conhecimentos, habilidades e atitudes. Ele conta que não basta selecionar pessoas competentes, mas encontrar aquelas que demonstrarão estar mais bem adaptadas ao tipo de organização e ao cargo que será preenchido. Paradela ressalta que as características pessoais que se mostram vantajosas em uma determinada situação podem representar um problema em outra, sendo, portanto, qualidades relativas. “A customização, que já é um valor consolidado há mais tempo na área de marketing, chegou agora ao segmento de gestão de pessoas. Tão importante quanto ser talentoso é possuir os talentos específicos para uma determinada vaga”, diz. Outro fator apontado como fundamental é haver equilíbrio entre especialização e conhecimento generalista. De acordo com Paradela, o profissional deverá ir além de sua área específica e entender que os fenômenos sociais e desafios organizacionais são complexos e impossíveis de serem compreendidos a partir de uma única perspectiva. Foco em resultados, busca por aprendizado constante e capacidade de trabalhar em equipe também foram descritos como imprescindíveis para o mercado atual e do futuro. E ao contrário do que acontece nas redes sociais, o administrador ressalta que a valorização do pensamento divergente e comunicação são competências fundamentais no atual contexto pandêmico, em que negócios e serviços foram elevados a um novo patamar de importância. “Hoje, a postura dos melhores profissionais precisa ser de abertura ao diálogo. Colocado de outra forma, é possível entender que ‘todo ponto de vista é a visão de um ponto’, e o que é deve haver é o desejo sincero pelo diálogo, com toda a riqueza proporcionada pela interação com quem pensa diferente”, destaca. Futuro O mercado de trabalho terá mutações mais intensas, em ciclos menores, com novas atividades sendo criadas e outras que desaparecerão, de acordo com o administrador e pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sidinei Rocha Oliveira. As empresas, segundo ele, vão procurar candidatos que possam identificar cenários externos de mudanças e, com isso, acompanhar mercados de interesse, com reconhecimento de possibilidades de migração para novas áreas, sem choques abruptos. Na área comportamental, Oliveira classifica que o senso de responsabilidade — com pessoas, sociedade e meio ambiente — será enaltecido. “Por muito tempo foram valorizadas características com uma perspectiva individualista, tais como proatividade, liderança, resiliência. Acredito que no futuro aumentará a importância de valorizar e potencializar o coletivo: não apenas com intenção de crescimento individual, mas para criar um ambiente mais inovador, de reconhecimento e bem-estar”, considera. Outras tendências apontadas por Oliveira são a mobilidade geográfica, interações não presenciais e maior diversidade de perfis em cada empresa. O home office também será consolidado depois da pandemia, com atenção para conciliar o espaço da família e do trabalho. O professor ressalta, no entanto, que ao contrário do que se imagina (uma pessoa trabalhando sozinha em um espaço da casa), na pandemia, o local passou a ser compartilhado por adultos, adolescentes e crianças. Deste modo, a aglomeração comprometeria a qualidade de vida e a produtividade. “Acredito que após a pandemia teremos outra compreensão sobre vantagens e adequações do home office, e, quem sabe, utilizar os aprendizados para práticas mais saudáveis e produtivas. De modo geral, disciplina, planejamento e organização são essenciais para estabelecer limites entre os tempos de família, lazer e trabalho”, diz. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA
O seu intercâmbio pode ficar mais barato do que você imaginou

Pensando na contribuição profissional e na experiência de vida que uma estadia em outro país traz, o Conselho Federal de Administração (CFA) firmou, na semana passada, uma parceria com o Student Travel Bureau (STB). A iniciativa é da Câmara de Relações Internacionais e Eventos (CRIE) e faz parte do Clube de Vantagens, criado pelo CFA para oferecer produtos e serviços para os profissionais de Administração de todo o país. Entre eles, estão viagens de intercâmbio fornecidas pela parceira nas modalidades: High School; Universidades; STB Camps; Programa Au-Pair; Conki e Intrepid. Além disso, o seguro viagem também sai com 10% de desconto sobre o preço comercializado. Para terem acesso às condições especiais, os profissionais têm que estar devidamente registrados em Conselho Regional de Administração de qualquer estado da Federação; ter vínculo com o CFA, ou qualquer CRA, na condição de empregado, contratado e estagiário; e não possuir débitos, a qualquer momento, com a STB Travel, nem com o Sistema CFA/CRAs. No site da agência, você encontra todos os destinos e as informações necessárias para escolher corretamente a sua próxima viagem. O acordo já está valendo desde o dia 14, então, se você pretende consumir algum dos produtos oferecidos, não se esqueça de pedir o seu desconto. Desde 1971 Fundado em 1971, o Student Travel Bureau (STB) é líder no segmento de educação internacional no Brasil. O valor da experiência é uma das mais importantes filosofias do STB. Por meio de curadoria, com o compromisso de oferecer qualidade, o STB proporciona a jovens e adultos a possibilidade de ingresso em renomadas instituições de ensino internacionais. Assessoria de Comunicação CFA
Seria a hora de mudar o modelo de negócio em função da pandemia?

