Christina Emy Kodama

Campanha busca reconhecer o papel do profissional de Administração na economia

Muitas pessoas ainda não sabem o motivo de o Dia do Profissional de Administração ser comemorado em 9 de setembro. Na verdade, essa foi a data da promulgação da Lei nº 4769 que regulamenta a profissão, em 1965. Neste ano, o Conselho Federal de Administração (CFA) considerou que é urgente comunicar mais à sociedade a importância deste profissional e desenvolveu a campanha #ADM o profissional chave para a recuperação do país, baseada no conceito CHAVE. A ideia do slogan da campanha foi pensada por considerar que o curso de Administração é o que engloba a maior parte do conhecimento específico necessário tanto para a gestão pública, quanto privada. O objetivo é valorizar essa honrosa profissão e evidenciar o trabalho e o propósito de contribuição para a mudança do Brasil, afinal, datas comemorativas são celebradas porque carregam um contexto histórico e cultural. Neste caso, 9 de setembro reconhece a importância da regulamentação da Administração, um fato histórico, e também homenageia a profissão. Reforçar a valorização do profissional da área é conscientizar a sociedade de que as competências que trazem no currículo encaixam-se com as necessidades atuais do país. “Estar preparado profissionalmente significa conhecer as exigências básicas do mercado de trabalho e a sigla CHAVE reúne as principais delas. O nosso intuito é, além de comemorar o dia, levar o profissional a refletir em quais delas ele ainda está deficiente para se capacitar”, afirma o diretor da Câmara de Comunicação e Marketing (CCM) do CFA, Diego da Costa. Voltemos à inspiração da campanha de 2021. A palavra CHAVE é um acrônimo para conhecimento, habilidades, atitudes, valores e ética. Inicialmente, o método adotado nas organizações era o chamado CHA (conhecimento, habilidades, atitudes), tendo sido acrescido posteriormente dos outros dois conceitos (valores e ética), tornando-se CHAVE. Super em alta, tem conquistado cada vez mais as empresas na hora de avaliar candidatos e selecionar os melhores ou mais adequados para determinados cargos e é bastante utilizada para seleções em nível de liderança. Diante de um mundo BANI – Frágil, Ansioso, Não linear e Incompreensível, conceito que se tornou conhecido em 2020, diante do colapso mundial causado pela pandemia do novo coronavírus -, o conceito CHAVE se revela como uma alternativa bastante eficaz. “Nós precisamos ser eternos estudantes, só assim conseguiremos alcançar níveis de excelência na Administração”, afirma o presidente do CFA, Mauro Kreuz. “Desejo a todos os profissionais e futuros profissionais um ótimo dia, de comemoração mesmo, porque é preciso assumir o nosso protagonismo e o nosso papel como as pessoas mais indicadas e  capacitadas para a gestão. Deixo aqui os meus parabéns e o meu abraço”, finaliza. Elisa Ventura Assessoria de Comunicação CFA

ACOMPANHE! JOGOS DE EMPRESAS

Estão encerradas as inscrições para os Jogos de Empresas 2021. Dia 19, segunda-feira, será publicada a lista final de equipes inscritas, e os participantes terão acesso aos materiais de estudos. Acompanhe mais informações sobre o evento em: https://cra-pr.org.br/projetos-cra-pr-ano-2021/   .

Note de falecimento – Adm. Aloisio Merlin

Comunicamos com pesar o falecimento do Adm. Aloisio Merlin no dia de ontem, 1º de setembro de 2021, em Curitiba, vítima da Covid-19. Presidente do Sindicato dos Administradores do Estado do Paraná (Sinaep) e atuante nesse órgão desde a sua fundação, também foi conselheiro do Conselho Federal de Administração e do Conselho Regional de Administração do Paraná. Ele deixa esposa, filho e neto. Nossa sincera solidariedade a familiares, colegas e amigos. Adm. Sergio Pereira Lobo Presidente do CRA-PR

CUIDADO COM O ATAQUE

Qualquer pessoa, minimamente conectada, já ouviu falar de algum ataque virtual contra empresa, entidade ou órgão governamental. Um exemplo recente foi o sofrido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), no ano de 2020, que resultou na exposição de dados do órgão – conforme reportagens de grandes jornais. A questão é: se você for o próximo alvo, estará protegido? É preciso investir muito em prevenção e em obter o mínimo de conhecimento sobre o que motiva os atacantes e os modos de ataque. Para início de conversa, deve-se saber que os motivos que movem os atacantes são variados e, em geral, não dependem de atitude ou posicionamento da vítima. Em sua maioria, os ataques são realizados com motivações financeiras ou para obtenção de recursos – no primeiro caso, sequestrando de arquivos e máquinas para posterior pedido de resgate ou furto de dados para realização de transações; no segundo, espalhando malwares para obtenção do controle das máquinas atacadas. Contudo, existem muitos outros motivos, como busca de prestígio no mundo hacker; retaliação por posicionamentos ideológicos, políticos ou religiosos; disputas comerciais ou mera diversão. Então, deve-se saber que qualquer dispositivo ou serviço conectado à rede pode ser atacado de diversas formas. Nessa linha, é preciso ter ciência de que grande parte dos ataques ocorrem pela exploração de vulnerabilidades residentes nos próprios equipamentos, redes ou serviços utilizados, geralmente ocasionadas por falhas de configuração e atualização ou falta de investimento nesses aspectos e em mecanismos de segurança. Assim, alguns exemplos de ataques comumente realizados são: e-mail spoofing, em que os campos visíveis de identificação da mensagem são adulterados; sniffing de redes, em que um atacante, ao entrar em uma rede, intercepta o tráfego e captura os pacotes de rede; defacement, no qual a página web da empresa ou entidade é adulterada, como a pichação de um muro; denial of service, em que muitos acessos são realizados simultaneamente a serviços para sobrecarrega-los e tirá-los do ar. Por fim, vale reforçar que a prevenção é a melhor escolha na hora de se investir em segurança. Nessa linha, a regra de Pareto também pode ser aplicada, focando-se em 20% das atitudes que, muito provavelmente, evitarão 80% dos problemas. Assim, é fundamental manter os sistemas operacionais e softwares instalados – sempre – atualizados, pois as melhorias de segurança são instaladas por intermédio das atualizações. Outra atitude obrigatória é o uso de antivírus em todos os equipamentos e, se possível, o uso de firewalls. Não obstante, é primordial abolir o uso de softwares piratas – pois eles não recebem as devidas atualizações e podem conter malwares – e desativar ou desinstalar softwares ou serviços não utilizados e que não sejam essenciais ao funcionamento dos equipamentos. Quanto maior for a segurança individual dos usuários, maior será a segurança da internet como um todo, e menos espaço os atacantes terão.   Alguns ataques e como ocorrem: E-mail spoofing O que é: ataque realizado a partir da alteração/mascaramento de campos conhecidos de identificação dos e-mails que costumam ser vistos pelas pessoas antes de abri-los. Costumam ser usados em conjunto com outros ataques, como phishing ou spam. Como ocorre: em geral, são alterados os campos “From” (ao abrir o e-mail será campo “De”), “Reply-To” (ao responder o e-mail, será o campo “Para”) e “Return-Path” (retorno em caso de erros, não costuma ficar visível). Dessa forma, ao receber um e-mail, o destinatário lê a informação e acredita que determinada fonte enviou aquela mensagem, mas na verdade os dados de origem são outros, fazendo com que a vítima responda o e-mail ou acesse links ou arquivos maliciosos. Como se proteger: desconfie de pedidos para acessar links não solicitados contidos em um e-mail e de pedidos para atualizar cadastros a partir de links contidos no e-mail. Entre diretamente pelo site do terceiro. Desconfie de pedidos vinculados ao bloqueio de contas ou alegação de débitos, busque sempre verificar diretamente pelo site ou telefone do terceiro pesquisando na internet e evite usar dados do e-mail se tiver dúvidas. Sniffing: O que é: interceptação do tráfego de rede. Como ocorre: com programas específicos que capturam todos os pacotes que trafegam na rede conectada e os armazenam para posterior análise do cabeçalho (dados técnicos do pacote) e seus dados úteis (dados enviados pelos programas que estão se comunicando). Como se proteger: utilizando meios seguros de conexão, que usem criptografia. Dessa forma, mesmo que os dados sejam capturados, não serão legíveis, a não ser que o atacante consiga quebrar a criptografia, o que é relativamente difícil.   Brute force: O que é: tentativa repetitiva de adivinhação de usuário e senha para acesso à conta de um usuário. Como ocorre: por meio de softwares específicos, que montam listas de possíveis combinações com base em dados já obtidos dos usuários, direcionando a adivinhação. Em geral, as combinações de senha se baseiam em dados da pessoa ou familiares, nomes de times, filmes, celebridades, sequências numéricas e de letras do teclado (como 1234 ou qwert) ou substituições comuns (“E” por “3”, “A” por “@”, “O” por “0”). Tais softwares são capazes de realizar milhares de tentativas por minuto até encontrarem as senhas efetivamente usadas. Como se proteger: evite usar senhas curtas – quanto menor for a senha, menos tentativas serão necessárias. Evite usar apenas números ou apenas letras – misture letras maiúsculas, minúsculas, números e caracteres especiais. Por fim, não use nomes conhecidos, datas conhecidas ou demais dados pessoais ou de familiares que possam ser encontrados na internet ou por meio de cadastros. Dafacement: O que é: “pichação” ou adulteração de páginas de empresas ou entidades. Em geral, os atacantes alteram imagens e textos para chamar atenção por meio de chacotas e mostrar que a página foi atacada. Pode ser realizado, também, com a finalidade de colocar conteúdos não chamativos para alterar a navegação de quem interage com a página. Como ocorre: pela exploração de diversas vulnerabilidades, como falhas de software e programação ou invasão dos servidores web. Como se proteger: exija do seu provedor/prestador de serviços investimento em segurança. Caso possua servidores próprios, invista em segurança

Quando a solidariedade sai a fome entra.

Conhecido por ser um povo solidário diante de catástrofes e tragédias, o  brasileiro tem aparecido nas grandes mídias, quando se fala de doações aos  necessitados, mas com um viés negativo, dando destaque à redução de suas  contribuições.  No início da pandemia havia uma esperança de que isso tudo logo passaria. Não  vai demorar e logo voltaremos ao normal. Mas o tempo foi passando. O  desemprego batendo às portas. O auxílio emergencial sendo desviado e quando  chega a quem precisa, não atende as necessidades básicas.  Campanhas tomaram vulto e toneladas de alimentos foram arrecadadas e  destinadas a quem precisava. Mas as doações foram diminuindo na mesma  proporção que a fome foi aumentando. Nos últimos seis meses o número de  pobres e extremamente pobres triplicou no Brasil, segundo os dados da  Fundação Getúlio Vargas, divulgados em março de 2021. Nesse mesmo período  as doações caíram 70%.  O que leva a população, conhecida como benevolente, em situações de  desamparo social e necessidade do seu próximo a deixar de contribuir com as  campanhas? A resposta está no mais básico dos instintos humanos.  Sobrevivência.  Diante da incerteza do amanhã, cria-se a necessidade da preservação sua e dos  seus. O guardar para não faltar. Garantir o estoque mínimo de sobrevivência.  Será que amanhã terei emprego? Terei renda?  Diante das turbulências em uma viagem de avião, se caírem máscaras sobre  suas cabeças, a orientação é que primeiro garanta a sua segurança e  sobrevivência para depois socorrer os outros. Será que adotamos isso,  conscientemente ou não, nesse período de pandemia?  Muito se tem falado que sairemos melhores dessa fase. Será? Não conseguimos  ser empáticos nem solidários durante a fase mais difícil da pandemia, por que  seríamos melhores após passar? Por que nos importaríamos com os outros  depois que voltarmos ao “normal”?  Mesmo diante das dificuldades a sociedade civil se mobiliza para atender e suprir  as necessidades onde as forças governamentais não chegam, ou não querem  chegar, e não são poucas essas frentes. Ongs (organizações não  governamentais), sindicatos e CUFA (central única das favelas) são exemplos  de coletivos que não desistem de buscar recursos para socorrer a população em  situação de vulnerabilidade social.  A vacina chegou, a fome não acabou, o tempo não esperou, o governo não  ajudou, ou ajudou? As filas se formam para vacinar. Mas a vacina não alimenta.  Protege, mas não nutre. “A gente não quer só comida…” a gente quer vacina,  proteção e paz.  Segundo Daniel Balaban, que chefia o escritório brasileiro do Programa Mundial  de Alimentos (WFP, na sigla em inglês), considerada a maior agência  humanitária da ONU, o Brasil está de volta ao mapa da fome. Também é o  destaque em como não lidar com a pandemia.   Não vamos permitir que sejamos conhecidos também pela falta de empatia. Não  vamos permitir que pessoas morram de fome em um país que joga no lixo 8  milhões de toneladas de alimentos por ano, segundo levantamento da ONU.  Segundo o dito popular, “o brasileiro não desiste nunca”. Espero que nosso povo  nunca desista de ser solidário, de socorrer quem precisa, de dar o peixe e não a  vara, para quem nunca teve oportunidade de aprender a pescar, e que, depois  de saciar a fome, também ensine a pescar e dê as condições e ferramentas para  isso. Como dizia Betinho (Herbert José de Souza), “quem tem fome, tem pressa”.   Prof. Me. Julio Cezar Bernardelli

Live de abertura do mês dos Administradores

O CRA-PR vai comemorar o Mês da Administração com uma série de atrações para seus registrados. Logo no primeiro dia, vamos apresentar a agenda de setembro, com ações e eventos para valorizar nossos profissionais e nossa área de atuação, em uma live cheia de experiências profissionais de destaque no Paraná, com olhar dedicado a ferramentas de gestão. Participe e descubra tudo o que estamos fazendo por você!