Muito se tem falado sobre a utilização de internet pelas organizações visando minimizar os impactos econômicos causados pela pandemia do Covid-19. Mas será que isso pode ser feito sem colocar em risco as organizações, em especial as micros e pequenas empresas? Mesmo conhecendo a angústia e até desespero de muitos empreendedores vendo suas vendas diminuírem em função das medidas de segurança sanitária adotadas pelos diversos municípios do país e também a urgência em se buscar soluções que, se não proporcione uma volta ao estado anterior ao da pandemia, ao menos minimize as perdas, é sempre perigoso para a continuidade de qualquer empresa improvisar. A solução encontrada por muitos empreendedores foi adotar vendas de produtos ou serviços pela internet, valendo-se do alcance das redes sociais que, a priori, não apresentam custos significativos. Traçando um paralelo com o outro problema causado pela pandemia – a saúde pública e o risco de perdas de vidas – onde, à revelia de comprovações científicas, muitas pessoas optaram pelo uso de medicamentos desenvolvidos para outras enfermidades, como a cloroquina, a ivermectina e até introdução retal de ozônio (medicamentos que podem apresentar complicações sérias), o uso da internet pode, ao invés de resolver, agravar os problemas das empresas em um recorte temporal maior. Inicialmente é importante saber que a utilização da internet para disponibilização de produtos ou serviços ao consumidor deve estar amparada em um modelo de negócio definido pela organização. Modelo de Negócio é uma abstração da forma como a empresa entrega seus produtos e serviços, além de declarar sua capacidade de criar e agregar valor aos seus clientes. Ao iniciar uma atividade o gestor define o modelo de negócio e, a partir dele, estabelece um processo de planejamento. Uma grande parte das micro e pequenas empresas pulam essa etapa e a consequência é o óbito de muitas delas em um curto espaço de tempo de atuação no mercado. Não se pode simplesmente mudar o modelo de negócio sem que ocorra um estudo sério e realizado por um profissional Administrador. Ao mudar o modelo de negócios, o empreendedor deve questionar-se sobre as causas de fidelidade de seus clientes. Muitos clientes são fiéis por “tradição”, por amizade ou qualquer outro motivo que não tem a ver necessariamente com os produtos ou serviços comercializados. Colocar produtos e serviços a venda através de canais virtuais pode transformá-los em commodities o que fará com que anos de trabalho no desenvolvimento das relações com o cliente se perca. Isto com certeza implicará em consequências desastrosas para a continuidade das atividades. Além disso, a idéia de comercialização via internet vai muito além de simplesmente atingir o consumidor através de redes sociais. Todo um conjunto de tecnologia de comunicação deve ser acionado, além de sólidos sistemas de informações, uma vez que a intervenção humana no processo deixa de ser possível. Não se pode acreditar em panacéia, seja para vida de um CPF ou de um CNPJ. Antonio Sérgio Scoarize Administrador, especialista em Gestão de Pessoas Delegado do CRA-PR em Mandaguari Professor universitário e consultor professor@scoarize.com.br Este texto reflete a opinião do autor e não necessariamente a posição do CRA-PR.
WEBINAR: Capacidades e espaços para a gestão da inovação – Dia 21/10 às 17h

Financiamento de Projetos de Inovação – As novas oportunidades de fomento à ciência, tecnologia e inovação.