VOLTA AO MERCADO DE TRABALHO DE MULHERES ACIMA DE 40 ANOS

Volta ao mercado de trabalho de mulheres acima de 40 anos Voltar ao mercado de trabalho depois dos 40 só é possível com muita força de vontade, conhecimento técnico e rede de contatos. Para as mulheres, é um desafio ainda maior, já que historicamente somos vistas como alternativa aos homens. Porém, o mercado aprecia o conhecimento e a dedicação e vê na mulher madura uma profissional mais disponível e serena. Isso ocorre por causa da participação feminina na criação dos filhos. Aos 40, 50 e 60, as mulheres geralmente não têm mais crianças pequenas, e o trabalho passa a ser também uma prioridade. A maturidade adquirida também traz benefícios, pois agrega valor à equipe, ainda mais nos dias de hoje. No entanto, para aquelas que estão fora do mercado, é imperativo que procurem reciclagem e atualização sobre as ferramentas e tecnologias utilizadas em sua área. A remuneração ainda é o grande entrave, mas, neste caso, não é questão de idade, e, sim, de tradição a ser derrubada. Por fim, cabe a cada uma de nós decidir e pesar se a volta ao trabalho trará mais vantagens que desvantagens, mais alegrias do que tristezas e mais realizações do que desilusões. Adm. Márcia Telles Neller é síndica profissional especialista em atendimento ao cliente, administradora, coordenadora da Câmara de Gestão de Condomínios, conselheira suplente e membro da Comissão Permanente de Tomada de Contas do CRA-PR.

Dicas de empregabilidade

Em tempos de concorrência acirrada no mercado de trabalho, os pequenos detalhes fazem a diferença entre os candidatos e podem ser decisivas para determinar uma contratação. Então, mais que se preparar para atuar em uma área específica, é preciso oferecer aos recrutadores características que eles buscam e que podem ser desenvolvidas sem muito esforço, mas fazem uma grande diferença para a sua imagem profissional: Domine sua área de atuação e busque aprimoramentos, sempre Invista em autoconhecimento e inteligência emocional Use o LinkedIn como vitrine profissional Treine pelo menos uma língua estrangeira Adquira soft skills Construa um currículo assertivo Simule entrevistas para reduzir o nervosismo Além de poder contar com profissionais para realizar essas atividades, é possível buscar soluções gratuitas para cada uma delas em páginas específicas ou em aplicativos. Faça uma busca e não se esqueça de estar sempre pronto para impressionar.

CIP DIGITAL: MAIS UMA FACILIDADE PARA OS PROFISSIONAIS DA ADMINISTRAÇÃO

CIP Digital: mais uma facilidade para os profissionais da Administração O CRA-PR disponibilizou um novo formato de identificação para os seus registrados. Agora, além da Carteira de Identidade Profissional já conhecida, é possível emitir a versão digital do documento, com as mesmas funcionalidades: servir como documento de identificação pessoal em todo o território nacional, substituindo o RG, e comprovar o registro profissional junto ao Conselho de Regional de Administração do Paraná. “Todos os registrados no CRA-PR podem ter acesso a sua CIP no seu celular, com custo zero, praticidade, mobilidade e mais durabilidade”, esclarece o Adm. Sérgio Pedroso, Diretor de Fiscalização e Registro. A CIP Digital dispensa o pedido de segunda via em caso de perda ou roubo do smartphone, é mais segura contra fraudes (utiliza sistemas de autenticação e criptografia), reúne diversas informações atualizadas sobre o administrador e sua situação junto ao CRA-PR e gera um QR code único para cada registrado, o que permite autenticação do documento e consulta aos dados cadastrais mesmo em locais sem acesso a internet. Com a novidade, também é possível deixar o documento físico em casa, evitando extravios. Solicitar a CIP Digital é fácil. De acordo com a Adm. Lilian Medeiros, Supervisora de Fiscalização e Registro, “os profissionais devem acessar os serviços online no site do CRA-PR e após, receber o código de ativação, que será encaminhada via e-mail, é só seguir as orientações. De forma rápida e prática, o registrado terá acesso à CIP Digital no celular, no app PROID”. Para ter direito ao documento digital, é preciso estar com o registrado ativo no CRA-PR, estar adimplente e com seus dados cadastrais atualizados. Ficou com vontade de pedir a sua CIP Digital? Entre em contato com o CRA-PR.

Editorial julho

Crises podem ser negativas para a maioria, então precisamos ser a minoria O índice de desemprego, que permanece na casa dos 14%, segue como uma preocupação de primeira importância, pois uma das missões do CRA-PR é fortalecer a nossa profissão para termos cada vez mais empregabilidade. Há um número crescente de talentos à disposição de uma quantidade reduzida de vagas, o que torna evidente a importância da capacitação, e nesse cenário o profissional de Administração se destaca pela sua formação abrangente, mas, mesmo assim, a concorrência é acirrada. Pensando em maneiras de manter nossos registrados mais atrativos para o mercado de trabalho, trouxemos informações complementares sobre esse tema. Temos nesta edição uma lista de dicas para aumentar a empregabilidade, além de indicação de cursos e um relato sobre a reinserção profissional de um público específico. Ainda destacamos eventos que dão uma noção de quão são diversas as possibilidades de atuação do profissional de Administração e podem gerar um bom insight sobre uma nova área a ser explorada. Acreditando que a educação pode ser o diferencial que impulsiona a carreira, temos um artigo sobre a relação entre estudantes e o Enade e a sugestão de um livro que orienta sobre como extrair a melhor experiência de um mestrado, desde a aprovação do projeto até as dificuldades que separam os alunos dos diplomas. Por falar em atualização, lançamos a Carteira de Identificação Profissional Digital, que traz para os nossos registrados mais comodidade e segurança – e o melhor, sem custos. Junto com uma atenção maior que temos dado aos meios online de comunicação, a CIP Digital é um passo rumo ao futuro, em que esperamos continuar mantendo uma relação de contribuição para a Administração no Paraná e no resto do Brasil.

AMP e Câmara de Gestão Pública do CRA/PR estudam ferramenta de apoio a governos municipais

A AMP (Associação dos Municípios do Paraná) e a Câmara de Gestão Pública do CRA-PR (Conselho Regional de Administração do Paraná) estão estudando a formação de  parceria para ofertar, às 399 prefeituras do Estado, o IGM (Índice de Governança Municipal). Lançado em 2016, o IGM é uma ferramenta do Sistema CFA/CRA e foi criado para auxiliar os gestores públicos a entender – por meio de dados consolidados – as possíveis oportunidades de melhorias em seus municípios. A estrutura do IGM é baseada na análise de dados brutos, cuja média serve de base para a criação dos indicadores que impactam na nota geral do Índice. Neste estudo, são consideradas três dimensões: Finanças, Gestão e Desempenho. O IGM foi elaborado a partir de dados secundários e considera áreas como saúde, educação, saneamento e meio ambiente, segurança pública, gestão fiscal, transparência, recursos humanos, planejamento e outras. O coordenador da Câmara, Fabrízio Meller da Silva, explicou ao secretário executivo da AMP, João Vinicios de Souza, que a Câmara de Gestão Pública do Paraná tem capacitado administradores para atuarem no diagnóstico e solução de problemas municipais. “O objetivo principal da parceria é a inclusão da ciência da administração junto à gestão municipal”, explicou.   Assessoria de Comunicação da AMP AURÉLIO MUNHOZ Reg. Prof. Mtb: 2.635/10. Telefones: 41-3223-5733 e 41-99544-0404.  

FRAUDES NA INTERNET

Assim como a tecnologia, os criminosos evoluem. Engana-se, porém, quem acha que isso diz respeito apenas às ferramentas utilizadas, pois – em grande parte – os bandidos têm acesso às mesmas interfaces que um cidadão comum. Assim, o ponto de atenção deve recair sobre a criatividade utilizada pelos atacantes para corromper o cotidiano das pessoas contra elas mesmas. Para se proteger de tais perigos e não “morder nenhuma isca”, é primordial manter-se atualizado em relação aos golpes utilizados. Primeiro, deve-se entender que é cada vez mais difícil lograr êxito em empreitadas contra instituições bancárias ou comerciais, pois elas contam com cada vez mais recursos de proteção cibernética. Consequentemente, o foco passou para o usuário comum, que possui menos recursos e conhecimento, apresentando-se em quantidade infinitamente maior na rede, devido à democratização da tecnologia. Dessa forma, os golpistas têm observado o uso da internet e elaborado técnicas de engenharia social focadas no dia a dia das pessoas para enganá-las e – na quantidade – lucrar mais do que seria possível lesando grandes empresas. Os golpes são os mais variados possíveis, contudo a base de todos é a mesma desde os primórdios da humanidade: abusar da confiança ou do medo. Nessa linha, um dos mais básicos existente é o furto de identidade. Esse ataque busca conseguir dados que os próprios usuários postam nas redes, a fim de ter conteúdo suficiente para criar perfis ou contas falsas e praticar mais fraudes. Não obstante, a partir de tais contas, costuma-se praticar o famoso phishing, envio de mensagens falsas que induzem os contatos de quem teve a identidade furtada a acessar links, baixar arquivos, enviar dados ou até dinheiro. A solução é se aperfeiçoar cada vez mais na prevenção: questionar-se por que alguém entraria em contato sem pedido prévio é a primeira coisa a se fazer. Ainda, deve-se sempre desconfiar de mensagens que apelem por atenção, que imponham tempo de resposta ou indiquem penalidades caso não sejam respondidas. Dessa forma, a prudência é aliada da segurança. Caso não haja certeza, deve-se entrar em contato com a empresa ou o conhecido por meio de sites e telefones oficiais, sem ceder aos links e contatos contidos em mensagens duvidosas. Fraudes mais comuns Furto de identidade O que é: ato de obter informações suficientes para tentar se passar por uma pessoa ou empresa. Como ocorre: os atacantes reúnem dados que estejam com visibilidade pública em redes sociais ou sites e os utilizam para criar contas falsas. Pode, também, ocorrer com o acesso indevido a contas de e-mail utilizando recursos de recuperação de contas e mudança de senhas com os dados pessoais garimpados ou por meio de mascaramento de campos de mensagens de e-mails, alterando o texto exibido na indicação do remetente. Quanto mais informações da própria vida pessoal alguém coloca na internet, mais fácil se torna realizar o furto de identidade. Consequências: perdas financeiras, ações judiciais e prejuízos à reputação são os impactos mais comuns. Prevenção: restringir ao máximo a visibilidade de dados pessoais em redes sociais e em sites; postar somente o necessário em relação a sua rotina e vida pessoal; não utilizar senhas baseadas em dados pessoais ou de parentes; questionar-se sempre sobre a real necessidade de criar contas ou utilizar algum dado em redes sociais e sites. Golpe da antecipação de recurso O que é: solicitação de dados pessoais ou pedido de antecipação de quantia financeira com a promessa de recebimento de benefício ou faturamento futuro. Como ocorre: por meio de mensagens, ligações ou acesso a sites fraudulentos. Geralmente envolve uma história comovente ou excitante que inclui o envio de dados ou dinheiro. Um exemplo famoso é o Golpe da Nigéria, em que se solicita um intermediário para uma transação internacional de fundos de alto valor monetário, com a promessa de lucro de um percentual da transferência. Geralmente é dito que seu contato é uma indicação por ser uma pessoa confiável e honesta. Suas variações envolvem loterias internacionais, oferta de crédito fácil, doação de animais de raça, ofertas de emprego, busca de namorados ou namoradas, entre outros. Prevenção: suspeitar de histórias que envolvam prazos e solicitação de sigilo. Atentar para erros gramaticais grosseiros. Ligar para a polícia ou instituições de defesa do consumidor para verificar se não se trata de uma fraude. Phishing O que é: obtenção de dados pessoais ou financeiros por meio do envio desses dados em sites ou e-mails fraudulentos, utilizando-se de engenharia social para envolver e enganar as vítimas. Como ocorre: os atacantes enviam e-mails e mensagens ou criam sites copiando a interface e a linguagem utilizada por instituições oficiais. Utilizam sempre de textos ou imagens que estimulem a curiosidade ou apelem para as consequências da não realização da atividade. Buscam a obtenção de dados por meio de links ou arquivos específicos. Um exemplo é o recebimento de e-mails que citem fotos tiradas com uma pessoa e peçam para a vítima abrir o arquivo ou de boletos atrasados com ameaça do envio para protesto. Prevenção: verifique o remetente e, no caso de e-mails, os metadados para validação do real remetente. Entre em contato com as instituições por meio de telefones ou sites oficiais, evite abrir anexos ou entrar em links duvidosos e busque o site diretamente na internet. Antes de clicar nos links, passe o mouse por cima e verifique se o texto do link não oculta outro link realmente diferente. Certifique-se sobre a validade do certificado digital do site ou do documento assinado. Consulte a polícia e as entidades de defesa do consumidor sobre a existência de golpes semelhantes. Pharming O que é: um tipo de phishing que envolve o comprometimento de serviços de DNS (Domain Name System). Quando se acessa um site específico ao digitar uma URL no navegador, o serviço corrompido redireciona para um site falso (cópia do original). Como ocorre: com ataque a servidores DNS da internet (extremamente raro), códigos maliciosos que alteram o funcionamento do serviço de DNS do computador do usuário (comum) e ataque ao serviço de redirecionamento de roteadores (comum). Prevenção: uso de