Atenção, estudantes: vagas de estágio em Administração pelo Brasil

Não é novidade para ninguém que o estágio é a porta de entrada para os estudantes no mercado de trabalho, e é por meio dele que muitos consolidam as suas carreiras. Contudo, após um período com poucas vagas ofertadas pelas empresas, a economia dá sinais de retomada e recuperação das instituições neste momento de pandemia da Covid-19. Então, se você é estudante de Administração, fique atento, há algumas oportunidades. Grupo Ultra O Grupo Ultra, que atua em diversos negócios por meio da Ultragaz, Ultracargo, Oxiteno, Ipiranga e Extrafarma, abriu inscrições para o Programa de Estágio 2021. As oportunidades são para estudantes de Administração e outros cursos de graduação. Os interessados em ingressar no Programa devem ter conhecimentos do pacote Office e inglês intermediário (requisitos não eliminatórios), além de terem visão crítica, senso empreendedor, boa comunicação interpessoal, proatividade e facilidade com trabalho em equipe. O período de inscrição vai até o dia 27 de outubro. Clique aqui e saiba mais. Ford A Ford também abriu as inscrições para o Programa de Estágio 2020/2021 com foco na diversidade e inclusão. Serão cinquenta vagas disponíveis para estágio com duração de até dois anos e atuação nas unidades de Camaçari (BA), São Paulo (SP), Taubaté e Tatuí (SP). Podem participar estudantes que estejam cursando Administração e outros dez cursos de graduação. Os estágios com duração de até dois anos serão nas áreas de Finanças, Serviço ao Cliente, Logística, Qualidade, Desenvolvimento do Produto, RH, Compras, Marketing, Vendas e Jurídico. Os interessados devem se cadastrar no site até o dia 28 de outubro e participar do processo seletivo. (Clique aqui) Amazon A empresa Amazon está com vagas abertas para diferentes áreas de atuação. O candidato selecionado terá oportunidades de inovar e se desafiar resolvendo problemas do negócio. As vagas são para estudantes de qualquer faculdade ou universidade cursando graduação no Brasil e com disponibilidade para trabalhar nos escritórios em São Paulo, Barueri e Campinas. Não é necessário ter experiências profissionais. O programa de estágio na Amazon Brasil exige apenas nível intermediário em inglês e no pacote Office. Os interessados devem fazer a inscrição pelo site da companhia. Para acessar, clique aqui. Grupo Heineken O Grupo Heineken no Brasil abriu as inscrições de Estágio para 2021. Podem se inscrever estudantes com formação prevista entre dezembro do próximo ano e dezembro de 2022. Serão ofertadas vagas para as áreas de Logística, Finanças, Recursos Humanos, Marketing, entre outras. As oportunidades estão distribuídas para São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Goiás, Pará, Bahia, Minas Gerais, Ceará, Amazonas e Paraná, além do Distrito Federal. Os aprovados começarão a estagiar em fevereiro de 2021, podendo se manter no programa por, no máximo, dois anos. As inscrições vão até 30 de outubro. Para mais informações, clique aqui. TecBan A TecBan, administradora do Banco24Horas, também está com inscrições abertas. Os interessados devem, obrigatoriamente, ter graduação prevista a partir de dezembro de 2022 nos seguintes cursos: Administração, Ciências Contábeis, Arquitetura, Engenharia, Economia ou relacionados à Tecnologia da Informação (TI). Os candidatos devem ter disponibilidade para estagiar seis horas por dia, entre 8h e 18h, em uma das unidades da TecBan localizadas em São Paulo ou em Barueri. Entre os benefícios, a TecBan oferece remuneração compatível com o mercado, assistência médica e odontológica, vale refeição ou alimentação, vale transporte e seguro de vida, além de proporcionar um modelo híbrido entre home office e escritório. Os interessados podem se inscrever até o dia 21 de outubro no site. Paulo Melo Assessoria de Comunicação CFA
A gestão do tempo em tempos de pandemia!