INVESTIMENTO PARA TODOS

Os grandes volumes de dinheiro movimentados na Bolsa de Valores podem chegar a assustar quem busca dar os primeiros passos no mundo dos investimentos. Notícias sobre aberturas de capital (IPO) que envolvem bilhões de reais e enormes lucros e prejuízos podem mascarar uma informação bastante interessante para quem busca uma forma de poupar: o mercado de ações pode ser uma ótima opção para pequenos investidores. Você já pensou nisso? As opções mais tradicionais e conhecidas pela segurança, como a poupança, deixaram de ser um investimento atrativo pela baixa rentabilidade, que não vai muito além dos índices de inflação (podendo inclusive apresentar ganho real negativo, como nos últimos 12 meses) e é nesse cenário que a Bolsa de Valores se destaca, com sua possibilidade de retornos muito superiores. Com um valor próximo a R$ 100, já é possível adquirir as primeiras ações e começar a aventura pelo mercado financeiro, mas é preciso ter disciplina para obter os resultados esperados. Para quem acredita não ter renda suficiente para investir, o conselho é criar uma planilha e anotar todos os gastos realizados. Você pode se surpreender com quanto desperdiça de dinheiro com coisas desnecessárias. Para isso, crie duas colunas, uma com seus ganhos e outra com suas despesas, como uma forma muito simplificada de um Balanço Patrimonial, e preste atenção nos supérfluos que puderem ser cortados. O objetivo nesse momento é evitar, de qualquer maneira, que você gaste mais do que ganha. Se você tiver dívidas, foque na quitação delas e não crie novas. Para isso, evitar compras por impulso é primordial. Se, após o controle de gastos, ainda não sobrar mensalmente um valor a ser investido, não há outro caminho a não ser aumentar a renda. Busque qualificações, que podem ser gratuitas (por exemplo, os cursos da ACAdm, apresentados na página 3), e concentre-se em conseguir uma promoção no trabalho ou, se não for possível, uma atividade complementar ou um novo emprego, com melhor salário. Para os empreendedores, a revisão de processos e a redução de despesas fixas certamente vão ajudar. O importante é aumentar a renda sem aumentar as despesas, senão você nunca sairá desse ciclo e sempre vai trabalhar apenas para pagar contas. Quais são as melhores opções de investimentos? Não há uma resposta única para essa pergunta, pois há opções para todos os perfis de investidor, por exemplo títulos públicos, títulos de renda fixa (como CDBs, LCIs, LCAs), ações, fundos imobiliários, fundos de investimentos, fundos de previdência privada, entre outros. Para escolher qual deles mais se encaixa ao seu propósito, é importante definir se seu objetivo é de curto, médio ou longo prazo e se o seu perfil é conservador, moderado ou arrojado, lembrando que, em muitos casos, as opções de maiores riscos podem trazer maior rentabilidade. A dica é que recursos para objetivos de curto prazo (até 2 anos) sejam investidos de forma mais conservadora; os de médio prazo (entre 2 a 5 anos), em opções moderadas; já os recursos para longo prazo (a partir de 5 anos) podem ser investidos de forma mais arrojada. Para qualquer horizonte, a sugestão é procurar uma corretora que ajude a decidir qual é o melhor conjunto de investimentos de forma diversificada e de acordo com o seu perfil e seus objetivos, pois essas empresas conseguem consolidar em uma só plataforma o acesso a todas essas modalidades de investimentos, de modo que o investidor tenha o melhor retorno para o seu capital, que pode ir muito além do que o oferecido pela poupança e, muitas vezes, com a mesma segurança que ela oferece. -Por Adm. Regilaine Specia Adm. Regilaine Specia de Arruda é agente de investimentos CVM, sócia da Sal Investimentos AAI, assessora de investimentos credenciada à XP, colunista da Rede AERP/PR – Coluna Saúde do Bolso, membro da Câmara da Mulher Administradora do CRA-PR.

BITCOIN E OUTRAS CRIPTOMOEDAS: O MÍNIMO QUE SE DEVE SABER PARA INVESTIR DE FORMA CORRETA

Criado para ser uma alternativa ao mercado financeiro tradicional a partir da crise de 2008, que quebrou dezenas de instituições financeiras tradicionais, o Bitcoin e a sua tecnologia subjacente, o blockchain, nasceu com pretensões altamente libertárias e contrárias ao mercado tradicional, como uma moeda que não era emitida por Bancos Centrais e não dependia de instituições financeiras para funcionar como meio de troca ou unidade de conta (como uma moeda corrente) ou como reserva de valor (como o ouro). Por conta disso, foi natural que, nos primórdios, os principais usuários do Bitcoin fossem unicamente pessoas físicas com alto grau de conhecimento específico em informática e computação. Sendo mais direto: no início, somente se interessavam por essa “moeda digital” os chamados geeks ou nerds, que costumam ser os primeiros a ser atraídos por avanços em tecnologia. A partir do ano de 2011, quando começaram a surgir as primeiras corretoras de criptomoedas (cryptoexchanges), esse público dos early adopters e cypherpunks foi expandido, chegando a algumas pessoas mais atentas e que começaram a estudar e compreender melhor a utilidade de criptomoedas descentralizadas ou, principalmente, se entusiasmaram com a possibilidade de crescimento exponencial em um investimento alternativo. De todo modo, somente a partir do ano de 2017, quando o Bitcoin atingiu a sua (então) máxima histórica de 20 mil dólares, é que pessoas fora do nicho de informática, além de empresas e investidores institucionais que até então passavam longe do investimento em criptomoedas – dentre outros pontos, por estarmos falando de um mercado não regulado em quase todos os países do globo e ainda, para alguns, incompreensível e ligado a crimes na deep web em seus primórdios – começaram a se interessar pelo assunto. E como se interessam. No momento atual, em que o Bitcoin atingiu novas máximas históricas (chegou próximo de 65 mil dólares, em abril de 2021; atualmente, quando escrevo este artigo, em junho/2021, seu preço é de cerca de 39 mil dólares por unidade, bem abaixo da máxima histórica, mas ainda assim o dobro do valor de 2017), o assunto passou a fazer parte do mainstream, com influenciadores, casas de análise, jornais especializados e mesmo a imprensa “comum” dando grande destaque às criptomoedas, seus preços e sua volatidade. Embora isto não seja um fenômeno isolado (na verdade, no Brasil estamos diante de um momento de migração dos investimentos de renda fixa, como a poupança, para um maior interesse em investimentos em renda variável; com isso, o número de investidores pessoas físicas cadastrados na Bolsa de Valores brasileira “tradicional”, a B3, mais que dobrou entre 2019 e 2020), é certamente um momento em que muitos desses novos investidores podem ser prejudicados por aproveitadores, que se valem da aura de futurismo e vanguarda das criptomoedas para oferecer a desavisados produtos que prometem rendimentos surreais (é comum propagandas que falam em robôs investidores e garantem rendimentos fixos de 10% ao mês, por exemplo), mas que são, na verdade, golpes. Talvez por isso, muitos ainda associem as criptomoedas a pirâmides, a um “esquema Ponzi” infinito e assim se afastem de investir ou ao menos de conhecer o mundo das criptomoedas e do blockchain; pior ainda, muitos acreditam nisso e investem da forma errada, desconhecendo o risco que o mercado de criptos – ainda em sua pré-adolescência – pode infligir a desavisados ou gananciosos extremos. Pensando nisso, apresentamos abaixo as três formas possíveis para o investimento em criptomoedas, como o Bitcoin ou o Ethereum (as mais conhecidas, neste momento de hype), por pessoas físicas, que não envolvem riscos com pirâmides ou empresas golpistas: (1) Aquisição peer-to-peer: neste modo, uma pessoa vende a moeda digital a outra, trocando por reais, por exemplo, e a recebe diretamente em sua carteira (wallet) pessoal, que pode ser um aplicativo de celular, um software de computador ou mesmo um código impresso (caberia outro artigo somente para falar a respeito dessa transação, mas por ora o interessante é saber que ela existe), sem intermediários, como bancos, corretoras ou casas de câmbio. Também é possível trocar serviços por moedas digitais diretamente, vendendo bens ou prestando serviços mediante pagamento em criptomoedas. Essa foi a forma originalmente pensada pelo sistema Bitcoin, que, como vimos, visava justamente substituir o sistema monetário tradicional e seus midllemen (intermediários). (2) Aquisição em exchanges: este é, atualmente, o modo mais popular. As corretoras de criptomoedas cumprem o papel de aproximar as pontas vendedoras e compradoras das mais variadas criptomoedas (existem milhares delas, conhecidas como altcoins, ou seja, as moedas alternativas ao Bitcoin) e cobram uma taxa por isso. Existem corretoras nacionais e internacionais, e nesses ambientes é possível trocar moedas “oficiais”, como o real ou o dólar, por criptomoedas, bem como uma cripto por outra, sem qualquer conhecimento técnico sobre as criptomoedas em si. Funcionam exatamente como uma corretora de valores mobiliários na bolsa, porém, não são reguladas pela CVM, tampouco fazem parte do sistema financeiro “tradicional”, portanto é preciso cuidado em sua escolha e utilização – não se recomenda, por exemplo, que sejam utilizadas como “cofres” ou “carteiras” das criptomoedas adquiridas. (3) Aquisição de ETFs: os ETFs (sigla em inglês para Exchange Traded Funds) são fundos de investimento negociados em bolsa de valores pelo mundo que funcionam como um “espelhamento” de determinados índices do mercado – como o índice Ibovespa ou a Nasdaq americana. Assim, quem opta por investir em um ETF acaba por investir em todos os papéis que compõem determinado índice, sem ter de comprar todos os papéis (ações, por exemplo) que compõem o referido índice, simplificando o investimento, ao mesmo tempo em que o diversifica. O Brasil foi o segundo país do mundo (o primeiro foi o Canadá, em fevereiro) a aprovar, por meio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), dois ETFS de criptoativos: um que replicará apenas a variação do Bitcoin e outro composto por uma “cesta” com seis criptomoedas (Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Chainlink, BitcoinCash e Stellar). Ambos são negociados na Bolsa de Valores e estão disponíveis a qualquer investidor, inclusive pessoas físicas interessadas em investir em criptomoedas, mas com pouco conhecimento sobre os

LIVE – Por que fiscalizar a atuação do administrador?

  A fiscalização é um dos serviços essenciais realizados pelo CRA-PR, mas você sabe qual é a importância de fiscalizar a atuação dos profissionais de Administração? Para conversar sobre o assunto, vamos receber o Adm. Carlos Alberto Ferreira Jr., diretor da Câmara de Fiscalização e Registro do CFA, e o Adm. Sérgio Francisco Pedroso, diretor de Fiscalização e Registro do CRA-PR, que também vão esclarecer quais são os perigos de contratar profissionais não habilitados, inclusive na área de gestão de condomínios. Participe!  

CRA-PR ESTÁ OFERECENDO CURSO GRATUITO SOBRE GOVERNANÇA MUNICIPAL

Intuito é formar profissionais de Administração aptos a obter melhores resultados na Administração Pública O Conselho Regional de Administração do Paraná está oferecendo gratuitamente aos seus registrados um curso em Governança Municipal, com o objetivo de preparar os profissionais de Administração para o uso correto de ferramentas de diagnóstico e análise municipal, possibilitando novas formas de gestão pública, baseadas em dados, números e relatórios. Com a capacitação, o CRA-PR espera inserir mais administradores na área de gestão pública, inclusive no papel de consultores e assessores, processo que colabora para profissionalizar a administração dos municípios, com ganhos para toda a população. Um dos focos do curso será a apresentação do Índice de Governança Municipal, ferramenta desenvolvida pelo Conselho Federal de Administração que avalia e permite comparar a gestão dos municípios em três dimensões – finanças, gestão e desempenho –, considerando áreas como saúde, educação, saneamento e meio ambiente, segurança pública, gestão fiscal, entre outras. Os resultados apurados pelo IGM representam uma rica e confiável fonte de informação para embasar tomadas de decisão, tornando o planejamento mais assertivo. Serão abordados indicadores de desempenho, ferramentas de gestão municipal, organização e gestão de bancos de dados, cases de sucesso, diagnóstico de municípios, plano de ação na prática e outros conteúdos correlatos, por meio de aulas expositivas e workshops. O conteúdo está sendo ministrado à distância, com um encontro síncrono e demais aulas gravadas, por quatro membros da Câmara de Gestão Pública: Adm. Liz Rodrigues – MBA em Administração e Marketing, MBA em Inovação na Gestão Pública, administradora na Secretaria de Governo da Prefeitura de Londrina, membro da Câmara de Gestão Pública do CRA-PR. Adm. Leonidas Lopes de Camargo – mestre em Engenharia de Produção, professor universitário aposentado, membro da Câmara de Gestão Pública do CRA-PR. Adm. Anderson Luiz Michelin – mestre em Gestão Estratégica da Organizações, professor universitário e coordenador de curso, diretor do IRDES, membro da Câmara de Gestão Pública do CRA-PR. Adm. Fabrízio Meller da Silva – doutor em Administração, professor do programa de pós-graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação (PROFNIT) – UEM, membro da Câmara de Gestão Pública do CRA-PR.

CONHEÇA A ACADM, SEU AMBIENTE DE CAPACITAÇÃO E ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL

É senso comum que as rápidas mudanças no mercado e na sociedade exigem profissionais de Administração constantemente atualizados, preparados para atuar no cenário atual e identificar as tendências que surgem nas mais diversas áreas. Atento a essa necessidade, o Conselho Federal de Administração, por meio da Câmara de Formação Profissional, criou a Academia Corporativa da Administração, uma plataforma de ensino a distância com foco nas competências profissionais, na sustentabilidade das organizações e no desenvolvimento do país. “É com grande satisfação que o CFA, por meio da Câmara de Formação Profissional (CFP), apresenta a ACAdm. Esse é um projeto que foi pensado com todo cuidado e zelo, pois a sua missão é oferecer mais qualidade à formação dos profissionais de Administração”, afirma o presidente do CFA, Mauro Kreuz. Já foram disponibilizadas mais de 15 opções de cursos divididos por área de conhecimento, além de webinars e palestras, e haverá atualizações mensais, conforme curadoria pensada por e para os profissionais da área. O conteúdo pode ser acessado via computador ou smartphone, a qualquer hora e em qualquer lugar, e os participantes recebem Certificação Profissional em Administração. Todos os cursos da ACAdm são gratuitos e exclusivos para registrados adimplentes em qualquer CRA. As aulas são realizadas online na plataforma Tutor LMS, uma das mais seguras e completas em ensino a distância do mundo, acompanhadas por trilhas de aprendizagem, gerenciamento das competências dos usuários e acompanhamento individual da evolução das aprendizagens. Os alunos contam também com área de tutores para tirar dúvidas, quizzes e Q&A – Questions and Answers, (perguntas e respostas), monitoramento de estudos, comunidades de estudantes e área do aluno. Mais informações e a área para inscrição estão disponíveis em: https://acadm.cfa.org.br/.