As nossas atividades contemporâneas estão em mutação. Nos dias atuais, utilizamos várias tecnologias de comunicação e de operacionalização de trabalhos. Essa utilização pode nos levar a uma falsa sensação de otimização de tempo, pois se não observarmos e não cuidarmos, com tanta tecnologia empregada em nosso dia a dia acabaremos perdendo mais tempo do que otimizando. Parece um paradoxo, mas se analisarmos quanto tempo estamos desperdiçando em redes sociais, sites de pesquisas, grupos de whatsapp e outros, e, ainda, se pensarmos no tempo produtivo, quer ele seja de oito horas, doze horas, ou até mais – pois este tempo é muito relativo à profissão e a nossa própria situação social – veremos que é uma grandeza. Esta reflexão acima nos leva a um importante questionamento: estamos otimizando o nosso tempo? Veja, não estamos expressando aqui o tempo utilizado nessas tecnologias, para sermos produtivos, mas, o que queremos é chamar atenção para a análise dos custos e desperdícios. Tempo esse desperdiçado que não agrega valor ao produto ou serviço que está sendo executado. Na utilização de tecnologias, ou seja, ferramentas tecnológicas sabemos que podemos “ganhar tempo” flexibilizando nossas atividades cotidianas. Mas, agora vivemos um tempo fora do tempo, ou seja, uma realidade que a humanidade não experimentava com tanta expressividade, desde pandemias como a tuberculose e gripe espanhola, para citar algumas. Nesse novo cenário fomos forçados a conhecer tecnologias e sistemas que, muitas vezes não estávamos aptos ou, ainda, renegando a existência. Porém, essa pandemia nos mostrou que não dá mais para fugir ou se esconder das ferramentas tecnológicas e além de utilizá-las devemos aprimorar cada vez mais a otimização do uso em nossas atividades diárias. O administrador como um profissional que deve estar na vanguarda de processos, não pode ficar alheio a estes acontecimentos, pois estamos alterando a forma de nos relacionarmos, de negociarmos, de vendermos e consumir produtos físicos e serviços, basta olharmos para dentro de nossas casas nestes últimos meses. Como adquirimos refeições? Como adquirimos entretenimentos? Como estudamos? Como estamos nos reunindo com familiares, amigos, colaboradores e fornecedores? Pois bem, respondendo esses questionamentos e outros que poderão surgir, estaremos respondendo a nossa gestão de tempo, pois para cada tarefa dessas precisamos de organização. Para nos auxiliar nessa gestão temos a famosa e simples ferramenta “5w2h”, ficou surpreso? Mas, essa ferramenta pode sim, e deve ser aplicada em nossa organização pessoal. E, nessa perspectiva, se observarmos e aplicarmos as perguntas em português, temos: O que? Quem? Quando? Onde? Por quê? Como? Quanto custará? Teremos o conceito dessa ferramenta desenvolvido nas atividades que desempenhamos diariamente. É claro que se levarmos em consideração o tempo de descanso que especialistas argumentam ser ideal uma noite de sono entre 7 e 9 horas para adultos entre 26 e 64 anos e aplicarmos essa ferramenta ou outra de agendamento e organização, conseguiremos otimizar o nosso tempo produtivo, e, ainda, dedicarmos tempo aos nossos familiares e amigos, não o desperdiçando com assuntos e atividades desnecessárias, que não agregam valor na vida pessoal e profissional. Portanto, assim como estamos alterando formas de gerenciamento das empresas precisamos alterar as formas de organização pessoal. Nome: Adm. João Marcos Codato Professor/Coordenador do curso de Administração e coordenador de núcleo da Pós-graduação UniparEAD; Delegado do CRA Seccional de Umuarama e Sócio da Saturno Comunicações. E-mail: joaocodato@prof.unipar.br “O CRA-PR não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do(a) autor(a)”
Segmento é alternativa para quem busca profissionalismo e filantropia

Conhecido popularmente por meio das Organizações Não-Governamentais (ONGs), o terceiro setor pode ser opção de empregabilidade para quem quer obter experiência e trabalhar por uma causa social. Diferente do primeiro setor (governo) e do segundo (empresas privadas), o segmento é caracterizado por ser uma mescla de atividades governamentais, realizadas por instituições privadas. Segundo o pesquisador André Barcaui, da Fundação Getulio Vargas (FGV), o terceiro setor emprega atualmente mais de 2 milhões de profissionais no país e contribui com cerca de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Ele explica que embora conservem suas particularidades; em geral, as atividades dos profissionais da Administração na área se assemelham a dos demais setores. “Suas atividades podem incluir a criação de projetos de captação de recursos, acompanhamento físico-financeiro (de projetos sociais) e visão humanitária. Incluem ainda, o atendimento social e contatos em busca de parcerias institucionais”, relata. Barcaui conta que para atuar na área é essencial conhecer a legislação relacionada ao tema e possuir competência para mobilizar e gerir pessoas. Ele trabalhou em projetos do segmento — como Coach e em mentorias para projetos — e diz que além do ideário, em prol de uma causa, é preciso, ainda, ter capacidade elevada de transformar ideias em ações. Já a profissionalização, segundo o pesquisador, tem ocorrido de maneira acelerada e exige dos gestores habilidades específicas na montagem de projetos, de acordo com o campo de atuação. Também necessita de análise de viabilidade consistente, com projeto embasado em legislação específica e preparo para concorrer na captação de recursos públicos e privados. As ONGs e as Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs), ambas incluídas no terceiro setor, têm se adaptado rapidamente à Quarta Revolução Industrial (Revolução 4.0), segundo Barcaui. Além de fazerem uso de recursos como inteligência artificial, robôs (softwares) e Big Data, elas têm visto no momento de disrupção tecnológica uma oportunidade de se repaginar e crescer. “Embora tenhamos um problema de qualificação de mão de obra, vejo ao mesmo tempo como um desafio e oportunidade para as organizações do terceiro setor. Devemos ter nos próximos cinco a dez anos um ajuste no mercado como um todo, e entendo que o segmento pode ter papel protagonista nessa indelével transição”, avalia. Leia o restante da matéria aqui. Por Leon Santos – assessoria de comunicação CFA
Momento econômico exige nova postura, dizem especialistas

Mesmo antes da pandemia da Covid-19, milhares de brasileiros perceberam que era hora de poupar e investir. Segundo dados da Bolsa de Valores do Brasil (B3), empresa resultante da fusão entre Ibovespa e a BM&F, o número de investidores pessoas físicas passou de 1,2 milhão, em 2019, para 2,38 milhões em abril de 2020. Até março deste ano, a B3 registrou aumento de 223 mil pessoas que passaram a investir na bolsa. Ainda assim, o número não chega a 1% da população brasileira, comparado à porcentagem de investidores nos EUA (54% da população) e Coreia do Sul (20%), segundo dados do Instituto Gallup. Segundo a educadora financeira e previdenciária, Patrícia Peres, os números mostram que parte dos brasileiros já acordaram para a realidade econômica do futuro e passaram a investir. Ela ressalta que mesmo aqueles que deixam seu dinheiro parado na caderneta de poupança estão investindo, ainda que para ela essa não seja a melhor modalidade de obter crescimento do capital. Na visão da especialista, a crise econômica alavancada pela pandemia provou que é preciso poupar recursos, tanto para resguardar-se de fenômenos inesperados quanto para garantir sustento e prosperidade no futuro. Além da segurança financeira, a prática garante também maior tranquilidade emocional. “Você saber que tem reservas financeiras que suportariam a manutenção das suas despesas mensais, num momento de perda de emprego, ou mesmo em uma situação de doença, é algo necessário para a saúde financeira e mental de qualquer pessoa. Ainda mais, quando pensamos em profissionais autônomos e microempreendedores”, avalia. Peres explica que ao criar reservas financeiras para emergências, válido tanto para pessoas ou empresas, o poupador poderá ter mais liberdade ao consumir produtos e serviços, com vantagens de conseguir melhores preços, ao pagar à vista. Também poderá realizar compras de valores maiores ou realizar viagens de última hora, sem comprometer o orçamento. Para o também consultor em investimentos e diretor da Valorum Empresarial, Marcos Melo, o momento atual exige ser mais criterioso nas despesas, por isso, recomenda repensar o consumo. “O que for possível adiar de gastos é o ideal, e se ao mesmo tempo for possível economizar recursos, melhor ainda”, diz Segundo Melo, poupar não significa passar privação de desejos, se a prática for realizada primeiro como investimento, antes de relacionar itens que podem ser cortados ou diminuídos. Ele acredita que pelo menos 15% da renda deve ser dirigida à reserva financeira — antes mesmo de gastos com moradia, diversão e alimentação. Uma forma de poupar, segundo ele, é guardar recursos para a aposentadoria, tendo em vista que a pessoa não terá sempre o mesmo nível de disposição e energia em continuar trabalhando. “Nesse momento, é importante haver construído uma reserva consistente para usar em complemento à renda, que ainda obtiver, ou até como única fonte de recursos”, explica. Leia o restante da matéria clicando aqui. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA
CONVÊNIO: UNINTER
Desconto de 10% (dez por cento) nos cursos de Graduação e Pós-Graduação, nas modalidades presencial e a distância, exceto para programas de mestrado e doutorado, que incidirão sobre o valor líquido das mensalidades do curso, condicionados ao pagamento em dia, conforme convênio de Prestação de Serviços Educacionais firmado entre a UNINTER e o beneficiário.