MOTIVOS PARA SER UM PROFISSIONAL DA ADMINISTRAÇÃO

São inúmeros os motivos para termos escolhido ser profissionais de Administração, uma profissão que abre um leque muito amplo de possibilidades de atuação. É, também, um pré-requisito para quem deseja empreender com segurança. Seja ocupando um cargo de gestão ou gerenciando um negócio próprio, a pressão sobre os administradores é alta, o que exige formação adequada, constante – long life learning – e posso dizer que é um desafio e um estímulo à criatividade. É uma das profissões mais relevantes no mundo. Você, leitor, pode estar se perguntando por que comecei esse editorial fazendo uma ode aos administradores. A resposta está na valorização de uma profissão que está sendo ainda mais valorizada no mercado nesse momento que estamos vivendo, e esse é um caminho só de ida. Os mercados amadureceram muito neste último um ano e meio, e, por isso, iniciativas como essa da ACAdm – Academia Corporativa da Administração – lançada pelo CFA são muito importantes. A ACAdm é uma plataforma de ensino a distância com foco na ampliação das competências profissionais. Nessa linha, estamos conduzindo pelo CRA-PR diferentes modelos de encontros online e iniciativas específicas de qualificação, por exemplo o curso de Capacitação em Governança Municipal, que discute o que existe de mais moderno nessa função específica e de extrema importância para a sociedade. Trazemos também na edição deste boletim artigos inovadores sobre criptomoedas e outras tecnologias, temas que ditam novas tendências em todos os setores, principalmente por quebrar paradigmas de mercados tradicionais estabelecidos. E esse é o espírito do profissional de Administração: conectado, protagonista em suas funções, desde as mais técnicas até as mais criativas. Por isso, desejo a todos uma boa leitura e espero que esses temas despertem ainda mais a sede por informação e conhecimento em todos vocês. Boa leitura! https://issuu.com/crapr/docs/boletim_cra_241 Adm. Sérgio Pereira Lobo Presidente do CRA-PR

A internet e seus riscos e benefícios

Dentre os vários paradigmas quebrados pelo surgimento da internet, talvez o principal seja o de que, hoje, sim, é possível abraçar o mundo. Isso, pois, através da rede, podem-se realizar atividades que antes exigiam grande esforço, tempo e deslocamento – mas que agora são praticadas de forma rápida e sem sair de casa. Contudo, diferentemente do que muitos pensam, os riscos também se tornaram mais “acessíveis”, fazendo com que cuidados do mundo real devam ser redobrados no virtual, conforme orienta o Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br). Primeiro, deve-se entender que a internet é uma ferramenta benigna à humanidade. Nessa linha, pode-se verificar o benefício de redes sociais que conectam parentes distantes e pessoas isoladas em plena pandemia. Não obstante, o acesso à educação tem se tornado cada vez mais universal – por intermédio de sites de conteúdos gratuitos, além do avanço do ensino à distância nas instituições pedagógicas. É possível, ainda, citar o ramo das commodities, com o sucesso cada vez maior do comércio eletrônico. Não menos importantes que os benefícios, existem os riscos. Dessa forma, para um uso seguro, é necessário saber que eles não têm nada de virtuais – são criminosos reais, praticando ações reais, para roubar dados e afetar interesses fora da rede. Por isso, deve-se estar ciente de que os riscos são muitos, como a grande quantidade de sites impróprios e apelativos; páginas que furtam dados dos equipamentos utilizados para navegação; dificuldades para exclusão de dados postados; boatos espalhados; dificuldade de sigilo; entre muitos outros que demandam atenção continua. Por fim, é certo que a internet deve – sim – ser utilizada, pois se trata do principal canal de interação social, comercial, educacional. Contudo, é fundamental levar para ela os mesmos cuidados tomados no mundo real, evitando cometer o pior erro existente: o de pensar que – nesse gigantesco mar virtual – ninguém se interessaria por uma simples pessoa como você. Assim, é importante ter ciência de que os atacantes não querem sempre dados, mas também acesso às máquinas para utilizá-las como repositórios ou vetores de ataques, usando equipamentos de inocentes como fachada para camuflar e propagar outros ataques.   Vamos falar mais sobre os riscos? Falta de controle de acesso a sites impróprios: muitos sites de conteúdos adultos, violentos e extremistas ficam abertos para acesso instantâneo, de forma que crianças, jovens ou pessoas sensíveis possam acessá-los por erro ou descuido. Para evitar isso, é necessário utilizar ferramentas ou configurações nos equipamentos para bloquear sites com termos chave, como o SafeSearch, da Google. Fraudes: a existência de perfis falsos é cada vez maior, de forma que se deve duvidar de informações recebidas de desconhecidos e terceiros e sempre buscar formas alternativas de comprovar a identidade do contactante ou a empresa para a qual trabalha. Furto de identidade: é primordial colocar na internet apenas o mínimo necessário, para evitar que criminosos tenham informações suficientes para criar perfis falsos e se passarem por você. Furto de dados: alguns dados presentes nos equipamentos são facilmente capturados por sites quando acessados, além de scripts camuflados que podem executar ações sem o conhecimento do usuário. Violação de privacidade: por mais que você limite o acesso a seus posts, seus amigos virtuais podem acabar salvando ou repassando essas informações. Boatos: as informações na internet se propagam de forma extremamente rápida, logo, cuide para não considerar de primeira qualquer informação recebida ou lida na internet. Dificuldade de exclusão: ao colocar dados na internet, eles passam por vários equipamentos e servidores, de forma que uma informação salva em uma página pode ser de difícil exclusão, sem contar a existente se servidores “cache” que podem armazenar dados mesmo depois de excluídos. Plágio e violação de direitos autorais: um grande problema da internet é a pirataria. Busque sempre confirmar se você pode ter acesso ao que está recebendo, sem violar os direitos de outra pessoa ou empresa.   >> Por Rafael G. C. Vianna | Analista de Sistemas CRA-PR