Outubro Rosa

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recentemente sobre o câncer de colo do útero. https://www.inca.gov.br/exposicoes/mulher-e-o-cancer-de-mama-no-brasil
XIX EPEAD 2020

Encontro Paranaense de Estudantes de Administração de 13/11 à 15/11 (Online: https://www.epead2020.com.br/) – Universidade Positivo – Curitiba – PR CHAMADA EVENTO.PDF
People Analytics desponta como um dos principais recursos do RH do futuro

Dados permitem entender fenômenos do ambiente de trabalho, com precisão estatística O People Analytics (PA) despontou como principal tendência nos setores de recursos humanos, na atualidade. De acordo com pesquisa realizada pelo Linkedin, com 7.089 recrutadores de 35 países, a ferramenta apareceu como a principal novidade do segmento para 2020. Embora o conceito não seja tão novo assim, o desenvolvimento tecnológico do Big Data e da inteligência artificial (IA) possibilitou o cruzamento de milhares de informações psicográficas (comportamentais e motivacionais), focadas em pessoas e nas atividades de trabalho. Na prática, o PA é uma metodologia de avaliação que mistura software com modelos que avaliam o perfil e o desempenho do trabalhador. Segundo o coordenador do Laboratório de Gestão do Comportamento Organizacional (Gestcom), da Universidade do Pará (UFPA), Thiago Dias, o PA auxilia os gestores a tomarem decisões, antes pautadas apenas no que eram capazes de observar no ambiente de trabalho. “E quanto aquilo que não conseguiam captar? Agora, os dados são coletados de diferentes fontes, com métodos científicos, e analisados de forma precisa e adequada”, explica. Entre as funções da metodologia está identificar comportamentos, preferências e lacunas de competências que precisam ser desenvolvidas. Também fornece dados para diminuir a rotatividade e proporciona melhoria de engajamento, retenção de talentos e aumento da produtividade. Clique aqui e leia o restante da matéria, sobre os tipos de análises possíveis no PA e as precauções que devem ser tomadas. Por Leon Santos – Assessoria de Comunicação CFA FacebookTwitterLinkedInWhatsAppFacebook MessengerPrintFriendly
Gaudenio Lucena fala sobre segurança pública e burocracia no Brasil

Segunda parte da entrevista (primeira parte) Administrador por formação, Gaudencio Lucena é empresário em diferentes setores. A gama de atuação de seus negócios englobam segmentos como segurança privada, transporte de valores, comunicação, aviação, energia e tecnologia. Com atuação nos estados do Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo, a empresa Corpvs (lê-se Corpus) é comandada por ele e virou potência nos ramos em que atua. Em 2020, a instituição que possui cerca de 4 mil funcionários completa 45 anos de existência. Ocupante da cadeira de número 11, da Academia Cearense de Administração (Acad), Lucena começou suas atividades na Administração como escriturário e depois tornou-se gerente de agências bancárias de Fortaleza-CE. Em 1977 deixou o segmento para atuar como diretor em empresa de segurança privada e de locação de mão de obra: na sequência, abriu sua própria empresa. Nesses 45 anos da Corpus, o senhor enfrentou diversas situações peculiares no Brasil, tanto na economia brasileira quanto na segurança pública e na política. Em qual dessas áreas o senhor poderia destacar um ou mais fatos que o marcaram e foram mais emblemáticos, e por quê? Ao longo de 45 anos, vencemos muitos obstáculos e ultrapassamos vários percalços dos planos econômicos, da turbulenta política e econômica brasileira dos anos 1980 e 1990. Entre eles, podemos citar os planos Cruzado, Cruzado Novo, Plano Verão, Plano Collor e por fim o Plano Real — o mais eficaz e bem sucedido de todos eles, pondo um fim à inflação desenfreada, que é o mais perverso dos tributos, pois atinge frontalmente a classe trabalhadora. Estabilizou a moeda e deu credibilidade econômica internacional ao País. Todavia, em meio a todos estes cenários de incertezas econômicas, sempre procuramos inovar e ofertar um leque vasto de serviços de segurança. Investimos também nas áreas de energia, radiodifusão, aviação e tecnologia, por meio das empresas integrantes do grupo CORPVS. Ampliar o leque de produtos é fundamental para enfrentar a concorrência. Estamos vivendo uma época de pandemia, algo singular e que nunca foi vivido no Brasil. O que empresários e profissionais da Administração podem fazer nesse momento para superar a crise, e quais erros devem ser evitados? Durante instabilidade econômica, o mais prudente é manter a coesão dentro do negócio, focando primordialmente na manutenção do caixa. Ainda não sabemos os efeitos futuros sobre o faturamento e a saúde financeira das empresas. Assistimos, agora, a facilitação nas renegociações de aluguéis, empréstimos e um certo alongamento das dívidas de longo prazo. Somado a isso, há o lado positivo dos incentivos do governo federal, de crédito subsidiado, medidas de proteção ao emprego e diferimento de impostos. O empresário, sabendo do potencial do seu negócio, deve adaptar-se à situação, mesmo que isso implique em um maior endividamento, que poderá no futuro ser minimizado. Conflitos administrativos ou entre patrões e empregados são infrutíferos neste momento. Devemos nos conscientizar que precisamos perder um pouco para garantir o futuro ou muitas empresas poderão, muito breve, deixar de existir. Dessa crise sairão três tipos de empresas: 1) aquelas consideradas essenciais, que vão aumentar seu market share; 2) aquelas que sairão endividadas, porém mais fortes e com perspectivas futuras excelentes; e 3) as que lamentavelmente não se sairão bem e irão à falência. Parte da decisão de como será o futuro da sua empresa é do empresário e dos seus colaboradores. Como o senhor avalia a revolução tecnológica que estamos vivendo, chamada por muitos de Quarta Revolução Industrial, e quais as prováveis direções do mercado, nos próximos dez anos? Acredito que a revolução industrial 4.0 é algo evolutivo, por isso não concordo com a tese de uma disrupção total, dentro dos mercados. Acredito que a tecnologia, nos próximos dez anos, será útil para maximizar o trabalho humano e não substituí-lo. Como toda empresa, a revolução digital existe para agregar algo real na vida das pessoas, resolvendo problemas e fazendo com que sejam mais produtivas. Por outro lado, é importante que os empreendedores possuam a convicção sobre as bases fundamentais de um negócio, que deve servir aos clientes, aos colaboradores e aos acionistas simultaneamente. Hoje há uma certa confusão nesse aspecto, em que o foco fica sendo apenas em um desses três agentes. Isso torna algumas empresas inviáveis no longo prazo. Quando a empresa é antiga, e possui história, o desafio é realizar inovações incrementais, tornando os processos mais produtivos e diversificando os produtos/serviços de forma a aumentar o leque de clientes, mas sempre focando na lucratividade e nas estratégias de longo prazo. Muita coisa está acontecendo, como a facilitação de pagamentos digitais e a comunicação em âmbito mundial. (Clique aqui e leia a primeira parte da entrevista) Por Leon Santos – assessoria de comunicação CFA07