A importância do ENADE como componente do indicador de qualidade CPC

Considerei oportuno escrever sobre o tema voltado aos cursos de bacharelado em Administração por estar dentro da área de minha formação e exercício profissional e por se tratar de matéria ainda pouco escrita. Tal escassez, talvez, ocorra em função da especificidade, mas, de certa forma, porque envolve cálculos, os quais são considerados Indicadores de Qualidade na Educação Superior, conforme o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP. Longe de querer esgotar o tema, pretende-se nesta Matéria 1, assim intitulada, destacar a importância do ENADE como componente do indicador de qualidade CPC – Conceito Preliminar de Curso, com a nomenclatura Nota dos Concluintes no Enade (NC). Portanto, a finalidade é contribuir e servir como estímulo a dirigentes e coordenadores dos cursos de Administração para que juntos passemos a escrever mais sobre matérias correlatas. Sabe-se que algumas IES (Instituições de Ensino Superior) adicionam ao CPC outros parâmetros de qualidade. Afinal, ao tratar sobre Administração, fala-se na representatividade de 21,3% dos participantes do Enade 2018 e, em conjunto com o curso de Direito, a representatividade passa a ser 48,5%, de acordo com a publicação do Inep em janeiro de 2020. O desenvolvimento deste conteúdo usou como fonte principal o INEP, mas também foi possível contar com profissionais de Administração e empresa de serviços em educação citados em Referências. Histórico e significado do Enade O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes foi criado em 14 de abril de 2004 pela Lei n. 10.861. Desde então, é um componente curricular obrigatório, sendo que todos devem participar do processo para concluir o curso de graduação, colar grau e receber o diploma. O Quadro 1 mostra a composição geral do CPC, e nele se verifica que o desempenho dos estudantes no Enade contribui com 20% no peso, de total de 100%. CPC é um indicador de avaliação da educação superior que ajuda a mensurar a qualidade e a excelência dos cursos. A nota obtida no CPC vai de 1 a 5. Para que as avaliações representem o que se espera de um curso superior, o MEC envia comissões de avaliadores que fazem visitas in loco para corroborar ou alterar o conceito obtido preliminarmente. Condição para que um curso tenha o conceito do Enade calculado Para tal condição, é necessário que o Curso possua ao menos dois estudantes concluintes participantes com resultados válidos no Enade, inscritos na condição de regular pela IES. Os cursos que não atendem a esse critério ficam na condição de “Sem Conceito (SC)” para preservar a identidade do estudante. Na divulgação dos resultados da avaliação, é vedada a identificação nominal do resultado individual obtido pelo aluno examinado, que será exclusivamente fornecido ao aluno, em documento específico emitido pelo Inep. Os cursos que tiveram CPC 1 e 2 são automaticamente incluídos no cronograma de visitas dos avaliadores do MEC. Ainda, os cursos com conceito igual a 3 ou maior podem optar por não receber a visita dos avaliadores. Já os cursos com nota 5 são considerados de excelência pelo MEC e devem ser vistos como referência pelas demais IES com notas inferiores. QUADRO 1 O Quadro 1 leva em consideração 8 componentes de avaliação: a) Nota dos concluintes no Enade; b) Nota do Indicador da Diferença entre o Desempenho Observado e Esperado; c) Proporção de professores mestres; d) Proporção de professores doutores; e) Proporção de professores em regime de trabalho parcial e integral; f) Média das respostas do Questionário do Estudante referentes à organização didático-pedagógica; g) Média das respostas do Questionário do Estudante referentes à infraestrutura e às instalações físicas; h) Média das respostas do Questionário do Estudante referentes às oportunidades de ampliação da formação acadêmica e profissional.   A Fórmula do Conceito Enade é a média ponderada das notas padronizadas do respectivo curso de graduação em FG e CE, sendo 25% o peso da Formação Geral e 75% o peso do Componente Específico da nota final, conforme mostra a equação abaixo: FÓRMULA E FIGURA NCc = 0,25 . NPFG + 0,75 . NPCE Onde, NCc é a nota dos concluintes no Enade do curso de graduação; NPFG é a nota padronizada em FG do curso de graduação; NPCE é a nota padronizada em CE do curso de graduação. O Conceito Enade tem como parâmetro da Tabela 1, resultante da conversão da Nota dos Concluintes no Enade do curso de graduação. TABELA 1 Instrumento em que se constitui o Enade O Conceito Enade é um indicador de qualidade que avalia os cursos de graduação a partir dos resultados obtidos pelos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – Enade. O indicador é calculado e divulgado para cada curso de graduação avaliado identificado pelo código de curso do Sistema e-MEC. As IES utilizam para inscrição de estudantes habilitados no exame e para enquadramento de cursos em uma das áreas de avaliação do Enade, conforme edital do Inep. O cálculo do Conceito Enade leva em consideração as seguintes informações: a) Número de estudantes participantes no exame e com resultados válidos; b) Desempenho dos estudantes participantes na parte de Formação Geral (FG) do exame; c) Desempenho dos estudantes participantes na parte de Componente Específico (CE) do exame.   Cada curso/habilitação será convocado de três em três anos a participar do Enade. No caso do Curso de Administração, houve o exame do Enade em 2018, portanto em 2021 se prevê novo exame. Para os ingressantes na graduação, é utilizada a nota obtida no Enem (Exame Nacional de Ensino Médio), e, para os concluintes da graduação, os alunos obrigatoriamente devem responder ao questionário no site <www.enade.inep.gov.br> para obter informações sobre data, local e horário do exame do Enade. O aluno que não preencher o questionário ficará em situação irregular, mesmo que tenha feito o exame. Normalmente, cabe ao (à) coordenador(a) do curso fazer as inscrições dos alunos. É direito do aluno solicitar em seu histórico escolar que faça constar, como ingressante e/ou concluinte, o ano em que participou, desde que tenha cumprido os requisitos para fazer o Enade. Quando o aluno for transferido de

Ações de fiscalização garantem o exercício da profissão dentro da lei

Ações de fiscalização garantem o exercício da profissão dentro da lei A fiscalização tem papel fundamental no dia a dia do profissional de Administração, pois assegura que ele atue de acordo com a legislação vigente. Aqui, temos três importantes ações desenvolvidas pela Diretoria de Fiscalização do CRA-PR, a começar pela fiscalização de estágios. Por lei, todo estágio em Administração deve ser supervisionado por um (a) administrador (a) registrado (a) no Conselho Regional de Administração, com o objetivo de garantir que a empresa promova o correto desenvolvimento profissional do estagiário. Por isso, o CRA-PR encaminhou ofícios para todos os órgãos da administração direta e indireta do estado com o objetivo de obter a relação de supervisores de estágios para estudantes de Administração. A solicitação foi encaminhada também para as 100 maiores empresas do estado do Paraná. Em maio, com o recebimento das relações, foi feita a tabulação dos dados tanto das empresas quanto dos órgãos públicos para solicitar a regularização dos profissionais que são supervisores de estágio de estudantes de Administração, mas que não possuem registro no CRA-PR. É importante ressaltar que este trabalho foi resultado de um termo de cooperação entre o MPT e o CFA, visando a valorização e a regularização dos profissionais e, também, a preparação dos futuros profissionais. Onde mais é obrigatória a presença dos profissionais da Administração? Nas administradoras de condomínios. Outra frente de ação da Diretoria de Fiscalização foi a regularização dessas empresas, iniciada em 2019, por meio de ampla divulgação do CFA e trabalho simultâneo dos CRAs de todo o território nacional. Em razão de a movimentação dos processos ter coincidido com o período de pandemia, houve casos de não recebimento de notificações, motivo pelo qual estão sendo revisados os processos para que seja dada a sua continuidade, nos termos da legislação vigente. O CRA-PR também atua sobre a publicação de novos editais de concursos para que exijam o registro do profissional de Administração no Conselho. As ações fiscalizatórias continuam em desenvolvimento e com apresentação de impugnações no período, mesmo com as alterações causadas pela pandemia, que tornaram mais frequente a questão do pregão eletrônico e dos canais digitais. Em processos de licitação nos âmbitos municipais para Contratação de Agentes Integradores de Estágio, foi apresentada a direta correlação do objeto – a administração de recursos humanos, nestes casos, sendo o estágio supervisionado – com as áreas de atuação privativa do profissional de Administração previstas na legislação. Foram fiscalizados processos nos municípios de Nova Tebas, Rancho Alegre, Santo Antônio do Caiuá e Santa Mônica, com pedido de regularização das licitantes junto ao CRA da região e orientação sobre a necessidade de que os documentos técnicos comprobatórios, exigidos para habilitação técnica pelo município licitante, sejam registrados no Conselho. Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia, o CRA-PR segue firme na defesa dos profissionais e da nossa categoria.

Olá! Precisa de ajuda?